segunda-feira, 27 de março de 2017

Loco lembra com carinho de seu tempo no Botafogo: "Jamais imaginei"




BANGU



Atacante do Bangu reencontra nesta tarde seu ex-clube. Em conversa com o Esporte Espetacular ele lembra detalhes desta relação íntima com o clube alvinegro



Por
Rio de Janeiro



O local da entrevista estava prontinho à espera de El Loco. E o número treze na cadeira tira qualquer ar de mistério. O atacante uruguaio Loco Abreu mesmo longe do Botafogo há quase cinco anos se sentiu em casa no estádio Nílton Santos. Antes do papo com o Esporte Espetacular, o atacante do Bangu posou pra fotos na nova loja, que até vende um livro com o momento mais marcante dele no clube  "A cavadinha muito louca" e reencontrou funcionários que ele diz serem os heróis ocultos do futebol. (vea no vídeo clicando no LINK da FONTE no final da matéria abaixo  e confira a reportagem de Eric Faria)

Loco Abreu em entrevista para o Esporte Espetacular (Foto: Renata Amaral)Loco Abreu em entrevista para o Esporte Espetacular (Foto: Renata Amaral)


 - Tudo o que você constrói no clube, tem a ver com a simpatia e com a raça pra trabalhar, que o pessoal, o massagista, o roupeiro, tem sempre pra passar pra nós – conta o uruguaio.

Loco Abreu é diferente dos demais jogadores, não apenas pela longevidade já que tem 40 anos, ou pela carreira com mais de 20 times no currículo, mas por ser um cara com muita personalidade. Os microfones da imprensa nunca o intimidaram, pelo contrário, os repórteres é que ouvem poucas e boas. Certa vez, o repórter Kiko Menezes, ficou meio temeroso se deveria após um gol perdido, oferecer a camisa do Inacreditável Futebol Clube, do Globo Esporte. Ele perguntou e ouviu a invertida. Será que hoje em dia, a resposta seria diferente?

 - Não, igual, aceitaria se o jornalista que tá falando comigo tivesse jogado – dispara Abreu.

Até por esse jeitão, Loco rapidamente caiu nas graças dos alvinegros. A recepção, a camisa entregue por Zagallo e a confiança que passou para todo mundo. O Botafogo vinha, na ocasião, de sucessivas derrotas para o Flamengo em decisões.

Loco Abreu dando entrevista para Eric Faria (Foto: Renata Amaral)
Loco Abreu dando entrevista para Eric Faria 
(Foto: Renata Amaral)


- O que eu perguntei o que vem acontecendo, a gente não aguenta mais perder final pra esses caras, então vamos pega-los na final e vamos ganhar - explica o atacante.

O Botafogo ganhou e aquela cavadinha virou título de livro e o Botafogo foi campeão carioca vencendo os dois turnos, mas o começo de Loco não foi bom. O atacante estreou na goleada de seis a zero para o Vasco.

 - Tomamos de seis, né. Eu achei que o primeiro jogo ia ser o ultimo – lembra ele.

Loco Abreu em entrevista para o Esporte Espetacular (Foto: Renata Amaral)
Loco Abreu em entrevista para o Esporte 
Espetacular (Foto: Renata Amaral)


Depois de sair no intervalo no primeiro jogo, com o tempo ele mostrou serviço. Só no estádio Nílton Santos, onde aconteceu a reportagem, são 41 gols em 63 partidas, números que o colocam na posição de maior artilheiro do estádio e com muita história para contar.

- Jamais imaginei quando cheguei em 2010 que ia acontecer o que aconteceu com a minha vida dentro do Botafogo – reflete Loco.

Logo mais, o reencontro com o Botafogo será em Moça Bonita e não no seu palco predileto, o Nílton Santos, o que seria bom pra aumentar as estatísticas e se distanciar de Fred, que é o segundo jogador que mais fez gols no estádio do Engenho de Dentro.

- Pode acontecer que daqui a pouco o Fred faça três gols aqui e passe a ser o maior artilheiro do Nílton Santos, mas pelo Botafogo o maior artilheiro vai continuar sendo eu – encerra o banguense.


