terça-feira, 9 de maio de 2017

Vem, Brasileirão! Confira a campanha de cada time da Série A nos estaduais



Aproveitamento, vitórias, empates, derrotas, gols.. Confira os números dos 20 times que iniciam a disputa do Campeonato Brasileiro no próximo fim de semana



Por Felipe Siqueira, 
Rio de Janeiro


Neste último domingo, o Brasil conheceu a maioria de seus campeões estaduais em 2017. E após o encerramento de quase todos os torneios regionais, vencedores e derrotados têm pouco tempo para celebrar as taças ou lamentar os revezes. É hora de virar a chave para o Campeonato Brasileiro, que começa no próximo fim de semana. E como nesse início de ano, os torcedores acabam prestando 
mais atenção apenas em seus rivais mais próximos, trazemos os números de todos os times da Série 
A nos estaduais para que você tenha uma noção de como cada clube chega à competição nacional. 


Confira:


CAMPEÕES



Vitória
Dentre todos os times da Série A, o Vitória é o que teve o melhor desempenho nos campeonatos estaduais com 85,7%. Após uma campanha 100% na primeira fase, o time despachou o Vitória da Conquista nas semis e levou a melhor sobre o rival Bahia na decisão. Além disso, a equipe tem o terceiro melhor ataque, com 34 gols, a segunda melhor defesa, com 6, e o melhor saldo, 28. Destaque para a dupla de ataque André Lima e Kieza. Apesar da campanha quase perfeita no baiano, a eliminação para o Bahia na Copa do Nordeste custou a cabeça do técnico Argel Fucks. Com isso, o time terminou o torneio estadual sob comando de Wesley Carvalho. 


 (Foto: editoria de arte)
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Flamengo
Campeão carioca de forma invicta, o Flamengo tem o segundo melhor desempenho entre os 20 times da série A, com 80,4% de aproveitamento, abaixo apenas do Vitória. O Rubro-Negro carioca teve o ataque mais eficiente, com 39 gols. Apesar do bom elenco em mãos, Zé Ricardo teve que mostrar criatividade para suprir a perda de seu melhor jogador, Diego. Com a ausência do meia, Guerrero assumiu o protagonismo e se tornou o herói do título. 


 (Foto: editoria de arte)
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Atlético-MGSob o comando de Roger, o elenco recheado de estrelas do Atlético-MG embalou no estadual. Com um Fred inspirado e com a pontaria afiada, o Galo teve a melhor campanha da primeira fase e coroou o primeiro semestre com o título estadual em cima do rival Cruzeiro. 


 (Foto: editoria de arte)
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Chapecoense
Quatro meses e um dia depois da queda do avião da delegação, a Chapecoense coroou sua reconstrução com um bicampeonato inédito, dedicado às vítimas da tragédia. Em pouco tempo, Vágner Mancini conseguiu dar liga ao novo grupo de jogadores e, mesmo conciliando o estadual com a Libertadores e outros compromissos, conseguiu faturar o segundo turno. Desbancou o Avaí no critério de desempate na final para levar o título.

 
 (Foto: editoria de arte)
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Corinthians
A análise de muitos especialistas de que o Corinthians estaria abaixo dos outros grandes de São Paulo no início do ano parece ter mexido com os brios dos jogadores. Com um Jô impiedoso nos clássicos, o Timão superou a desconfiança para levar o título paulista. Destaque também para Rodriguinho, artilheiro da equipe ao lado de Jô e melhor do time nas finais. 


 (Foto: editoria de arte)
(Foto: editoria de arte) 



 Coritiba
Sob o comando de Pachequinho, o Coritiba fez a segunda melhor campanha da primeira fase, atrás apenas do Paraná, atropelou o Cascavel nas quartas, bateu o Cianorte nas semis e não deu chances para o Atlético-PR na final. Artilheiro do Campeonato Paranaense, Kléber Gladiador foi o destaque da equipe.

  (Foto: editoria de arte)
(Foto: editoria de arte)




VICE-CAMPEÕES


CruzeiroO Cruzeiro de Mano Menezes por pouco não terminou o Campeonato Mineiro invicto. Por pouco. Foram oito vitórias e três empates na 1ª fase, ficando atrás apenas do Atlético-MG no critério de desempate. E após passar pelo América nas semis, perdeu justamente a última partida da competição para o Galo e viu o rival ser campeão. Rafael Sóbis, o argentino Ábila e o meia Arrascaeta foram os destaques do time.


 (Foto: editoria de arte)
(Foto: editoria de arte)


Bahia
O Bahia bem que tentou. Até fez uma boa campanha na primeira fase, mas passou em segundo, atrás do Vitória, que teve 100% de aproveitamento. Depois de despachar o Flu de Feira de Santana nas semis, acabou parando mais uma vez no rival da capital na decisão. Após dois empates, viu o Vitória erguer a taça pelo critério de desempate. O meia Régis e o atacante Hernane Brocador foram os destaques do time.


