domingo, 21 de maio de 2017

Cruzeiro melhora no segundo tempo, mas fica no empate diante do Sport




BRASILEIRÃO SÉRIE A  - 02ª RODADA


Time celeste tem atuação distinta e soma um ponto com 1 a 1 na Ilha do Retiro







Leo Caldas/Light Press/Cruzeiro/Divulgacao
Estreante da noite, Rafael Marques entrou no segundo tempo e participou de alguns lances ofensivos



Com atuação bem distinta nos dois tempos, o Cruzeiro ficou no empate por 1 a 1 diante do Sport, na noite deste domingo, na Ilha do Retiro, em Recife, pelo Campeonato Brasileiro. Pior na etapa inicial, a equipe celeste saiu na frente, com Alisson, mas Diego Souza, em cobrança de pênalti, igualou para os donos da casa. Na etapa final, os visitantes foram superiores, mas não voltaram a balançar a rede e somaram um ponto na classificação.

O Cruzeiro foi a quatro pontos e briga pelas primeiras posições neste início de Brasileiro. O time celeste vinha de triunfo ante o São Paulo (1 a 0), no Mineirão, e se manteve invicto. O Sport, por sua vez, tem um começo preocupante, já que foi goleado pela Ponte Preta (4 a 0), na estreia, e ainda não conseguiu vencer na competição.

O Cruzeiro fez o gol, mas teve atuação apática no primeiro tempo, quando o Sport dominou e criou boas oportunidades. Mas Fábio, no segundo jogo seguido como titular, mostrou serviço e deixou o campo como um dos destaques, com duas intervenções decisivas, e só foi vazado em um pênalti cobrado por Diego Souza. Na etapa final, a situação se inverteu, os celestes jogaram em cima e só não chegaram ao triunfo por causa do goleiro Magrão.

O Cruzeiro volta a campo no próximo domingo, dia 28, para mais um jogo como visitante. O desafio será o Santos, na Vila Belmiro, às 16h. O Sport atuará novamente com a torcida a favor, na Ilha do Retiro, recebendo o Grêmio, que venceu nas duas rodadas iniciais. Antes, o Rubro-Negro terá a decisão da Copa do Nordeste diante do Bahia, quarta-feira, na Fonte Nova, em Salvador.


O jogo

Antes do jogo, uma chuva forte assustou. Mas bastou os times entrarem em campo para o temporal dar uma trégua na Ilha do Retiro. O Sport teve o domínio no primeiro tempo, enquanto o Cruzeiro foi cirúrgico e abriu o placar na única chance real que criou. Na defesa, para segurar a pressão do Leão, Fábio apareceu de forma milagrosa em dois lances, evitando gols de Rogério e Osvaldo.

Na única vez em que chegou de forma objetiva ao ataque, o Cruzeiro saiu na frente. Aos 19min, Lucas Romero ajeitou para Alisson, que chutou no canto direito e surpreendeu Magrão: 1 a 0. O time celeste passou a tocar mais a bola, esperando o momento certo de agredir nos contragolpes, sem sucesso. O Sport se recuperou logo do baque e permaneceu no ataque em busca da reação.

Como prêmio pela insistência, o Leão da Ilha conseguiu o empate. Dessa vez, Fábio foi o vilão. Ele se precipitou na saída para tirar a bola de Diego Souza e acabou derrubando o atacante. Na cobrança, aos 33, o rubro-negro mandou no meio do gol e decretou a igualdade: 1 a 1. O time da casa quase virou ainda na etapa inicial. Raul Prata apareceu na área e pegou de primeira, mas errou o alvo.


Estreia

O Cruzeiro voltou alterado no segundo tempo. Mano Menezes trocou Lucas Romero por Ariel Cabral. Assim, Hudson deixou o meio-campo e passou para a lateral direita. O Sport diminuiu o ímpeto ofensivo, enquanto o time celeste também era pouco efetivo, apesar de dominar as ações e passar a maior parte do tempo no campo de defesa do adversário. Hudson arriscou de longe e obrigou Magrão a espalmar a escanteio. Aos 17min, Rafael Marques, novo reforço, estreou com a camisa azul entrando no lugar de Rafinha.

Na primeira participação, Rafael Marques chutou por sobre o gol de Magrão. Do lado rubro-negro, Diego Souza se movimentava, mas apareceu mais brigando, literalmente, pela bola com os celestes. O Cruzeiro tinha o domínio, mas faltava penetrar na área com mais organização. A opção eram os arremates de longe, só que a pontaria não estava equilibrada. Na última alteração celeste, Alex substituiu o argentino Ábila. Pouco ameaçado, a equipe mineira se lançou à frente e Alisson obrigou o goleiro a espalmar, depois de cortar um marcador na área.


Leo Caldas/Light Press/Cruzeiro/Divulgacao
Alisson incomodou a defesa do Sport, fez o gol do Cruzeiro e obrigou Magrão a defesa salvadora, no fim



SPORT 1 X 1 CRUZEIRO

SPORT
Magrão; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Raul Prata; Neto Moura (Juninho), Ronaldo (Fabrício) e Rithely; Osvaldo, Diego Souza, André e Rogério
Técnico: Ney Franco

CRUZEIRO
Fábio; Lucas Romero (Ariel Cabral), Dedé, Leo e Diogo Barbosa; Hudson, Henrique, Rafinha (Rafael Marques), Arrascaeta e Alisson; Ábila (Alex)
Técnico: Mano Menezes

Motivo: 2ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: domingo, 21 de maio
Local: Ilha do Retiro, em Recife-PE
Árbitro: João Batista de Arruda (RJ)
Assistentes: Luiz Claudio Regazone e Eduardo de Souza Couto (ambos do RJ)
Cartões amarelos: Raul Prata, Fabrício (SPO); Leo, Diego Souza, Ariel Cabral (CRU)
GOLS: Alisson, 19, e Diego Souza (pênalti), aos 33min do 1ºT
Público: 4.459 (pagantes)
Renda: R$ 1



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FONTE:
http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/cruzeiro/2017/05/21/noticia_cruzeiro,403384/cruzeiro-melhora-no-segundo-tempo-mas-fica-no-empate-diante-do-sport.shtml




Carille explica mudança no Corinthians e exalta Marquinhos Gabriel: "Vamos recuperá-lo"




CORINTHIANS



Técnico esperava outra postura dos baianos e admitiu dificuldades da equipe na Fonte Nova. Meia que deu assistência para o gol de Jô foi muito elogiado após a vitória por 1 a 0



Por Bruno Cassucci, 
São Paulo, SP




  Apesar de o Corinthians ter batido o Vitória por 1 a 0 neste domingo, na Arena Fonte Nova, o técnico Fábio Carille admitiu que a equipe enfrentou dificuldades e fez um primeiro tempo ruim em Salvador. Isso aconteceu, segundo ele, pelo fato de o Timão ter sido surpreendido pela postura dos donos da casa.