FONTE:

Pênalti sofrido e duas chances de gol: Fernandes curte função mais ofensiva




BOTAFOGO




Volante entra como típico camisa 10 no lugar de Montillo e tem boa atuação na vitória do Bota sobre o Bangu: "Gosto de ter também esta liberdade para chegar ao ataque"




Por
Rio de Janeiro




Para um volante, ter 10 gols (em 73 jogos pelo Botafogo) é um número alto. É tentando mostrar sua versatilidade que Fernandes vai buscando seu espaço com Jair Ventura. Depois de atuar como segundo e terceiro homem do meio de campo, o jovem de 22 anos foi observado como meia, um típico camisa 10 em Moça Bonita, no último domingo. Ele entrou no lugar de Montillo no segundo tempo e incendiou a partida: criou duas chances de gol e sofreu o pênalti convertido por Sassá na vitória por 2 a 0 sobre o Bangu (veja no vídeo clicando no LINK da FONTE no final da matéria abaixo)

Função que curtiu exercer e pode ser opção para quando for preciso substituir Camilo ou novamente o meia argentino.

– Entrei com a função de ajudar na marcação, mas também de manter o poder ofensivo, apesar de termos um jogador a menos. Gosto de ter também esta liberdade para chegar ao ataque, me sinto muito bem fazendo isso – avaliou o jovem, que tem dois gols em 2017 sobre o Boavista.

Fernandes, Botafogo (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)
Fernandes entrou no segundo tempo contra o 
Bangu e colocou fogo na partida (Foto: 
Vitor Silva/SSPress/Botafogo)


Um dos cinco inscritos na fase de grupos da Libertadores, Fernandes não se ilude e se mostra consciente mesmo nas horas em que sequer for relacionado para o banco de reservas. O jovem aponta o histórico recente do clube em aproveitar os pratas da casa para manter a motivação.

Nunca desanimei, pois estou em um clube que a cada ano que passa dá realmente valor ao jogadores que vêm da base. Esse equilíbrio entre atletas experientes e os mais jovens têm dado certo"
Fernandes, volante do Botafogo

– Após uma pré-temporada boa, tive uma lesão que atrapalhou meu início, fiquei fora das primeiras fases da Libertadores. Mas eu nunca desanimei, pois estou em um clube que a cada ano que passa dá realmente valor ao jogadores que vêm da base. Esse equilíbrio entre atletas experientes e os mais jovens têm dado certo. Não adianta abaixar a cabeça quando não somos relacionados ou ficamos um tempo sem jogar. Aprendi que o melhor a fazer é treinar com mais vontade ainda. A oportunidade uma hora vai aparecer, e é preciso estar pronto para aproveitar.

Por um gol, a vitória pelo placar de 2 a 0 ainda não foi o suficiente para o Botafogo ingressar na zona de classificação para a semifinal da Taça Rio, mas serviu para passar o Nova Iguaçu e entrar no G-4 da classificação geral do Campeonato Carioca. Com o Fluminense, campeão da Taça Guanabara, e o Flamengo já garantidos na semifinal do estadual, restam duas vagas.



FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2017/03/penalti-sofrido-e-duas-chances-de-gol-fernandes-curte-funcao-mais-ofensiva.html

Substituto de Jair vibra com G-4: "Bota tem que estar sempre em semi, final..."




BOTAFOGO




Auxiliar técnico Emílio Faro comanda equipe na vitória sobre o Bangu, que recoloca o time na zona de classificação, e admite: "A gente precisava disso para dar sequência"



Por
Rio de Janeiro

Enquanto Jair Ventura, expulso no clássico contra o Fluminense na última quinta-feira, torcia fora de campo e vibrava com o gol de Sassá (veja no vídeo clicando no LINK da FONTE no final da matéria abaixo), o Botafogo era comandado pelo auxiliar técnico Emílio Faro à beira do gramado. Situação que o ex-preparador físico já havia vivido uma vez na carreira, em 2002, pelo próprio Bangu, adversário deste domingo. Mas ainda incomum e um pouco incômoda. Sorrindo, porém visivelmente nervoso, ele admitiu o desconforto na entrevista coletiva após a vitória por 2 a 0 em Moça Bonita.

– (Risos) É uma situação meio diferente, é um habitat em que não estou acostumado. Mas a gente vai falando. Vocês depois me expliquem como que fui. Eu só fui representar o trabalho de Jair, que é o comandante. E então foi executado tudo que era o combinado. Eu brinquei, até, que eu era uma filial do Jair hoje – brincou.