 (Foto: editoria de arte)

 (Foto: editoria de arte)
(Foto: editoria de arte) 


Avaí
O Avaí começou a temporada sendo campeão do primeiro turno de forma invicta. Com a vaga na final garantida, tirou o pé no returno, terminando em quarto. A campanha inferior a da Chapecoense no somatório geral acabou pesando. Após uma vitória e uma derrota pelos placares de 1 a 0, o time de Florianópolis perdeu o título no critério de desempate. Os atacantes Denilson e Junior Dutra, e o zagueiro Alemão foram os destaques da equipe.



  (Foto: editoria de arte)
  (Foto: editoria de arte) 


Fluminense
Com poucas contratações e um mal fim de 2016, o Fluminense começou a temporada desacreditado e se tornou uma das grandes surpresas dos estaduais. Com muitos jogadores da base, Abel Braga conseguiu montar um time veloz e ofensivo, dono do segundo melhor ataque. A equipe levou a Taça Guanabara, chegou até as finais, mas acabou superada por um Flamengo mais experiente e de melhor elenco. Destaque para os atacantes Wellington e Richarlison e para a revelação Wendel.


 (Foto: editoria de arte)
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Ponte Preta
Após um começo de temporada morno, a Ponte Preta engrenou com a chegada de Gilson Kleina e por pouco não fez história no Paulistão. Eliminou o Santos nas quartas e o Palmeiras nas semifinais. Na decisão, porém, não resistiu ao Corinthians e viu seu primeiro grande título escapar mais uma vez. Destaque para William Pottker, que superou a crise com a transferência mal sucedida no início do ano para ser o artilheiro do campeonato.




  1.   (Foto: editoria de arte)

(Foto: editoria de arte)




Atlético-PR
Focado na Libertadores, o Atlético-PR de Paulo Autuori não conseguiu dar tanta atenção ao estadual e teve um começo ruim, terminando em sétimo na primeira fase. No entanto, ainda conseguiu chegar às finais, mas acabou sendo superado pelo Coritiba.


 (Foto: editoria de arte)
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 FINALISTA
SportO Campeonato Pernambucano é o único dos estaduais com times da Série A que ainda não terminou. A segunda partida da final será disputada apenas no dia 18 de junho. E um dos finalistas é justamente o Sport. O Leão da Ilha teve campanha discreta no hexagonal, passando em terceiro, mas bateu o Náutico nas semis e chegou à decisão. Na partida de ida, empatou em 1 a 1 com o Salgueiro e agora precisa da vitória para levar o título. O meia Diego Souza e o atacante Rogério são os destaques da equipe.


 (Foto: editoria de arte)
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ELIMINADOS NAS SEMIFINAIS

Atlético-GO
Campeão da Série B em 2016, o Atlético-GO precisou superar um início de ano turbulento em razão de polêmicas extracampo de seu técnico Marcelo Cabo. A equipe teve um campanha irregular no Campeonato Goiano e acabou eliminada nas semifinais para o rival Goiás, que sagrou-se campeão. O atacante Junior Viçosa e o meia Jorginho foram os destaques do time.

  (Foto: editoria de arte)
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Botafogo
Com jogos decisivos desde o início do ano pela Pré-Libertadores e um elenco na conta do chá, o Botafogo não conseguiu se dedicar como gostaria ao Campeonato Carioca. Fora das semifinais da Taça Guanabara, chegou até a final da Taça Rio e garantiu uma vaga nas semifinais do estadual. No entanto, acabou superado pelo Flamengo, que terminou como campeão.


  (Foto: editoria de arte)
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Vasco
Após voltar à Série A sem empolgar, o Vasco reformulou o elenco já com o Carioca em andamento. Cristóvão Borges não conseguiu dar liga ao time e coube a Milton Mendes elevar o desempenho da equipe, que venceu a Taça Rio, mas acabou superada com facilidade pelo Fluminense nas semifinais do estadual. Grande reforço para 2017, Luis Fabiano não encantou, e o destaque do time coube ao jovem volante Douglas.


 (Foto: editoria de arte)
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 Palmeiras
Campeão Brasileiro em 2016, o Palmeiras foi a equipe que mais se reforçou para a temporada 2017. Sob o comando de Eduardo Baptista, o Verdão sobrou em seu grupo na primeira fase, passou sem dificuldades pelo Novorizontino nas quartas de final, mas foi surpreendido pela Ponte Preta nas semifinais. Apesar dos bons números, Baptista não resistiu à sombra de Cuca e acabou demitido após uma derrota na Libertadores.