Carille afirmou que esperava o Vitória saindo mais para o jogo, o que não ocorreu. Percebendo a postura dos baianos, ele deixou a equipe mais ofensiva no segundo tempo, trocou o volante Maycon pelo meia Marquinhos Gabriel e obteve o primeiro triunfo no Brasileirão.

– Fui surpreendido. Não esperava que o Vitória fosse marcar meio campo. Tivemos muitas dificuldades para jogar. Mesmo ali, na beira do campo, tentando fazer a equipe ficar mais ofensiva, tivemos dificuldades, criamos pouco. No segundo tempo, mantivemos a ideia de ficar com dois meias e a substituição foi para deixar a equipe mais ofensiva mesmo. Era essa a ideia e funcionou – declarou Carille depois da partida. 

  O comandante alvinegro também rasgou elogios a Marquinhos Gabriel, que fez ótima jogada e deu assistência para Jô marcar. O meia não atuava desde a eliminação para o Internacional na Copa do Brasil, em 19 de abril, quando perdeu um pênalti.

– Os jogadores criticados no ano passado e neste ano, deixei claro que vamos recuperá-los todos. O Maquinhos jogou muito bem em Porto Alegre. Tivemos quatro chances com a participação dele. Entrou muito bem no jogo de casa também. É um jogador de muita qualidade e de quem esperamos muito. É um jogador que esta querendo e, aos poucos, vai buscando o seu espaço – comentou o técnico.

Depois da vitória em Salvador, o elenco corintiano ganha folga nesta segunda-feira e se reapresenta na manhã de terça no CT Joaquim Grava. A próxima partida é domingo, contra o Atlético-GO, às 16h, fora de casa.

O técnico Fábio Carille acompanha o jogo entre Vitória e Corinthians  (Foto: Adilton Venegeroles / Agência A Tarde / Estadão Conteúdo )
O técnico Fábio Carille acompanha o jogo entre 
Vitória e Corinthians (Foto: Adilton Venegeroles 
/ Agência A Tarde / Estadão Conteúdo )



Jô decide, Corinthians bate Vitória e ganha a primeira no Brasileiro




BRASILEIRÃO SÉRIE A  - 02ª RODADA


Timão faz 1 a 0 no Barradão e conquista triunfo importante




Gazeta Press 



               O Corinthians conquistou o seu primeiro triunfo no Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo, na Fonte Nova. Mesmo sem empolgar, o time dirigido por Fábio Carille se recuperou do empate em casa com a Chapecoense na estreia ao derrotar o Vitória por 1 a 0, com gol marcado pelo centroavante Jô no segundo tempo.

O resultado levou o Corinthians aos 4 pontos ganhos, na parte superior da tabela de classificação. Por sua vez, o Vitória, que vinha de um empate por 0 a 0 com o Avaí na Ressacada, permaneceu com apenas 1.

As duas equipes voltarão a entrar em ação pela competição nacional no próximo fim de semana. No sábado, o Vitória buscará a sua reabilitação contra o Coritiba, no Barradão. No dia seguinte, o ainda invicto Corinthians enfrentará o Atlético-GO, no Serra Dourada.



Reprodução
Rodriguinho disputa jogada contra o Vitória: primeiro triunfo do Timão no Brasileiro



O jogo

Embora os dois times tivessem notórias dificuldades de criação, o Vitória foi um pouco mais incisivo nos primeiros minutos de partida, com o apoio dos seus torcedores. Chegou a reclamar de um pênalti de Fagner, por um toque de mão na bola que o árbitro Péricles Bassols interpretou como legal.

Em ritmo lento, o Corinthians demorou a dar uma resposta à moderada força ofensiva do Vitória. O time visitante recorria a inversões de jogo e a lançamentos longos para compensar a sua falta de inventividade, o que não era suficiente para fazer o goleiro Fernando Miguel suar o uniforme.

Após meia hora de partida, o Corinthians enfim incomodou. Jô recebeu a bola na ponta direita, entrou na área e chutou em cima de Fernando Miguel. Na sobra, Romero ainda ajeitou para Rodriguinho carimbar a marcação na finalização. O lance de perigo animou momentaneamente a torcida alvinegra.

Do outro lado, o Vitória tentou recuperar terreno com velocidade e, vez ou outra, conclusões de longa distância. Não assustou o goleiro Cássio dessa forma, porém, ainda assim, seguiu para o vestiário aplaudido por sua torcida.

Para justificar a empolgação, Petkovic cobrou dos seus comandados uma transição mais rápida da defesa ao ataque no segundo tempo. Foi o Corinthians, contudo, que colocou a bola na rede poucos minutos após retornar do intervalo. Lançado por Jadson do lado esquerdo da área, Romero passou para Maycon completar para a rede. A jogada acabou anulada por impedimento do paraguaio.

O ímpeto do Corinthians até melhorou a partir de então, apesar de agora oferecer mais espaços para o Vitória. Na expectativa de aproveitá-los, Petkovic trocou Cleiton Xavier pelo argentino Pisculichi antes de ver Maycon desperdiçar grande oportunidade de gol, quase da marca do pênalti, com um arremate para fora.

Fábio Carille também resolveu entrar em ação. Chamou Marquinhos Gabriel para ir a campo, mas resolveu manter o ataque como estava após Balbuena se machucar. Léo Santos substituiu o paraguaio e passou a formar uma dupla de zaga caseira com Pedro Henrique.

Como o panorama do jogo não mudou, Carille recorreu a Marquinhos Gabriel aos 26 minutos, na vaga de Maycon. Petkovic rebateu com a alteração do aplaudido Rafaelson, que já o havia irritado com uma série de falhas técnicas, pelo jovem Jhemerson.

E o Corinthians levou a melhor depois das mexidas. Aos 30, Jadson enfiou bem a bola para Marquinhos Gabriel, que seguiu o exemplo e acionou Jô, mais à frente. O centroavante avançou pelo lado esquerdo da área e concluiu na saída de Fernando Miguel para tirar o zero do placar.