Emilio Faro, Botafogo (Foto: Thiago Lima)
Emilio Faro na difícil e desconfortável tarefa 
de encarar os microfones na entrevista 
coletiva (Foto: Thiago Lima)


Em campo, a vitória por 2 a 0 (veja os lances no vídeo clicando no LINK da FONTE no final da matéria abaixo) ainda não foi o suficiente para o Botafogo entrar na zona de classificação para a semifinal da Taça Rio, mas serviu para passar o Nova Iguaçu e entrar no G-4 da classificação geral do Campeonato Carioca. Com o Fluminense, campeão da Taça Guanabara, e o Flamengo já garantidos na semifinal do estadual, restam duas vagas.

– Quando me perguntaram antes da partida, falei que nosso lema hoje era ter uma equipe competidora, que ia buscar a vitória. E nós conseguimos. A gente precisava disso para dar sequência agora contra a Portuguesa quinta-feira. O Botafogo tem que estar sempre em semifinal, final etc. – comemorou o auxiliar.


Confira outros trechos da entrevista:
ESTRATÉGIA DO 2º TEMPO
Com um jogador a menos, é sempre uma situação básica no futebol. formam-se duas linhas de quatro, você espera a saída do adversário. E isso deve ter atrapalhado o Bangu, que tinha a proposta de se defender. A partir do momento em que tinham mais um jogador, tinham que atacar. E ficamos guardando a posição. E aí foi o pedido que foi feito no vestiário: toda vez que a gente atacasse, tinha que finalizar. Não podíamos perder a posse de bola no ataque.

EXPULSÃO DE PIMPÃO
Toda ação recente ao acontecimento não é uma situação legal. Ele esperou agora no final, veio, pediu desculpas e tal. Não tem que pedir desculpas, foi a vontade dele em excesso que ocorreu e houve a expulsão. As pessoas compensaram a situação de um companheiro que saiu da partida.

SASSÁ
A gente brinca com o Sassá que o grande segredo da vida dele é quebrar o retrovisor. Ele olhar para frente, o que ficou para trás não vai ser mudado. Para frente, está na mão dele.

MUDANÇAS NO TIME
Nós viemos de um jogo de Libertadores, em seguida dois clássicos, e tínhamos menos de 72 horas entre o jogo de quinta-feira e esse de hoje. Então, através dos marcadores que nós tínhamos detectamos algumas situações de jogadores desgastados, por isso houve mudanças na equipe. Não teve nem tempo de treinar, praticamente foi uma conversa e o acerto, porque toda a equipe já sabe o que tem a cumprir.

DEFESA X LOCO ABREUA
 zaga foi bem, a situação dos números já diz. Ou seja, não tomamos gol nenhum. Então ela se portou muito bem, dentro da situação até de um jogador a menos. No segundo tempo, o número de oportunidades do Bangu foi praticamente nenhum.

ESCALAÇÃO DE JOELO
 Joel vem se destacando nos treinos, vem crescendo. É um jogador que veio com a confiança de todo mundo, tem uma expectativa grande em cima dele. O Jair optou em dar oportunidade para ele nessa partida.

GATITO VOLTA QUINTA?
Deixa essa resposta para o Jair, a situação da frente é dele. Hoje estou representando ele aqui, não teve nenhum tipo de contato, e eu vou até a página dois. Essa aí é a página três (risos). A gente não vai adiantar nada. O Saulo se saiu muito bem, foi tranquilo na partida. A equipe de um modo geral foi muito bem.

SUBSTITUIÇÃO DE MONTILLO
A opção foi tática. O Montillo vem em um processo de a gente querer dar o maior ritmo para ele possível, só que apresentou uma situação diferente que foi a saída do Pimpão. A gente precisou de um jogador que se doasse mais na marcação, por isso optou-se pelo Fernandes.

TRÊS ATACANTES
Não são três atacantes, na verdade é um 2-3-1. Ele (Joel) faz o extremo pela esquerda, Pimpão pela direita, o Montillo centralizado e o Roger à frente. Quando a gente tem a posse de bola fica três atacantes, mas a formação original é 2-3-1. (Agradou?) Essa pergunta tem que ser feita pelo Jair. Ele viu a vai tirar as conclusões para dar sequência à formação, ou não.