  (Foto: editoria de arte)

(Foto: editoria de arte)


 São Paulo
Com o maior ídolo de sua história, o ex-goleiro Rogério Ceni, agora no papel de treinador, o São Paulo passou como líder de seu grupo, superou o Linense com facilidade nas quartas de final, mas parou no Corinthians nas semifinais. O ataque foi o ponto forte do time, com 33 gols, tendo Gilberto, artilheiro do Paulistão, como destaque.


 (Foto: editoria de arte)
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 Grêmio
Apesar de disputar a Libertadores, o Grêmio não queria abrir mão do Gaúchão, para tentar pôr fim à série de seis títulos seguidos do arquirrival Inter. Tanto que Renato Gaúcho poupou os titulares em uma partida da competição continental para priorizar o estadual. O tiro saiu pela culatra e a equipe foi eliminada nas semifinais para o Novo Hamburgo. Ironicamente, coube ao time do interior a façanha de destronar o Colorado. 



 (Foto: editoria de arte)
(Foto: editoria de arte)


 ELIMINADO NAS QUARTAS DE FINAL
Santos
Dos 20 times da Série A, o Santos foi o único que não conseguiu chegar ao menos às semifinais de seu torneio estadual. O time comandado por Dorival Júnior até avançou com a melhor campanha de seu grupo na primeira fase do Paulistão, apesar de quatro derrotas em 12 jogos. No entanto, acabou surpreendido pela Ponte Preta nas quartas de final.



 (Foto: editoria de arte)
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FONTE:






Cuca está de volta ao Palmeiras: "Responsabilidade muito maior"




PALMEIRAS


Técnico revela ter ficado "em dúvida" sobre retorno, vê time "autopressionado" por conta do título brasileiro e coloca Libertadores como grande objetivo


Cuca está de volta ao Palmeiras:



Por Felipe Zito e Tossiro Neto, 
São Paulo


  Cuca está de volta ao Palmeiras. Depois de muita expectativa entre os torcedores, o treinador campeão brasileiro de 2016 foi apresentado na Academia de Futebol nesta terça-feira e iniciou a sua terceira passagem pelo clube – a segunda como técnico. Ele substitui Eduardo Baptista, demitido na semana passada, após derrota para o Jorge Wilstermann, na Bolívia, pela Libertadores.

Cuca já comanda o treinamento da tarde desta terça, quando começa a preparação da equipe para enfrentar o Vasco, no próximo domingo, em casa, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Os ingressos estão à venda.

Cuca foi apresentado pelo presidente do Palmeiras, Mauricio Galiotte, e pela presidente do grupo Fam/Crefisa, Leila Pereira, patrocinadora do clube. Galiotte ressaltou que Cuca só saiu do clube em dezembro por alegar "questões particulares".

– Eu saí no começo de dezembro, quando avisei que não iria ficar por motivos pessoais, familiares. Pretendia dar uma atenção maior e dei à família. Não determinei prazo específico de quando ficaria parado. Em teoria, cinco, seis meses, como acabou acontecendo – disse Cuca.

– Na sexta-feira, recebi ligação do Alexandre (Mattos) em cima de um possível retorno meu. Ele disse que se eu não viesse, viria outro. Eu estava até em negociação no mercado asiático. Se não viesse para cá, iria para lá. Já estava em condição de trabalhar, ainda que não tivesse feito o que queria, que era ver alguns treinos no mercado europeu – completou o treinador. 


Mauricio Galiotte, presidente do Palmeiras, técnico Cuca e Leila Pereira, patrocinadora do clube (Foto: Tossiro Neto)
Mauricio Galiotte, presidente do 
Palmeiras, técnico Cuca e Leila 
Pereira, patrocinadora do clube 
](Foto: Tossiro Neto) 


Cuca reafirmou que tinha a possibilidade de voltar a trabalhar no exterior e disse ter ficado "em dúvida" sobre voltar ao Verdão, mas acabou topando o desafio.


 – Eu estava com alguma dúvida, sinceramente, em voltar ao Palmeiras, porque é muito precoce, muito em cima. Tinha condição de sair (para o exterior) também – disse Cuca.


  – Um dos motivos principais que me fez vir foi o conhecimento de casa que tenho. É um trabalho muito difícil, responsabilidade muito maior, mas com conhecimento de casa bom, o que abrevia o trabalho. Todos sabem o carinho que tenho pelo clube – completou o treinador.

Momento especial
Em alta com a torcida, Cuca retorna ao Verdão cinco meses após ter deixado o clube, logo após a conquista do Brasileirão.

Palmeirense desde a infância, Cuca dirigiu o time alviverde em 51 partidas, com 29 vitórias, 11 empates e 11 derrotas.


Como jogador, Cuca atuou pelo Palmeiras em 1992, mas se despediu meses antes de o time sair da fila. No currículo, apenas um vice-campeonato paulista daquele ano. No total, foram 24 jogos com a camisa 8, 13 vitórias, quatro empates, sete derrotas e sete gols marcados.