A desvantagem fez Petkovic gastar a sua última ficha com a entrada de Euller no posto de Uillian Correia. Bastante satisfeito com o 1 a 0, o Corinthians recuou nos últimos minutos, contando com o reforço de Paulo Roberto no lugar de Jadson, e conseguiu inibir as investidas do Vitória.


VITÓRIA 0 X 1 CORINTHIANS


VITÓRIA
Fernando Miguel; Leandro Salino, Alan Costa, Fred e Geferson; Willian Farias, Uillian Correia (Euller) e Cleiton Xavier (Pisculichi); Paulinho, David e Rafaelson (Jhemerson)
Técnico: Dejan Petkovic

CORINTHIANS
Cássio; Fagner, Balbuena (Léo Santos), Pedro Henrique e Guilherme Arana; Gabriel, Maycon (Marquinhos Gabriel), Jadson (Paulo Roberto), Rodriguinho e Romero; Jô
Técnico: Fábio Carille

Local:
Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 21 de maio de 2017, domingo
Árbitro: Péricles Bassols (PE)
Assistentes: Clóvis Amaral (PE) e Cleberson do Nascimento (PE)
Público: 16.515 pagantes
Renda: R$ 460.438,50
Cartão amarelo: Marquinhos Gabriel (Corinthians)
GOL: Jô, aos 30min do 2ºT


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FONTE:
http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/corinthians/2017/05/21/noticia_corinthians,403351/jo-decide-corinthians-bate-vitoria-e-ganha-a-primeira-no-brasileiro.shtml

                                            

Jair festeja atuação e atenção ao Brasileiro: "Cada ponto é importantíssimo"




BOTAFOGO


Treinador elogia superação e atuação do Botafogo na vitória por 2 a 0 sobre a Ponte Preta e cogitar poupar alguns jogadores contra o Estudiantes



Por Thiago Lima, 
Rio de Janeiro



Jair Ventura na coletiva de imprensa após a vitória sobre a Ponte (Foto: Thiago Lima)
Jair Ventura na coletiva de imprensa após a vitória 
sobre a Ponte (Foto: Thiago Lima)



Apesar da classificação na Libertadores, o Campeonato Brasileiro carecia de atenção. E foi isso que o Botafogo fez neste domingo. Com os titulares, a equipe derrotou a Ponte Preta por 2 a 0 e conseguiu sua primeira vitória na competição. Motivo de comemoração e elogios do técnico Jair Ventura.

- Esse era meu maior dificultador, virar a chave da Libertadores, onde tivemos desgaste físico, psicológico... E no Brasileiro cada ponto é importantíssimo. Conversei bastante com eles, mostrei a importância de não deixar para correr atrás no final. Soubemos fazer isso, grande parabéns hoje foi isso. Fizeram grande jogo, teve controle total, muito satisfatório - elogiou o treinador.
Com o calendário repleto de jogos importantes desde o início do ano, nessa semana é hora novamente de "virar a chave". Na quinta-feira, na Argentina, o Botafogo vai em busca da primeira colocação do Grupo 1 da Libertadores. No entanto, já classificado, o Alvinegro vai estudar a possiblidade de poupar seus jogadores mais desgastados. Suspenso, Pimpão está fora.

- Situação boa virar a chave agora, brigar pelo primeiro lugar, conseguir decidir nas oitavas em casa. A gente vai sem o peso da obrigatoriedade da classificação, mas vamos para buscar o primeiro lugar. Temos que rever alguns jogadores, Pimpão está fora (suspenso), vamos avaliar o grupo - antecipou. 



Outros trechos da entrevista

Estreia do ArnaldoAcabou que o Emerson (Santos) já vinha jogando com situação de incômodo, preferimos zerar, e acabamos fazendo a estreia do Arnaldo. Chega para fortalecer, recebemos da melhor maneira, tentei dar total confiança e tranquilidade. A gente sabe que é diferente, vamos com calma, fez boa exibição junto com a equipe. Fico feliz de ganhar um jogador de ofício.

Dobradinha Gilson e Victor
A característica do jogo e dos jogadores. Fizemos isso ano passado com Victor e Diogo e deu muito certo. Não faz pelo lado direito porque não tinha nem lateral, chegou agora (risos). O Nino Paraíba é muito forte, colocamos para fechar ele, e ainda fizemos o segundo gol por ali. Sente o jogo, sabe o poder do adversário, tem que neutralizar atacando.

Airton x Lindoso
Meritocracia, né? Não posso falar aqui e não cumprir com eles. Lindoso foi muito bem, e tem também o Rabello. Aqueles que estiverem no melhor momento vão jogar. Nem sempre quando joga com três volantes é retranca, hoje nossos volantes fizeram os gols. O 10 clássico não tem, porque os volantes chegam com muita qualidade. Lindoso era o 10 do Madureira.

Igor Rabello
Óbvio que o Igor entrou na briga pelas boas atuações. Treinador vai ter que escolher (risos).

Montillo e Emerson Silva
Seguem com situação indefinida. Situação de cada dia, a gente viaja na terça. Espero que possamos estar com todos à disposição.

Sassá
Eu não falo mais sobre o atleta.



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FONTE:

Botafogo mostra eficiência e derrota a Ponte Preta no estádio Nilton Santos



BRASILEIRÃO SÉRIE A  - 02ª RODADA



Fogão venceu a equipe paulista por 2 a 0



Satiro Sodré/SSPress/Botafogo
Vitória do Botafogo foi construída com dois belos gols; Ponte perdeu a primeira


O Botafogo conseguiu a primeira vitória no Campeonato Brasileiro. Em partida disputada na noite deste domingo, no Estádio Nilton Santos, o Alvinegro de General Severiano derrotou a Ponte Preta por 2 a 0. Os gols da equipe carioca foram marcados por Bruno Silva e Rodrigo Lindoso, um em cada tempo.

Com a vitória, o Botafogo marcou seus três primeiros pontos e subiu para a 12ª posição. A Ponte que vinha de goleada sobre o Sport, tem a mesma pontuação, mas ocupa a nona colocação na tabela de classificação.

Embora não tenha realizado uma grande partida, a vitória do time dirigido por Jair Ventura foi justa. O Botafogo foi sempre mais objetivo e aproveitou as oportunidades que surgiram durante a partida para construir o triunfo. A Ponte Preta entrou com um esquema cauteloso e depois não soube melhorar a produção para alcançar um resultado satisfatório.

Na próxima rodada, o Botafogo vai receber o Bahia, no Nilton Santos. A Ponte Preta vai visitar o Atlético-MG, no Independência.