ÚLTIMA VEZ COMO TÉCNICO
Foi aqui no próprio Bangu. Tive uma passagem de quatro anos, o treinador foi expulso, e eu fiz o jogo. Não me lembro o ano, acho que foi por volta de 2002. Esse ano a gente teve até uma semifinal onde nós tivemos um gol de cabeça do Eduardo, goleiro, e gerou uma polêmica incrível. Naquele ano eu estava no Bangu.

PENSA EM SER TÉCNICO?
A gente nunca pode dizer nunca. Eu me vejo muito bem como auxiliar, staff, eu gosto desse trabalho mais invisível, do cara que dá suporte. Então não tenho muito essa característica, mas sou profissional. Se um dia estiver desempregado e me chamarem para ser treinador, não vou dizer não.


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2017/03/substituto-de-jair-revela-combinado-em-todo-ataque-tinha-que-finalizar.html

Bota vence Bangu e entra na zona de classificação para semifinal do Carioca




CAMPEONATO CARIOCA 2017
TAÇA RIO - 04ª RODADA




Time, contudo, ainda não tem vaga na fase decisiva da Taça Rio. Joel e Sassá (de pênalti) garantiram resultado em Moça Bonita. Pimpão foi expulso no primeiro tempo




Por
Rio de Janeiro, RJ



Diante de um time que só venceu uma partida nos dois turnos até agora, o Botafogo sofreu para vencer por 2 a 0, com gol de Joel em bola dividida e de Sassá, em pênalti sofrido por Fernandes aos 41 do segundo tempo. Rodrigo Pimpão colaborou para esse panorama de dificuldade com duas faltas duras e desnecessárias em menos de três minutos - quando a equipe já vencia no primeiro tempo. Recebeu dois amarelos e foi expulso. O resultado incluiu a equipe entre os quatro melhores na classificação geral. O Bangu teve uma chance clara com Loco Abreu no início da partida, mas pouco criou no restante, mesmo com um a mais em campo.

Com a vitória, o Botafogo empata em sete pontos com o Nova Iguaçu, derrotado neste sábado pelo Volta Redonda, mas fica na terceira posição do Grupo B por conta dos critérios de desempate na Taça Rio. Na classificação geral, porém, o clube conseguiu ultrapassar o Nova Iguaçu e ocupa agora a quarta posição - dentro da zona de classificação para a fase final do Carioca. O Bangu, com três derrotas e um empate na Taça Rio, é o lanterna do Grupo C. Na classificação geral, a equipe alvirrubra está na penúltima colocação.

Na próxima quinta-feira, o time de Jair Ventura enfrenta a Portuguesa no estádio Los Larios, em Xerém.  Já o Bangu receberá o Macaé em Moça Bonita.

Bangu x Botafogo (Foto: Futura Press)
Joel comemora seu gol na vitória alvinegra 
ao lado de Pimpão, que acabou expulso, e 
Roger (Foto: Futura Press)


Logo aos quatro minutos, a zaga alvinegra cochilou e o Bangu partiu em contra-ataque pela esquerda com Guilherme. Ele cruzou para Loco Abreu, colocado atrás de Igor, cabecear livre na pequena área para grande defesa de Saulo. O lance serviu para acordar o time de Jair Ventura, que foi ao ataque. Aos 11, Pimpão cruzou um pouco acima da altura ideal para Joel, que finalizou livre, mas desequilibrado.

O Botafogo seguia com dificuldades na criação diante de um Bangu totalmente recuado. Mas, aos 19, Roger bateu forte da intermediária e Marcelo espalmou para o centro da área. Joel dividiu com a zaga e marcou seu primeiro gol com a camisa do Botafogo. Aos 35, Pimpão foi expulso - fez duas faltas duras e desnecessárias em um curto espaço de tempo. A partir daí, o Botafogo controlou o ritmo até o intervalo.

Com um a menos, Jair Ventura trocou Montillo por Fernandes. O Botafogo começou a tentar dominar as ações, com o Bangu buscando velocidade pelas laterais e jogo aéreo para chegar o empate. O jogo ficou truncado, sem chances claras para ambos os lados. Até os 17 minutos, quando Joel fez bela jogada, driblou um zagueiro e cruzou rasteiro para a área. O goleiro Marcelo conseguiu desviar com a ponta dos dedos antes da chegada de Roger.