Além de Cuca, que terá luvas pela contratação pagas pela Crefisa, a comissão técnica campeã brasileira também volta a trabalhar na Academia de Futebol: os auxiliares Cuquinha e Eudes Pedro e o observador técnico Daniel Cerqueira reforçam o Verdão. 


Cuca está de volta ao Palmeiras (Foto: Tossiro Neto)
Cuca está de volta ao Palmeiras (Foto: Tossiro Neto)


 Veja os principais tópicos da apresentação de Cuca:

Retorno ao clube
– Eu saí no começo de dezembro, quando avisei que não iria ficar por motivos pessoais, familiares. Pretendia dar uma atenção maior e dei à família. Não determinei prazo específico de quando ficaria parado. Em teoria, cinco, seis meses, como acabou acontecendo. Na sexta-feira, recebi ligação do Alexandre (Mattos) em cima de um possível retorno meu. Ele disse que se eu não viesse, viria outro. Eu estava até em negociação no mercado asiático. Se não viesse para cá, iria para lá. Já estava em condição de trabalhar, ainda que não tivesse feito o que queria, que era ver alguns treinos no mercado europeu.

Ainda sobre o retorno
– Eu estava com alguma dúvida, sinceramente, em voltar ao Palmeiras, porque é muito precoce, muito em cima. Tinha condição de sair também. Um dos motivos principais que me fez vir foi o conhecimento de casa que tenho. É um trabalho muito difícil, responsabilidade muito maior, mas com conhecimento de casa bom, o que abrevia o trabalho. Todos sabem o carinho que tenho pelo clube.

Sobre a promessa do título brasileiro, que se concretizou em 2016
– Aquele episódio em que falei que iria ser campeão brasileiro foi uma ajuda, uma defesa que pus aos jogadores. Um dia antes, havia acontecido de a torcida ter vindo (pressionar) no CT. No domingo, tomamos 4 a 1 em Presidente Prudente (do Água Santa, pelo Paulistão). Na ocasião, lembro que disse que seria o fundo do poço. Tirei o peso dos jogadores e assumi. Acabou dando certo.

Momento do clube
– O momento é inverso. O Palmeiras se autopressionou por conta disso, por achar que vai ganhar tudo. Acho que foi prejudicial até para o Eduardo, porque no primeiro campeonato que ele não ganhou teve cobrança muito grande. E ele tinha campanha muito boa em percentual de pontos. Isso atinge o treinador, o jogador, que fica pressionado. O Palmeiras investiu muito, mas o futebol não é assim. O Palmeiras tem necessidade de brigar pelos títulos, mas não obrigação. Os jogadores têm que executar com tranquilidade.

Elenco atual
– Eram situações diferentes. Jogamos como dava, precisava ser campeão, dentro da lei. Se a gente fizer comparativo aqui do time do ano passado em relação ao desse ano, foi trocado o Moisés pelo Felipe Melo. O Guerra pelo Cleiton Xavier. E o Borja ou o Willian pelo Gabriel Jesus. Os demais, é o mesmo time. O que melhorou e o que piorou? Pode ganhar tudo, mas não precisava falar hoje. Tem que trabalhar quietinho, como mineiro, pelos cantinhos. Hoje, o Palmeiras ganhar de 1 a 0 é questionado, porque não convenceu. Isso é uma coisa que nós mesmos nos intitulamos assim. De fora vendo, acho que é algo desnecessário puxar isso. A responsabilidade existe, não precisa falar nela todo dia. Hoje, o trabalho é um pouco menos difícil, vinha de dois anos na China. Agora, não, estava assistindo aos jogos. Tenho conhecimento de grupo, de casa. Abrevia muito o tempo isso. Lógico que vim no carro pensando muitas coisas em cima de time. Muitos dos que vieram foram por indicação minha. Independentemente se fui eu que indiquei ou não, vão ter as mesmas obrigações.

Precisa de reforços?


– Vamos precisar de todo o elenco, todos vão ter oportunidade. Num período de duas ou três semanas, vou ter condição boa de dar uma avaliada e passar o que eu penso para o Alexandre (Mattos).

Vai ter mais paciência do torcedor, Cuca?
– No domingo, sim (risos). Mas na sequência a pressão é igual. No Palmeiras, tem que jogar bem todo dia. Ganhar de 1 a 0 não é suficiente. Foi feito um investimento muito grande. Mas esse investimento não foi para o Palmeiras só de agora. Trouxe Luan, Antônio Carlos, Hyoran, Willian, Keno, Veiga... São quase todos jovens, que encorpam muito o elenco.