O jogo 

  Escalado com o time titular, o Botafogo começou a partida no ataque e, logo aos quatro minutos, a bola sobrou para Bruno Silva depois que Roger tentou o domínio na área. O volante mandou a bomba, mas a bola explodiu na zaga paulista. O time carioca seguiu pressionando e, aos dez minutos, foi a vez de Camilo tentar, de voleio, mas a bola foi em cima do goleiro Aranha que não teve dificuldade para fazer a defesa.

O Botafogo seguiu dominando e criou outro momento de perigo aos 15 minutos, quando Joel Carli desviou de cabeça um cruzamento na área, mas Aranha fez a defesa.

Aos 17 minutos, a Ponte Preta chegou, com muito perigo, no gol carioca. Lucca tocou de cabeça para Lins que chutou forte, Gatito Fernández defendeu parcialmente e Jadson, de cabeça, encobriu o travessão.

O Botafogo não se assustou e, aos 20 minutos, marcou o primeiro gol. Após cruzamento na área, Roger ajeitou e Bruno Silva acertou um belo chute, sem chances de defesa para o goleiro Aranha.

A Ponte respondeu logo depois quando Nino Paraíba rolou para Lucca, livre na área. O ex-atacante corintiano bateu forte e Gatito Fernándes fez ótima defesa.

A partida ficou equilibrada com as duas equipes atuando de forma aberta e procurando o gol. Aos 35 minutos, Bruno Silva achou Camilo na área pontepretana, mas Nino Paraíba chegou junto e impediu a conclusão do meia da equipe carioca.

A equipe de Campinas encontrava muita dificuldade para se aproximar da área adversária. Aos 39 minutos, Lins recebeu ao lado da área e errou ao tentar lançar Lucca que estava livre, esperando o lançamento.

Nos minutos finais da primeira etapa, o nível do jogo caiu bastante em função dos erros de passes cometidos pelas duas equipes.

O segundo tempo começou equilibrado com os dois times tentando partir para o ataque. Aos cinco minutos, o lateral Nino Paraíba, muito acionado, foi ao fundo e cruzou para a pequena área, mas Igor Rabello, de carrinho, aliviou o perigo. Aos 13 minutos, foi a vez de Camilo arriscar de canhota e mandar para fora, sem levar perigo.

A Ponte forçava mais o ataque, embora sem a criação de jogadas que exigissem a participação do goleiro Gatito Fernández.

O técnico Jair Ventura decidiu dar novo gás ao time e trocou Camilo e Roger, muito cansados, por Gilson e Guilherme.

Aos 20 minutos, o Botafogo ampliou a vantagem. Na primeira participação, Guilherme arrancou pela esquerda e rolou para Rodrigo Lindoso que, da entrada da área, bateu forte, sem chances de defesa para Aranha.

Sem outra opção, a Ponte partiu para o ataque. Aos 26 minutos, Ravanelli dominou na área e rolou para Nino Paraíba mandar uma bomba que encobriu o travessão defendido por Gatito.

O time de Campinas seguia pressionando em busca do primeiro gol, mas abusava do jogo aéreo. Os zagueiros Joel Carli e Igor Rabello se mostravam absolutos, cortando todos os cruzamentos. Aos 34 minutos, Yuri recebeu de Xuxa e chutou forte, assustando a torcida, mas a bola saiu.

O Botafogo só voltou a aparecer na área campineira aos 37 minutos.Guilherme recebeu na área, se livrou da marcação e chutou. Aranha fez defesa parcial e o rebote ficou com o próprio Guilherme que voltou a concluir para grande defesa do goleiro da Ponte.

Nos minutos finais, o time carioca apenas tocou a bola para administrar o resultado.


BOTAFOGO 2 X 0 PONTE PRETA

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 21 de maio de 2017 (Domingo)
Horário: 18h (de Brasília)
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Luciano Roggenbaum (PR)
Público: 7.771 pagantes
Cartão Amarelo: Igor Rabello(Bota)


Gols:
BOTAFOGO:
Bruno Silva, aos 20 minutos do primeiro tempo; Rodrigo Lindoso, aos 20 minutos do segundo tempo

BOTAFOGO:
 Gatito Fernández, Arnaldo, Joel Carli, Igor Tabello e Victor Luis; Bruno Silva, Rodrigo Lindoso(Airton), João Paulo e Camilo(Gilson); Rodrigo Pimpão e Roger(Guilherme)
Técnico: Jair Ventura

PONTE PRETA:
Aranha, Nino Paraíba, Marllon, Kadu e João Lucas; Fernando Bob(Wendel), Elton, Jádson(Yuri) e Ravanelli; Lins(Xuxa) e Lucca
Técnico: Gilson Kleina


FONTE:

Autuori vê Atlético-PR travado e avalia time: "Calcanhar de Aquiles não é só um setor"




ATLÉTICO-PR


Técnico do Atlético-PR aponta desgaste físico e "quebrada anímica" como motivos para derrota por 2 a 0 para o Grêmio. "Estávamos com os movimentos muito presos"



Por Fernando Freire, Curitiba



  O técnico Paulo Autuori apontou o desgaste físico dos jogadores e a "quebrada anímica" após o primeiro gol como motivos para derrota por 2 a 0 para o Grêmio neste domingo, na Arena da Baixada. Segundo o treinador, o time estava "muito preso" e "amarrado":

- A equipe controlou o primeiro tempo. Enfrentamos uma equipe com muita qualidade, experiente e que gastou muito a nossa equipe. Estávamos com os movimentos muito presos. A maneira como sofremos o gol, logo no início do segundo tempo, animicamente, a equipe deu uma quebrada. Logo depois, sofremos o segundo. A equipe estava sem resposta, muito arrastada, sem o frescor físico necessário - afirmou.

O jogo contra o Grêmio marcou o fim de uma maratona. O Atlético-PR disputou nove jogos em menos de um mês, sempre quarta-feira e domingo. Apesar do desgaste, Paulo Autuori decidiu manter o time da vitória sobre a Universidad Católica, quarta-feira, pela Libertadores.

- É o preço que se paga por jogos assim. Você tem que decidir manter a equipe ou alterá-la. É uma situação complicada. Nós precisamos aprender a jogar, até porque vamos estar envolvidos em jogos seguidos, com viagens. Tem que saber que vai precisar jogar desgastada. A equipe não estava com movimentos muitos soltos, demorando a tomar decisões. São situações que a gente sabe que acontece, mas resultado merecido.