Aos 21, Lindoso teve espaço para finalizar na entrada da área. Bateu colocado e sem direção. Jair Ventura então sacou Joel para entrada de Guilherme, e depois trocou Roger por Sassá. A partida ganhou em movimentação, mas pouco em qualidade. As chances continuavam escassas. Aos 38, Sassá fez tudo certo para Fernandes finalizar muito mal. Aos 40, o goleiro Marcelo fez pênalti em Fernandes. No minuto seguinte, Sassá cobrou e marcou: 2 a 0. Jogo decidido.


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/rj/futebol/campeonato-carioca/noticia/2017/03/bota-vence-bangu-e-entra-na-zona-de-classificacao-para-semifinal-do-carioca.html

Milton Mendes, do Vasco, diz que viu pênalti e ameniza: "Errar é humano"




VASCO




Técnico do Vasco afirma que só depois de repetição do lance em vídeo se constatou o erro do árbitro: "Ficou a ideia no estádio inteiro de que tinha sido pênalti"



Por
Brasília, DF




O técnico do Vasco, Milton Mendes, procurou minimizar as polêmicas envolvendo a arbitragem do clássico contra o Flamengo após o empate no Mané Garrincha. O árbitro Luís Antônio Silva dos Santos, além da expulsão de Luís Fabiano e de um gol rubro-negro anulado, marcou um pênalti inexistente nos minutos finais, lance que originou o segundo gol cruz-maltino. Para o treinador, no momento em que a bola tocou em Renê, "ficou a ideia no estádio inteiro de que tinha sido pênalti":

- Os árbitros, como nos todos, são seres humanos, suscetíveis a erros, naquele momento em relação ao tempo, propriamente dito, todos nós achamos que foi. Ficou a ideia no estádio inteiro de que tinha sido pênalti. Quando se recorreu aos vídeos, que ainda não estão em ação no futebol... De onde estava, eu achei que era. Achei que todas as pessoas do estádio também acharam. Errar é humano.

Mendes, porém, não deixou de reclamar da expulsão do atacante Luís Fabiano, que considerou injusta. O Fabuloso foi peitar o árbitro após receber um cartão amarelo, Luís Antônio Silva dos Santos se desequilibrou e aplicou o cartão vermelho em seguida. O técnico, no entanto, disse que "são coisas que cada vez menos estão acontecendo":

- Situação lamentável. Nosso jogador estava fazendo um bom jogo, nossa estratégia estava sendo bem feita, infelizmente aconteceram coisas que não estamos acostumados a ver, inclusive o apagão. 
Mas são coisas que cada vez menos estão acontecendo, temos que valorizar o que é positivo.

Confira os melhores trechos da coletiva de Milton Mendes:

milton mendes vasco (Foto: Paulo Fernandes / Vasco)
milton mendes vasco (Foto: Paulo Fernandes / Vasco)
Conversa com Luis Fabiano?


Não falei absolutamente nada com o Luis, porque ele é um homem. Luis é um excelente caráter, nosso capitão, homem que está sempre disponível para trabalhar. Lutou muito, mesmo fugindo um pouco das características dele. Ele próprio sabe o que foi feito. Todos nós vimos. Queria dizer que a agressão não existiu. Nosso jogador sentiu, estava triste, aborrecido. É deixar o momento dele agora. Vamos apoiá-lo.


Reação com um a menos
Todos sabem que clássicos são decididos nos detalhes, e nossa equipe foi muito valente. Nossos meninos foram machos. Encaramos o jogo. Fiz algumas mudanças, colocando o Thalles e o Manga para mostrar para eles que queríamos buscar o jogo. Fomos felizes. A base da nossa casa chama-se comprometimento em todas as nuances do jogo.

Estratégia contra o Flamengo
Nossa estratégia era fechar os dois homens de lado, Renê e Pará, que vêm na paralela e abrem espaço para os dois jogadores (pontas) que entram. Não gostamos de marcar homem a homem, mas hoje fizemos isso. Nossos extremos tinham a incumbência de marcar os laterais, onde era o ponto forte deles. Conseguimos anular com maestria. Tivemos contra-ataques bons, mas não concretizamos em gol.