O que pode aproveitar do trabalho do Eduardo Baptista?
– O Eduardo passou uma sensação muito boa para quem assistia aos jogos, sobre ficar com a posse de bola, controlar o jogo. Infelizmente, não chegou à final paulista. Em diversas ocasiões, a gente viu o Palmeiras jogando bem, buscando o resultado, com alma. Particularmente, acho que ele fez um trabalho bom.

Sobre a calça vinho, Cuca brincou:
– A calça ficou para o Palmeiras, o pessoal me pediu, deixei lá. 350 paus (risos).

Sobre vestiário
– Quando se sai de um clube por escolha sua, o próprio jornalista não acha que o Cuca saiu por isso. Saiu porque teve problema, não gostava do grupo. Mas sempre tive ambiente bom. Nunca briguei com Alexandre ou jogador. Tem situações que você tem que pôr o dedo, e eu faço isso, como posso voltar a fazer, sempre no afã de melhorar. O time, o jogador e a pessoa.

A Libertadores é um desafio?
– O motivo é treinar o Palmeiras. Se eu não estivesse aqui, estaria em outra equipe. Tenho carinho muito grande e quero vencer. Campeonato Brasileiro é difícil, Copa do Brasil, Libertadores mais ainda. Assim como o Palmeiras, todos querem vencer. Temos que nos preparar bem. Tem que estar superpreparado.

Comparação entre a Libertadores de 2016 e a atual
– Estamos em uma condição mais preparada. Jogávamos o penúltimo fora, e o último dependendo do Nacional não perder. Hoje você depende só de você, é mais favorável. Mas é perigoso. O adversário (Tucumán) está se preparando para ganhar.

Calendário
– Já olhei que temos 31 jogos em 103 dias, mas agora a Libertadores é mais espaçada. Lógico que se for priorizar algo, vai priorizar a maior e a que estiver mais próxima do final. Como priorizamos o Brasileiro em relação à Copa do Brasil no ano passado.

O que tem da equipe de 2016 na atual, Cuca?
– Aquela equipe está aí, foi a melhor do Paulista em pontos. Teve um dia ruim em Campinas e acabou ficando fora. É uma continuação do Eduardo. Uma ou outra coisa minha, eu vou pôr. Jogador tem que entender que, em competição de mata-mata, você não tem direito de ter dia ruim, senão fica fora.

Reforços especulados: Danilo Avelar e Ganso
– Nunca ouvi falar de Danilo Avelar. Ganso também não tenho acompanhado. Para mim, é novidade. Ideia do elenco eu tenho, tenho muito trabalho. Primeiro vou falar com os atletas. Tem jogador que pode sair no meio do ano, temos que ficar atentos. Se perder alguém, é natural que recomponha.

Sobre as diferenças de esquema tático
– Não tenho uma maneira de jogar. Gosto de jogar à frente, arriscando mais na frente. Não vejo que tenha muita mudança. Era sistema bom com o Eduardo, variava também. Muitas vezes, jogava até sem volante. Quando acontece alguma coisa boa, é bom para nós, treinadores.


Veja a entrevista de Cuca em sua apresentação no Palmeiras clicando no LINK da FONTE abaixo


FONTE: 




FILHA DE JANOT ADVOGA PARA ODEBRECHT,



FONTE:
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/tese-de-janot-para-pedir-o-impedimento-de-gilmar-serviria-para-o-proprio-pgr-filha-dele-advoga-para-odebrecht/


Tese do PGR para pedir impedimento de Gilmar se aplica a ele mesmo


A tese de Janot para pedir o impedimento de Gilmar serviria para o próprio PGR — a filha dele advoga para a Odebrecht