O Atlético-PR sofreu os dois gols com jogadas a partir do lado esquerdo de sua defesa. O técnico Paulo Autuori, porém, evitou apontar a lateral como o ponto fraco do time:

- O calcanhar de Aquiles não é só um setor. É o sistema ofensivo como um todo. Hoje, eu acho que a equipe não teve uma resposta como poderia ter tido. Entendo e há justificativa para iso. É importante entender que era um jogo em que tinha que fazer o que foi feito no primeiro tempo. O primeiro gol foi determinante para nossa queda - completou. 

Paulo Autuori vê Atlético-PR
Paulo Autuori vê Atlético-PR "amarrado" em duelo com Grêmio (Foto: Gazeta do Povo/Hugo Harada) 



  O Atlético-PR, agora, terá a semana cheia para trabalhar. O próximo compromisso será contra o Flamengo, às 16h (horário de Brasília) de domingo, mais uma vez na Arena da Baixada, pela terceira rodada.


Confira outras declarações de Paulo Autuori na coletiva

Gols sofridos- As coisas são as mesmas do ano passado: são gols evitáveis. Nós sofremos isso, e isso desestabiliza. Volto a frisar: o gol logo no início, a equipe, animicamente, não reagiu. E, fisicamente, também não estava em condições de reagir.

Enverga, mas não quebra
- Isso aí não tem como explicar. É criar justificativa sem argumento. Esse é o preço que vamos pagar. Temos que recuperar rapidamente no Brasileiro. São jogos muito difíceis, não tem como, mas a equipe certamente vai reagir. Enverga, mas não quebra. Temos todo o campeonato para recuperar a performance. Vamos atrás deste equilíbrio.

Entrosamento
- Isso vai vir na sequência. Você tem que olhar o presente e o futuro. O futuro é a necessidade de a gente ter uma equipe que possa jogar mais junta. Embora a gente tenha opções.



FONTE:
http://globoesporte.globo.com/pr/futebol/times/atletico-pr/noticia/autuori-ve-atletico-pr-travado-e-avalia-time-calcanhar-de-aquiles-nao-e-so-um-setor.ghtml

Renato elogia postura do Grêmio e considera justa expulsão de Gro



GRÊMIO


Técnico indica que vai conversar com goleiro sobre lance e avisa que mudará time em breve para poupar jogadores devido ao desgaste



Por GloboEsporte.com, Porto Alegre



  A vitória fora de casa sobre o Atlético-PR, que deu ao Grêmio a liderança do Brasileirão, agradou ao técnico Renato de tal maneira que nem mesmo a expulsão de Marcelo Grohe estragou o domingo do comandante gremista. Além de ter considerado justo o cartão vermelho recebido pelo goleiro, o treinador empilhou elogios ao time.

– Gostei da postura de jogo que a gente se propôs desde o primeiro minuto. A equipe valorizou a posse de bola, não dando espaços, não dando chance. Todo mundo sabe que é muito difícil jogar aqui. Ano passado, só o Palmeiras, que foi campeão, conseguiu vencer o Atlético-PR em casa. A equipe se portou bem. É logico que nos ajudou bastante o gol logo no início do segundo tempo – analisou Renato. 

Renato gostou da atuação do Grêmio na Arena da Baixada (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)
Renato gostou da atuação do Grêmio na Arena da Baixada (Foto: Giuliano Gomes/PR Press) 


  Sobre Grohe, expulso aos 30 do segundo tempo depois de receber o segundo cartão amarelo por fazer cera só oito minutos após ter recebido o primeiro, Renato não se alongou. Disse que cumprimentou o árbitro pela posição, pois achou “justa”, e indicou que vai conversar com o jogador em particular.

– Achei justa a expulsão. (Marcelo) Exagerou um pouco, já tinha amarelo. O árbitro esteve muito bem, não só no lance – falou o treinador, antes de dizer que vai conversar com o goleiro sobre a atitude. – Não gosto desse tipo de jogo. Não gosto. Gosto do jogo jogado. Mas esse é um papo meu com ele.

Renato, mais uma vez, respondeu sobre as atuações de Luan e Ramiro, outros destaques gremistas na Arena da Baixada. Deixou claro, contudo, que o dia era de elogiar o grupo.
– Fica difícil falar de jogador a jogador. Todos estiveram bem. A equipe vem bem. O Ramiro estou cansado de elogiar. É o motorzinho do time. Onde eu coloco ele vai bem, tem feito gols. O Luan teve uma participação muito boa, não só pelo gol, mas durante os 90 minutos. Abriu espaço para os companheiros. Acho que a equipe toda esteve muito bem. A gente joga fora do mesmo jeito que joga dentro de casa. Não damos muitos espaços aos adversários. Da maneira que a gente treina a gente está jogando.

Antes de encerrar, o técnico afirmou que em breve deve poupar jogadores para evitar lesões.
– Tenho que tirar ou vou perder eles por lesão. O Grêmio tem um desgaste muito grande. São viagens, hotéis, aeroporto, jogos. Já avisei os jogadores e agora estou avisando vocês (imprensa) que daqui a pouco vai jogar uma equipe bem diferente para não termos mais cinco ou seis no departamento médico ou sem condições de correr em campo. 



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FONTE:

Grêmio vence o Atlético-PR fora de casa e mantém 100% no Brasileiro




BRASILEIRÃO SÉRIE A  - 02ª RODADA


Tricolor conseguiu três pontos fora de casa



Gazeta Press       


          DIVULGAÇÃO / GRÊMIO            
   Atacante Barrios marcou um dos gols da vitória do Grêmio sobre o Atlético-PR         


         
  Atlético Paranaense e Grêmio se enfrentaram, neste domingo, na Arena da Baixada, em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Após um primeiro tempo morno, o Grêmio voltou matador para a segunda etapa e garantiu a vitória por 2 a 0.

O tempo frio e o dia chuvoso ditaram o ritmo da partida. O Atlético-PR terminou o primeiro tempo com 60% de posse de bola e apenas quatro finalizações a gol. Enquanto isso, o Grêmio, mesmo com time titular, não esteve bem no setor ofensivo, mas não sofreu perigo. Já no segundo tempo, Luan e Barrios marcaram ainda no início e definiram o placar favorável. Perto do fim da partida, o goleiro Grohe sofreu dois cartões amarelos, e o vermelho em seguida, por enrolar para bater o tiro de meta.
Com a vitória, o Imortal chegou a seis pontos e assumiu a liderança momentânea do Campeonato Brasileiro. O clube gaúcho pode ainda ser ultrapassado por Ponte Preta e Cruzeiro, que entram em campo ainda neste domingo. Já o Atlético Paranaense segue sem pontuar na competição e encontra-se na zona de rebaixamento.