Análise da partida
Foram dois tempos distintos. Primeiro tempo foi muito mais mérito nosso do que demérito do Flamengo. Soubemos neutralizá-los, usamos a velocidade. No segundo tempo a equipe deles teve oportunidade, tivemos uma infelicidade com o árbitro, a equipe se desestabilizou um pouco. Levamos dois gols e, então, começamos a jogar novamente depois dos 30 minutos. Acho que as coisas correram como pretendíamos. Estamos felizes com o ponto.



(VEJA O VÍDEO CLICANDO NO LINK DA FONTE ABAIXO)



FONTE:

Ferj afasta árbitro e bandeirinha que erraram em pênalti no fim do clássic




CAMPEONATO CARIOCA 2917



Luis Antonio Silva dos Santos marcou pênalti a favor do Vasco nos minutos finais do jogo contra o Flamengo. Auxiliar Daniel Parro também foi afastado



Por
Brasília e Rio de Janeiro


O clássico entre Flamengo e Vasco mal terminou, e a Federação de Futebol do Rio de Janeiro agiu. O árbitro Luis Antonio Silva dos Santos, o Índio, e o auxiliar Daniel do Espírito Santo Parro foram afastados por período indeterminado e não apitam mais no Carioca. O comunicado partiu do Grupo de Gerenciamento de Problemas da entidade (assista  o lance do pênalti e o comentário do GCP no vídeo clicando no LINK da FONTE no final da matéria abaixo).


Rene pênalti Flamengo x Vasco (Foto: Reprodução)
A bola bate na barriga de Renê no lance do 
pênalti para o Vasco (Foto: Reprodução)

O que determinou o afastamento da dupla foi o pênalti marcado a favor do Vasco no fim da partida. Aos 47 minutos do segundo tempo, Nenê cruzou, a bola bateu na barriga do lateral Renê e Índio marcou pênalti. O lance gerou enorme revolta dos rubro-negros e determinou o empate cruz-maltino no clássico.

Antes, o árbitro já havia roubado a cena na partida no lance da expulsão de Luis Fabiano. O atacante recebeu cartão amarelo por falta em Márcio Araújo no meio de campo. Ficou transtornado e foi para cima do árbitro, dando um encontrão e recebendo o vermelho.


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/rj/futebol/campeonato-carioca/noticia/2017/03/ferj-afasta-arbitro-e-bandeirinha-que-erraram-em-penalti-no-fim-do-classico.html

Bandeira dispara contra a federação do Rio após clássico: ''A Ferj é isso''




FLAMENGO




Em protesto ao pênalti marcado equivocadamente a favor do Vasco no fim do duelo, presidente diz considerar erros como o do clássico normais do futebol carioca




Por
Brasília




Antes mesmo de ser anunciado o afastamento de Luis Antonio Silva dos Santos, que marcou pênalti inexistente a favor do Vasco no fim do empate entre cruz-maltinos e flamenguistas por 2 a 2 em Brasília, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, afirmou que não faria qualquer representação na federação contra o Luis Antonio. Motivo: para ele, acredita que queixas feitas à Ferj não surtem efeito. Não poupou críticas a Luis, conhecido como Índio. (veja em vídeo  os melhores momentos clicando no LINK da FONTE no final da matéria abaixo)

- Adianta alguma coisa falar com a Ferj? A Ferj é isso que vocês viram aí. O nível de arbitragem é esse. Esse árbitro é isso que a gente sabe, todo mundo conhece. Eu deixo vocês avaliarem. De repente os especialistas descobrem que o Renê efetivamente botou a mão na bola efetivamente. Que no gol anulado estavam todos impedidos, que a arbitragem foi perfeita e que o Campeonato Carioca é uma torneio em que as coisas funcionam de maneira imparcial para todos - afirmou, ironicamente.
Bandeira disse não ter se assustado com o erro contra o Flamengo, julgando que esse tipo de equívoco acontece de forma corriqueira em torneios organizadas pela Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj)

- Como falei, acho que era esperado. Campeonato Carioca acontece sempre isso, e não foi surpresa para ninguém. Vou deixar para vocês interpretarem, mas é só ver os históricos do Carioca para ver que não é uma coisa extemporânea.