A tese que o procurador-geral da República Rodrigo Janot tenta emplacar para anular o Habeas Corpus que soltou o empresário Eike Batista serviria também para anular toda a operação “lava jato”.
Janot diz que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, não poderia ter concedido o HC, porque o escritório no qual sua mulher trabalha já advoga para o empresário na área cível.
Se a regra existisse, o próprio Ministério Público Federal estaria proibido de atuar em casos envolvendo a Odebrecht, a construtora OAS e a própria Petrobras (protagonistas na famigerada “lava jato”), pois a filha do PGR advoga para as três empresas.
Alhos e bugalhos
Ainda que o caso de Eike julgado por Gilmar Mendes seja da área Penal, assim como é toda “lava jato”, Janot quer aplicar o Código de Processo Civil. O CPC proíbe a atuação do juiz nos casos em que figure como parte cliente do escritório de advocacia de seu cônjuge, companheiro ou parente, mesmo que patrocinado por advogado de outro escritório. O próprio CPC prevê, no artigo 148, que os motivos de impedimento dos juízes também se aplicam a membros do MP.
Janot se baseia no artigo 3º do CPP, que admite a “aplicação analógica” de lei ao processo penal. Mas o dispositivo só se aplica nos casos em que o CPP é omisso. Mas o Código de Processo Penal já prevê suas próprias regras para impedimento e suspeição de juízes, no artigo 252.
Assim, se a tese de Janot vingar, será o fim da “lava jato”. Isso porque sua filha Letícia Ladeira Monteiro de Barros tem como clientes a Braskem, petroquímica controlada pela Odebrecht, a construtora OAS e a Petrobras, em diferentes casos na Justiça Federal e no Conselho Administrativo de Defesa Econômica.
Como Janot é chefe do Ministério Público Federal (cargo para o qual cogita ser reeleito pela segunda vez em setembro) todos os atos da entidade relativos a essas três empresas, centrais na “lava jato”, seriam nulos. Mas isso só aconteceria se Janot conseguir fazer valer a regra que ele mesmo inventou.
Executivo x empresa
Após a publicação desta notícia, a PGR publicou uma nota buscando separar a Procuradoria-Geral da República do Ministério Público Federal, que atua na primeira instância e celebra os acordos de leniência. Em relação às delações, o comunicado diz que quem faz tais acordos com a PGR são os executivos, “não a empresa”.
A nota afirma que Janot não assinou “nenhuma petição envolvendo a empresa [OAS] ou seus sócios”. Sem citar Odebrecht ou Petrobras. “Observa-se ainda que o procurador-geral da República já averbou suspeição em casos anteriores”, diz o órgão que chefia o Ministério Público Federal.
Há, no entanto, o caso do criminalista Rodrigo Castor de Mattos. Ele é advogado de Carlos Alberto Pereira da Costa, também advogado e um dos que fez acordo de delação com a operação “lava jato”. Rodrigo é irmão do procurador da República Diogo Castor de Mattos, integrante da autoproclamada força-tarefa do Ministério Público Federal que toca a “lava jato”.
O caso se enquadraria no artigo 258 do Código de Processo Penal, que proíbe membros do MP de atuar em processos em que o juiz ou qualquer das partes sejam seus parentes ou cônjuges. “A eles se estendem, no que lhes for aplicável, as prescrições relativas à suspeição e aos impedimentos dos juízes”, complementa o dispositivo.
Leia a nota:
Acerca de notícias veiculadas na manhã desta terça-feira, 9 de maio, a Procuradoria-Geral da República esclarece que os acordos de leniência celebrados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) com pessoas jurídicas são firmados com o Ministério Público Federal que atua na 1ª instância. 
O que está entre as atribuições da Procuradoria-Geral da República é negociar os acordos de colaboração que envolvem pessoas com prerrogativa de foro. Neste caso, os executivos propõem os termos de colaboração a serem prestados, e não a empresa. Mesmo assim, atualmente, os acordos de colaboração são assinados pelo Grupo de Trabalho da Lava Jato na PGR, por delegação do procurador-geral da República.
É importante notar que os executivos da OAS não firmaram acordo de colaboração no âmbito da Operação Lava Jato e a Construtora OAS não assinou acordo de leniência. O procurador-geral da República não assinou nenhuma petição envolvendo a empresa ou seus sócios. Portanto, não há atuação do PGR.
Observa-se ainda que o procurador-geral da República já averbou suspeição em casos anteriores. A Procuradoria-Geral da República observa de maneira inflexível a aplicação do Código de Processo Penal e do Código de Processo Civil no seu âmbito de atuação.

A operação Lava Jato e o “estado” do estado de direito no Brasil, por Leonardo Avritzer



FONTE:
http://jornalggn.com.br/noticia/a-operacao-lava-jato-e-o-%E2%80%9Cestado%E2%80%9D-do-estado-de-direito-no-brasil-por-leonardo-avritzer