Primeiro tempo morno – O primeiro tempo da partida fez jus ao tempo embaçado em Curitiba. As duas equipes pouco produziram e mais se estudaram em campo. Em 45 minutos, poucas chances claras de gol, e 60% de aproveitamento do Furacão.

Mesmo com mais tempo de bola nos pés, os jogadores do Atlético não conseguiam realizar as jogadas em velocidade e pecavam no último passe. Enquanto isso, o Grêmio se defendia como podia e abria mão do ataque, esperando um contra-ataque fatal – que não aconteceu.

O principal lance do primeiro tempo foi a não marcação de um pênalti em chute do meia Rossetto, que acertou a bola no braço do zagueiro Kannemann dentro da área. Com o jogo truncado, quatro cartões amarelos foram apresentados na primeira etapa, sendo dois para cada time.

Grêmio mata o jogo – O Grêmio retornou para o segundo tempo com uma outra postura e foi recompensado com um gol relâmpago. Aos dois minutos, Ramiro lançou para a área e Barrios tentou dominar, mas a bola sobrou limpa para o atacante Luan marcar seu primeiro gol no Brasileirão: 1 a 0.

O jogo esquentou e o Atlético-PR passou a atacar com mais homens a frente, dando o contra-ataque ao Imortal. Após uma boa chegada de Pablo, que finalizou por cima do gol, o Furacão sofreu mais um baque na partida. Em rápido toque de bola, Ramiro descolou cruzamento para o centroavante Lucas Barrios, que deu um lindo toque de calcanhar e fez o segundo gol do Imortal.

Mesmo com 2 a 0 no placar, o Grêmio passou a adotar postura defensiva e abdicar do ataque. Aos 30 minutos, o time gaúcho se complicou. O goleiro Marcelo Grohe, que já tinha cartão amarelo por ter feito cera em jogo, voltou a demorar para bater o tiro de meta e recebeu o cartão vermelho, deixando o Grêmio com um jogador a menos e forçando Renato Gaúcho a colocar o goleiro reserva Léo em campo.

Com um jogador a mais em campo e com um goleiro “frio” do outro lado, o Furacão fez uma verdadeira blitz no ataque. Primeiro, foi a vez de Nikão, cara a cara com o arqueiro, finalizar pra cima. Na sequência, Douglas Coutinho foi cortado por Geromel.



ATLÉTICO-PR 0 X 2 GRÊMIO

Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 21 de maio de 2017, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido R de Souza – SP (CBF)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Cartões amarelos: Weverton e Thiago Heleno (Atlético-PR); Ramiro, Lucas Barrios e Marcelo Grohe (Grêmio)
Cartão vermelho: Marcelo Grohe (Grêmio)
GOLS:
GRÊMIO: Luan aos 4 e Barrios aos 13 minutos do segundo tempo


ATLÉTICO-PR:
Weverton; Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Matheus Rossetto, Carlos Alberto (Guilherme) e Nikão; Pablo (Douglas Coutinho) e Eduardo da Silva (Grafite)
Técnico: Paulo Autuori

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura, Pedro Geromel, Walter Kannemann e Bruno Cortez; Michel, Arthur (Rafael Thyere), Ramiro, Luan e Pedro Rocha (Jaílson); Lucas Barrios (Léo)
Técnico: Renato Portaluppi


FONTE:

Roger lamenta derrota e chances perdidas, mas avisa: "Momento continua bom"




ATLÉTICO-MG



Para o treinador, Galo não soube neutralizar uma das principais jogadas do time carioca: o pivô do atacante Henrique Dourado



Por GloboEsporte.com, 
de Belo Horizonte



Roger faz cara de poucos amigos durante o jogo Atlético-MG x Fluminense (Foto: Reprodução/Premiere)
Roger faz cara de poucos amigos durante o jogo 
Atlético-MG x Fluminense (Foto: 
Reprodução/Premiere)




Na estreia do time em casa neste Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG foi derrotado pelo Fluminense por 2 a 1 (confira os gols no vídeo abaixo). Na avaliação do técnico Roger Machado, o Galo não soube neutralizar uma das principais jogadas do time carioca: o pivô do atacante Henrique Dourado, que participou dos dois gols do adversário.

- Começamos controlando bem, tivemos bastante volume, mas era nítido que o volume também era estratégia do Fluminense para nos contra-atacar. Mas de todo modo, os contra-ataques apareceram do pivô do Dourado em cima da nossa linha defensiva, que não estava conseguindo controlar. A penalidade aconteceu assim. E no segundo gol girou em cima do Gabriel. As origens das jogadas foram abordagens equivocadas em jogador forte que estava fazendo bem o pivô. Como o jogo deles era exatamente esse, nossa dobra de marcação estava demorando para chegar.

O treinador atleticano lamentou, também, as chances desperdiçadas, especialmente na etapa final. Mas fez questão de elogiar a determinação dos jogadores.

- No segundo tempo não fomos capaz de transformar em gol as oportunidades. Mas não posso me queixar da doação, da entrega e do compromisso de buscar empate até o final.


"Momento continua bom"


Para Roger Machado, a derrota em casa não pode e nem vai abalar o bom momento que vive o Atlético-MG, que começa a decidir, na próxima quarta-feira, uma vaga nas quartas de final da Libertadores - enfrenta o Paraná em Curitiba.

- O momento continua bom, a derrota em casa foi em circunstâncias bem específicas. O que ficou de lição foi , principalmente, a vantagem que em cima do pivô e da carga em cima da linha defensiva o adversário progrediu. E no segundo tempo não fomos capaz de transformar em gol as oportunidades. Não posso me queixar da doação e da entrega, e do compromisso de buscar empate até o final.








Abel diz que árbitro tentou evitar vitória e celebra 250 jogos pelo Flu: "Fantástico"


FLUMINENSE


Tricolor supera Atlético-MG por 2 a 1 no Independência, apesar da reclamação do treinador a atuação de Jean Pierre Lima. Equipe perde liderança no saldo de gols



Por Gabriel Duarte, 
Belo Horizonte




  Ganhar do Atlético-MG no Independência não é fácil. Na partida de número 250 pelo Fluminense, então, vira fantástico. Foi assim que Abel Braga definiu o 2 a 1 deste domingo, em Belo Horizonte, pela segunda rodada do Brasileirão. O treinador, além de elogiar a atuação do time, reclamou da arbitragem de Jean Pierre Lima. 