Questionado se viu má-fé na marcação de Luis Antonio Silva dos Santos, o Índio, Bandeira não quis entrar no mérito, mas deixou clara a sua insatisfação.

- Acho que o que eu falei reflete o meu ponto de vista, é o ponto de vista de muitas pessoas, mas. Se houve ou não... Aliás, se houve ou se há sempre má-fé, eu vou deixar a critério de vocês. Quem sou eu para acusar as pessoas de má-fé? - encerrou.


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2017/03/bandeira-detona-federacao-ferj-e-isso-esse-arbitro-e-o-que-gente-sabe.html

Zé Ricardo evita queixas contra Índio, mas admite: "Bateu no abdômen"




FLAMENGO




Treinador do Flamengo afirma que passou a rechaçar tema arbitragem após ser prejudicado contra o Corinthians, em 2016, quando foi expulso por Heber Roberto




Por
Brasília



Embora o Flamengo tenha sido prejudicado com um pênalti mal marcado por Luis Antonio Silva dos Santos aos 47 minutos do segundo tempo, o técnico Zé Ricardo evitou reclamações contra a arbitragem após os 2 a 2 com o Vasco. Limitou-se a admitir que, da beira do gramado, percebeu no momento do lance decisivo que a bola bateu na barriga de Renê e não no braço ou na mão. (veja os melhores momentos no vídeo clicando no LINK da FONTE no final da matéria abaixo)

- Importante aqui é a gente focar na coletiva sobre o aspecto esportivo, mas contei até 10 naquele movimento rápido e resolvi voltar. Quando comecei minha carreira prometi a mim mesmo que não ia trazer tema arbitragem para qualquer tipo de discussão. Isso cabe à direção do clube. Mas logicamente que deixo a análise para vocês. Infelizmente tive a noção perfeita de onde estava que bateu no abdômen. Talvez por isso tenha partido ali (em direção ao Bandeira), mas recuei, porque entendo que pode ficar mais difícil se tomar decisão de cabeça quente.

Zé Ricardo evitou criticar a arbitragem de Luis Antonio Silva dos Santos (Foto: Amanda Kestelman/GloboEsporte.com)
Zé Ricardo evitou criticar a arbitragem de 
Luis Antonio Silva dos Santos (Foto: Amanda Kestelman/GloboEsporte.com)


O treinador rubro-negro recorreu a um lance protagonizado por ele no ano passado contra o Corinthians. Em 3 de julho de 2016, Heber Roberto Lopes o expulsou em lance no qual reclamou de falta não marcada do corintiano Fagner no meia Ederson. O choque, aliás, lesionou seriamente o camisa 10 do Flamengo.

- Quando comecei a carreira no profissional, teve polêmica nos primeiros jogos, na Arena Corinthians. Me falaram que passaria por momentos assim, mas que sempre seria inteligente da minha parte fazer poucos comentários. A gente viu lá que não foi pênalti. Nos sentimos um pouco prejudicados, lesados. É um clássico, a rivalidade é grande, mas parabenizo nossos atletas pelo espetáculo. Parabenizo o Vasco e o Milton Mendes, mas hoje a vitória não veio não pelos aspectos de jogo, mas vida que segue - completou.


Confira outros tópicos da entrevista de Zé Ricardo:
Conversa com Renê após jogadaAtleta extremamente dedicado, está muito bem na posição dele. O Miguel (Trauco) hoje é titular da posição, mas a evolução do atleta (Renê) é nítida. Melhor para o Flamengo, que, com certeza, terá um atleta sempre motivado. Ele estava muito chateado no vestiário.

Flamengo mal até o apagar das luzesEra uma vitória praticamente garantida depois de um primeiro tempo em que não estivemos bem até o apagar das luzes. Depois da queda de luz conseguimos dar uma ajeitada na equipe e concentrar muito mais na nossa performance do que na proposta que o Vasco tinha pra gente. A gente fez por merecer virar o placar, poderia ter feito outros gols, mas faz parte do jogo.

"Quero crer que tenha sido apenas erro humano"Infelizmente erros de arbitragem acontecem, quero crer que tenha sido apenas o erro humano do Luis Antonio. Agora é pensar no Volta Redonda e buscar os três pontos no Raulino de Oliveira.