LEONARDO AVRITZER




A operação Lava Jato e o “estado” do estado de direito no Brasil
por Leonardo Avritzer
O depoimento do ex-presidente Lula em Curitiba parece representar o auge da politização da operação Lava Jato marcada pela frase tão repetida pelos seus procuradores de Curitiba de que “ninguém está acima da lei”. É verdade que no estado de direito ninguém está acima da lei mas esta frase usualmente é complementada por uma outra que a “Lava Jato” desconhece inteiramente: “todos os indivíduos são iguais perante a lei”. Nas últimas duas semanas, a Lava Jato no seu zelo em comprovar delitos por parte do ex-presidente Lula distorceu de todas as formas possíveis este postulado ao colher os depoimentos ou melhor delações de Leo Pinheiro e Renato Duque, ambos presos há mais de um ano em Curitiba sem condenação e sem prova formada. Ambos as delações, imediatamente vazadas para a grande imprensa no intuito de provar midiaticamente a culpa do ex-presidente, mostraram todos os perigos da delação premiada, tal como ela foi aprovada em 2013 e implementada pelos procuradores e pelo juiz Sérgio Moro. Neste artigo, procurarei discutir as duas principais falhas do direito penal brasileiro no que diz respeito ao direito de defesa e como elas são usadas pela operação Lava Jato não para julgar Lula e sim para condená-lo apesar da evidente falta de provas.
O principal problema da operação Lava Jato é a não separação entre o juiz que conduz a investigação e o julgamento, não separação esta agravada por não existir em nosso país a obrigatoriedade do sistema do júri. Em um artigo recente, publicado pela insuspeitíssima Foreign Affairs (https://www.foreignaffairs.com/…/brazil/2017-04-19/case-lula) um ativista americano da área dos direitos humanos traça a origem desta distorção. Trata-se de um sistema português do começo do século XIX e que Portugal já abandonou há muitas décadas. Os problemas deste sistema são evidentes: o juiz investigador familiariza-se com a investigação convence-se da culpa e atua no polo da condenação. No caso dos Estados Unidos e de todos os países com a obrigatoriedade do sistema do júri este sistema não seria tão complicado. Afinal uma das grandes vantagens do sistema de júri é que a consistência das provas tem que ser defendidas e aceitas por um conjunto de homens e mulheres leigas que nada sabem sobre o processo e que tem que ser convencidos de que as provas foram obtidas de forma lícita. Nada disso faz parte do repertório da operação Lava Jato. Sabemos que existem fortes dúvidas se as primeiras informações sobre o esquema de propina na Petrobrás não foram obtidas através de grampos ilegais instalados na cela ocupada por Paulo Roberto Costa e o doleiro Yousseff. Daí em diante sabemos das outras ilegalidades, tais como prisões preventivas injustificadas e trocadas por delações na qual houve sugestão sobre o que queria ser ouvido. Vivêssemos em um país com o sistema de júri, a procuradoria estaria agora tentando justificar os seus procedimentos sabidamente ilegais. No entanto, todas as provas que serão utilizadas amanhã contra Lula por um juiz que é parte da investigação são declaradas a priori legais e não passarão por nenhum teste em relação à como foram obtidas, a não ser em caso de apelação. Assim, o direito penal brasileiro se despe de todos os elementos de garantias que fazem parte do estado de direito, na tentativa não de implantar a igualdade de todos frente à lei mas talvez de provar que é possível condenar qualquer pessoa desde que a promotoria e o juiz estejam de acordo.
Mas, é na maneira como a delação premiada é utilizada no Brasil que se encontram as maiores ameaças ao estado de direito no país. A delação premiada é parte de algo que podemos denominar “concepção contratual do direito”. Não é à toa que em inglês ela é denominada de plea bargain, com a ideia de que a barganha é o elemento principal do processo.  O plea bargain implica em uma troca entre um indivíduo e o estado através da qual cada um será capaz de aferir algum benefício. Vale a pena ressaltar que o objetivo do plea bargain entendido de forma contratual é a redução do risco, para o acusado de enfrentar a pena máxima e para o estado de não conseguir condenar o acusado no Tribunal do Júri. Portanto, a indeterminação representada pela presença do júri no caso de não aceitação da delação ou da não opção pela delação é o elemento principal que força tanto a barganha por parte do acusado quanto a moderação da procuradoria. No caso brasileiro, no qual a delação premiada existe sem o sistema do júri, a certeza da pessoa presa de que o juiz irá condená-la, torna a delação premiada uma pressão completamente indevida do estado sobre o cidadão. Foi isto o que assistimos nas últimas duas semanas nos depoimentos de Leo Pinheiro e Renato Duque. Não há caminho possível para a liberdade ou para ser solto na Lava Jato que não passe pela colaboração com o Ministério Público e o juiz Sérgio Moro. Sendo, assim, o Brasil realizou a grande façanha de retirar a delação premiada do campo do direito contratual e colocá-la no campo do abuso das prerrogativas por indivíduos quer ocupam cargos no poder judiciário. Esta enorme distorção foi vista nas delações mencionadas: sabendo que a única maneira de saírem da prisão preventiva era apresentar evidências contra o ex-presidente Lula, Leo Pinheiro elevou ao paroxismo a percepção de que a Lava Jato opera através da falta de provas. Segundo ele, ele destruiu as provas que o ex-presidente Lula era o dono do triplex do Guarujá, mas não teria qualquer prova sobre o fato. A Lava Jato, ao insistir em provar a propriedade do triplex apesar da ausência de provas, vale-se da capacidade de chantagem embutida na delação premiada. E pasme-se: ela foi capaz de produzir um depoimento para legitimar a ausência de provas, depoimento este que também parece poder prescindir de provas. Certamente, algo desta natureza jamais passaria por qualquer júri em qualquer país, mas é uma via possível na qual delação e direitos penal estão completamente distorcidos.
Assim, o Brasil se vê as portas de um movimento estranho por parte das suas autoridades judiciais. Apoiando-se em movimento de rua que exige o fim da impunidade na política, a Lava Jato abre uma seara perigosa que é o da condenação sem provas ou da produção de provas por meio da coerção. Evidentemente que o estado de direito no Brasil é, na melhor das hipóteses, uma construção em curso. Mas, vale a pena observar que os países que tem um estado de direito mais consolidado não o alcançaram por meio do abuso da autoridade e sim através de movimentos contra estes abusos, como foi o caso nos Estados Unidos durante a convenção constitucional da Filadélfia que colocou o sistema de júri entre os direitos individuais ou da Austrália cujo mito fundador é a reversão da injustiça provada por meio de um julgamento injusto. A democracia recém conquistada no Brasil, só se fortalecerá se a população for capaz de entender que abusos de autoridade devem ser coibidos e que o combate à corrupção não pode prescindir da obediência aos preceitos da legalidade.