Abel Braga orienta jogadores do Flu na vitória sobre o Atlético-MG (Foto: Nelson Perez/Fluminense FC)
Abel Braga orienta jogadores do Flu na vitória sobre 
o Atlético-MG (Foto: Nelson Perez/Fluminense FC) 



 Abelão está na terceira passagem pelo Tricolor. Na lista de treinadores, é o terceiro com mais jogos:
  • Zezé Moreira - 474 jogos (272 vitórias, 96 empates e 106 derrotas), aproveitamento: 67,5%
  • Ondino Viera - 297 jogos (169 vitórias, 60 empates e 68 derrotas), aproveitamento: 67,0%
  • Abel Braga - 250 jogos (132 vitórias, 50 empates e 68 derrotas), aproveitamento: 59,4%



Ele comentou:

- Não é porque o Atlético-MG é o melhor que vai ganhar sempre. Tivemos muita luta, disposição e cultura tática. Foi uma vitória que emociona, de verdade. Foi com um jogador a menos. Me desculpa o presidente Pedro Abad, o vice Fernando Veiga e o diretor Marcelo Teixeira, mas eu neste momento represento talvez 20 milhões de torcedores. Só quero respeito com esta instituição. Quero agradecer ao torcedor que veio hoje. A minha carreira é muito longa, mas ainda tenho lenha para queimar. Hoje foi tentado cercear o meu direito de vitória. Eu jamais falo de arbitragem, especialmente em derrota, e não vou falar agora. Mas o que eu assisti hoje... as inversões de falta foram lamentáveis. Com certeza, os comentaristas vão passar um programa inteiro. Eu sei que na frente talvez venha querer me tirar coisa. Antes do jogo, falei aos jogadores que não era árbitro para esta prisão. Não falo de idoneidade. Mas tentaram nos tirar a vitória. Este jogo, o de número 250 meu pelo clube, é um momento único, fantástico. Foi ainda contra um time que não tinha perdido aqui neste ano. 

  Com o resultado, o Flu mantém 100% de aproveitamento. É o segundo, com seis pontos. Perde a liderança no saldo para o Grêmio (4 a 2). O Tricolor atuou com um a menos desde os 34 minutos do segundo tempo, afinal, Sornoza machucou o tornozelo esquerdo após o treinador ter feito as três trocas.


A íntegra da coletiva:

Postura
O Atlético-MG é um time que não perde aqui, é ofensivo. Mas se a gente ficasse atrás só marcando, teríamos problemas. A grande atitude é daqueles que sabem se levantar da queda. Tivemos um jogo atípico na quarta-feira, no que diz respeito aos gols sofridos. Hoje, de novo, sofremos um gol bobo. Repito: é definido quem marca quem. Por isso, é fácil cobrar. Nunca abdicamos de jogar. Por tudo que aconteceu no jogo, minha equipe foi brilhante. Digo para os torcedores: podem acreditar no time.
 
Nogueira
Quando você vê os números, tem de confiar neles. O nosso time havia sofrido nove gols. O time todo é responsável. Richarlison e Scarpa, por exemplo, marcaram muito. Mas chega uma hora... Quando o Renato Chaves precisou de mim, ao ir mal no primeiro Fla-Flu, eu estive presente. O mantive no time e ele se recuperou no segundo jogo. Mas hoje... não foi só a troca. O Nogueira está treinando muito bem. Era o momento oportuno de ser titular. Eu trabalho com um elenco. O fantástico foi a conduta do Renato Chaves. Eu não explico quando tiro, não explico quando escalo. Mas a ele devia uma explicação. E a conduta dele foi muito boa. O que mostra que temos um bom grupo.

Conversa no vestiário
Eu falei que a queda de quarta significou muito menos do que o grande jogo deste domingo. O bom é o que sabe se levantar nos momentos difíceis. Me emocionou a dedicação de todos os jogadores com um a menos. Eu estou em êxtase pois hoje tentaram nos tirar a vitória.

Scarpa
Foi mais do que o esperado, especialmente no segundo tempo. Custou a entrar no jogo, entrou no final do primeiro. Não adiantava guardar ele para os últimos 30 minutos. Com a pressão deles, ele não iria tocar na bola. Colaborou muito, deu um toque de mais qualidade à equipe.

Independência
É difícil até para o árbitro. Com a nossa estratégia, eles mudaram um pouco a forma de jogar, eles jogam muito pelo meio do campo. Marcamos bem ali, largamos os laterais. Os nossos jogadores foram muito inteligentes. Com a pressão, Fred e Rafael Moura na área. A gente soube suportar. Aqui é muito complicado. Quebramos a marca. Flu e eu ganhamos aqui pela primeira vez.

Trabalho com elenco
A garotada gosta de jogar, gosta de cumprir ordem, pensa no coletivo. Com o coletivo encaixado, o time joga, tem mais a bola. Eu falei que a gente ia sofrer sem a bola, mas com ela iríamos nos divertir. A gente soube administrar. Agora é ir para a próxima. 


VEJA O VÍDEO CLICANDO NO LINK ABAIXO


FONTE:



Fluminense aproveita erros do Galo, segura pressão e vence no Independência




BRASILEIRÃO SÉRIE  A - 02ª RODADA


Em final de primeiro tempo frenético, time carioca faz dois gols em três minutos, mas vê o Galo reduzir vantagem logo na sequência; pressão do Atlético-MG no segundo tempo não surte efeito


Por Rafael Araújo, 
de Belo Horizonte



Lance de Atlético-MG x Fluminense no Independência (Foto: Futura Press)
Lance de Atlético-MG x Fluminense no 
Independência (Foto: Futura Press)




Depois de 11 vitórias seguidas no Horto, o Atlético-MG conheceu o primeiro tropeço em casa nesta temporada. O algoz foi o Fluminense, que fez um jogo impecável ao se aproveitar dos erros do Galo para encaixar duas boas jogadas e fazer os gols. Com a vantagem, o Tricolor conseguiu segurar a pressão alvinegra para sair vencedor no Horto, diante de pouco mais de 16 mil torcedores presentes.
Com dois gols em três minutos, Henrique Dourado e Richarlison colocaram o Flu em vantagem no final do primeiro tempo. Ainda na primeira etapa, Gabriel, de cabeça, diminuiu para o Galo, que partiu para cima no segundo tempo, mas parou nos próprios erros de finalização e no nervosismo que tomou conta da equipe.