GILBERTO CARVALHO CONVOCA PARA “FESTA DEMOCRÁTICA” EM CURITIBA



FONTE:
https://www.brasil247.com/pt/247/parana247/294518/Gilberto-Carvalho-convoca-para-%E2%80%9Cfesta-democr%C3%A1tica%E2%80%9D-em-Curitiba.htm


Ex-ministro afirma em vídeo que as manifestações na capital do Paraná na véspera e no dia do depoimento do ex-presidente Lula não terá "baderna"; "Faço parte da coordenação de uma campanha por um Brasil mais justo, para todos e para o ex-presidente Lula"; "Ao contrário do que estão dizendo aí, estamos vindo com as mãos estendidas para o povo curitibano, eles sabem que não vão receber aqui baderneiros", diz; assista ao vídeo clicando no LINK da FONTE acima.

Paraná 247 - Em vídeo gravado de Curitiba, o ex-ministro Gilberto Carvalho convoca a população para acampar e participar das manifestações na capital do Paraná na véspera e no dia do depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sergio Moro.
Ele assegura que não terá "baderna". "Faço parte da coordenação de uma campanha por um Brasil mais justo, para todos e para o ex-presidente Lula", diz.
"Ao contrário do que estão dizendo aí, estamos vindo com as mãos estendidas para o povo curitibano, eles sabem que não vão receber aqui baderneiros", afirma. "Curitiba não é propriedade dos coxinhas, a grande maioria é o povo da luta. Não é verdade que vai ter baderna", diz.

GILBERTO CARVALHO: ACAMPAREMOS EM CURITIBA, QUEIRAM ELES OU NÃO



FONTE:
https://www.brasil247.com/pt/247/parana247/294271/Gilberto-Carvalho-acamparemos-em-Curitiba-queiram-eles-ou-n%C3%A3o.htm



Wilson Dias/Ag�ncia Brasil


"A Cidade é do povo, e não se esqueçam que Curitiba tem uma importante tradição de luta, fez uma belíssima greve geral e vai nos acolher com muito carinho. Não se deixem enganar pelo barulho dessa Minoria coxinha que pensa representar a Cidade. Teremos um comando unificado, forte, que vai nos ajudar a superar todos os obstáculos", diz o ex-ministro Gilberto Carvalho, sobre a caravana que irá à capital paranaense em apoio ao ex-presidente Lula

Por Gilberto Carvalho, no Nocaute
Queria aproveitar este momento pra fazer um apelo: que cessem as dissensões e diferenças entre nós! Cessem os medos que eles estão tentando impor com Interditos Proibitórios e mil manobras e boatos: eles querem pôr MEDO na nossa gente pra AFASTAR nossa gente de Curitiba. Não vamos cair nessa, nem repercutir esse terror. Nós nunca, nunca planejamos ir nos manifestar lá perto da Justiça Federal.
Nós sempre estabelecemos que nosso clima é de paz e democracia, de solidariedade a todos os perseguidos injustamente, sendo Lula um deles. Portanto NADA vai nos impedir de inundar Curitiba com nossa energia forte, intensa, democrática, pacífica e CORAJOSA. Acamparemos sim em Curitiba, queiram eles ou não.
A Cidade é do povo, e não se esqueçam que Curitiba tem uma importante tradição de luta, fez uma belíssima greve geral e vai nos acolher com muito carinho. Não se deixem enganar pelo barulho dessa Minoria coxinha que pensa representar a Cidade. Teremos um comando unificado, forte, que vai nos ajudar a superar todos os obstáculos.
Portanto, vamos pra Curitiba todos os que puderem. Quem não puder, chame a militância para pontos de concentração em cada cidade na tarde desta quarta-feira para demonstrar solidariedade ao Lula, combater as injustiças e combater as Reformas do governo impostor.
Muita energia boa, muita serenidade e Coragem pra todos nós!