Na próxima rodada do Brasileirão, o Atlético-MG entra em campo no domingo de manhã, contra a Ponte Preta, novamente no Horto. No entanto, antes desta partida, o Galo inicia a disputa de oitavas de final da Copa do Brasil contra o Paraná, na quarta-feira, em Curitiba. O Fluminense volta a campo no sábado, contra o Vasco, às 19h (de Brasília), em São Januário. 

Fred passou em branco contra o ex-time (Foto: Reprodução/Premiere)
Fred passou em branco contra o ex-time 
(Foto: Reprodução/Premiere)

A

 partida


As emoções do primeiro tempo jogo ficaram guardadas para a reta final. Do apito inicial de Jean Pierre Gonçalves de Lima até os 20 minutos, o Atlético-MG foi o senhor das ações no Independência. Com a tradicional pressão e uma marcação bem ajustada, o time alvinegro levou perigo ao gol de Cavalieri em três oportunidades, mas sem conseguir abrir o placar.

No primeiro vacilo do sistema defensivo do Galo, aos 34 minutos, Henrique Dourado achou Richarlison livre em velocidade. Já dentro da área, ele foi derrubado por Marcos Rocha, e o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança, o Ceifador cobrou no canto e fez 1 a 0. Não demorou três minutos para a dupla funcionar de novo. Henrique cruzou, Richarlison ganhou e acertou uma bonita cabeçada, fazendo 2 a 0 para o Flu.

O Galo não sentiu o baque e respondeu aos 40 minutos. Cazares cobrou escanteio na cabeça de Gabriel, que cabeceou sem chances para Diego Cavalieri. E o empate quase veio aos 41, novamente com o equatoriano, que soltou a bomba de fora da área, mas parou em bela defesa do arqueiro tricolor, garantindo a vitória no primeiro tempo.

Atrás no placar, Roger mexeu ainda no intervalo e voltou com Maicosuel na vaga de Rafael Carioca. A alteração ofensiva colocou o Atlético-MG para cima, e Fred quase deixou tudo igual, logo aos sete minutos. Aos oito, Henrique Dourado fez ótima jogada e bateu alto, obrigado Victor a espalmar para escanteio.

O jogo franco ganhou ares de drama a medida que o relógio jogava a favor do Fluminense. Com a vantagem, o time carioca passou a segurar a partida e fazer cera, deixando os jogadores do Atlético-MG bastante irritados em campo. A irritação rapidamente passou para as arquibancadas, com a torcida perdendo a paciência com o árbitro do jogo. E o clima tenso afetou diretamente a reação do time em campo, que passou a errar demais na hora H. 


FONTE:

Ira, protesto e foco: Alison canaliza raiva e é campeão com Bruno no Rio



CIRCUITO MUNDIAL DE VÔLEI DE PRAIA


Indignado com resultado do desafio em vídeo, campeão olímpico debocha sobre "roubo", ameaça não voltar à quadra, mas se controla e despacha dupla polonesa


Por
Rio de Janeiro



Foi um jogo tenso, principalmente quando a telão foi o centro das atenções. Indignado com a decisão da arbitragem na análise de dois desafios de vídeo, Alison afirmou que estava sendo roubado e ameaçou não voltar para a quadra. Felizmente, conteve os ânimos e se manteve ao lado de Bruno Schmidt para buscar o resultado na bola. Pobre poloneses. O campeão olímpico transformou a raiva com as marcações que considerou equivocadas em potência nos ataques sobre Losiak e Kantor. Assim, levantou a torcida para levar a dupla ao título da etapa do Rio de Janeiro do Circuito Mundial de vôlei de praia. A vitória veio em sets diretos, com placar de 25/23 e 21/12.

- Aconteceu um erro, e dentro de casa a vontade às vezes é muito maior do que o foco, e complicou o jogo. Mas o mais importante foi mostrar a experiência do nosso time, confiando um no outro. A gente não desiste em nenhum momento. A imagem parecia fora, o juiz não podia fazer nada, porque a informação vem de dentro. Falaram com a gente que sabiam que tinha sido fora, mas que a informação vinha de dentro. A imagem estava mostrando que era fora. Desestruturou um pouquinho, mas mostra a confiança do nosso time. Ou ele usa isso e constrói, ou destrói. Nosso time construiu, e a Polônia se assustou um pouco - disse Alison.

+ Ágatha e Duda superam paredão do Canadá e se sagram campeãs no Rio

O jogo começou equilibrado, com os dois times confirmando seus ataques. Alison forçou muito o saque e brilhou no bloqueio, levando o Brasil a ter três pontos de vantagem (12/9). Um lance polêmico, porém, fez com que o placar voltasse a ficar parelho. A Polônia pediu desafio em vídeo alegando bola dentro. A imagem deu margem para dúvida, porque a bola cai fora, mas a linha se mexe – e bola na linha é bola dentro. Alison, revoltado, chegou a ameaçar não voltar para a quadra.

Alison e Bruno Schmidt contra Losiak e Kantor na etapa do Rio do Circuito Mundial de vôlei de praia (Foto: Daniel Zappe / Mpix / CBV )
Alison vibra contra Losiak e Kantor na etapa 
do Rio do Circuito Mundial de vôlei de prai a
(Foto: Daniel Zappe / Mpix / CBV )

Os poloneses assumiram a dianteira no placar, e o clima piorou. Alison e Bruno pediram novo desafio alegando bola dentro. A revisão em vídeo indicou bola fora, e o Mamute riu em tom de deboche. Com as mãos fez sinal de que estava sendo roubado pela mesa revisora, e por isso recebeu cartão amarelo. A dupla brasileira salvou três set points, e em ataque de Losiak para fora veio o triunfo parcial: 25/23. Ao deixar a quadra, Alison voltou a gesticular como se estivesse sendo roubado.
O segundo set voltou a ser pegado. Mas Alison canalizou a raiva no jogo e comandou jogadas que levantaram o público. A cada uma delas ele acenava para as arquibancadas em busca de ainda mais apoio. Embalado, o Mamute fez os poloneses penarem. Sobrou tanto no bloqueio quando em ataques potentes. Em novo desafio de vídeo, novamente derrotado, Alison reconheceu o ponto em favor dos poloneses. Àquela altura a vantagem já era enorme (16/9). Foi só administrá-la. O título veio em bola fora de Losiak: 21/12.

Alison e Bruno Schmidt contra Losiak e Kantor na etapa do Rio do Circuito Mundial de vôlei de praia (Foto: Daniel Zappe / Mpix / CBV )
Bruno Schmidt supera Kantor na etapa do Rio 
do Circuito Mundial de vôlei de praia