Qual foi a marca do clássico?Toda equipe grande quando tem mudança de treinador se mobiliza mais. Eles vêm de uma vitória importante contra o Madureira e, sem dúvida alguma, tinham a oportunidade de mostrar o trabalho do Milton. Você vê a equipe com diferenças em relação à outra. Equipe muito motivada, e sabíamos que essa seria uma marca do início do jogo.

Chateado com o time no início do jogo
Tínhamos uma estratégia de focar efetivamente nosso jogo, e isso me deixou um pouco chateado, porque estávamos mais entrando no jogo do Vasco do que fazer o nosso. Mas depois do apagar das luzes acho que já tivemos um domínio maior do jogo, poderíamos ter empatado no último lance do jogo, onde o Damião acabou chegando um pouquinho atrasado no passe do Pará.

"Segundo tempo suficiente para vencer"E fizemos um segundo tempo, apesar da expulsão, que sempre facilita, com volume de jogo suficiente para empatar e virar a partida e perder outros gols. Tivemos um gol anulado, mas me pareceu que o Réver veio de trás. Faz parte do jogo, lance difícil, e culminou com o lance do pênalti do Vasco. Não fez 90 minutos a 100%, mas fez o suficiente para ganhar. Muita dedicação dos nossos atletas. Do Muralha ao Marcelo Cirino estão todos de parabéns.


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2017/03/ze-ricardo-evita-queixas-contra-indio-mas-admite-bateu-no-abdomen.html

Árbitro rouba a cena no clássico e, após virada, Fla empata com Vasco




CAMPEONATO CARIOCA 2017
TAÇA RIO - 04ª RODADA




Luís Antônio Silva Santos marcou pênalti equivocado nos minutos finais, e também irritou vascaínos ao expulsar Luís Fabiano depois de levar peitada. Teve até apagão




Por
Rio de Janeiro, RJ



Berrio Flamengo x Vasco (Foto: Agência Estado)Berrío comemora gol da virada (Foto: Agência Estado)


Luís Antônio Silva Santos se tornou o personagem principal de um Flamengo e Vasco conturbado. Não faltaram polêmicas no empate em 2 a 2 no Mané Garrincha, em Brasília. Primeiro, a expulsão de Luís Fabiano, com o atacante deixando o campo revoltado. Depois, o gol anulado do Flamengo no segundo tempo, de Réver. E, por fim, um pênalti marcado equivocadamente para o Vasco - o árbitro marcou toque de mão, mas a imagem mostra que a bola bateu na barriga de Renê. O camisa 10 Nenê cobrou e assegurou o empate. Os jogadores do Flamengo reclamaram muito da marcação. E o personagem de camisa azul acabou ofuscando um clássico muito disputado nos 90 minutos. Antes de Nenê, Pikachu, Arão e Berrío balançaram as redes.

Com o empate, o Vasco está na quarta posição no Grupo C da Taça Rio, com seis pontos, atrás de Volta Redonda (seis), Portuguesa (sete) e Fluminense (nove pontos). Na classificação geral, o clube está em quarto lugar, ou seja, dentro da zona de classificação para as semifinais do Campeonato Carioca. Mas a situação é delicada. Os rubro-negros, por sua vez, estão classificados para a fase final da competição e lidera o Grupo B da Taça Rio.

Na próxima rodada, o Flamengo enfrenta o Volta Redonda no Raulino de Oliveira, às 21h45 de quarta-feira. Na quinta, às 21h30, o Vasco receberá o Boavista em São Januário.

flamengo vasco apagão mané garrincha (Foto: Amanda Kestelman / GloboEsporte.com)
Apagão durou nove minutos e causou cena 
inusitada na arquibancada (Foto: 
Amanda Kestelman / GloboEsporte.com)


O clássico começou movimentado, com o Vasco mais perigoso. Finalizações de Andrezinho e Pikachu, aos cinco e aos sete minutos, assustaram Muralha. O Flamengo acordou e a partida ficou truncada. Mas era nítido o domínio cruz-maltino. Após dividida entre Luís Fabiano e Réver, aos 15, Nenê ficou com a sobra pela esquerda e cruzou à meia altura para Pikachu completar: 1 a 0.
O Flamengo tentava buscar mais o ataque, mas a zaga do Vasco levava vantagem. A luz então apagou no Mané Garrincha, aos 27. A queda de energia durou nove minutos. E o time da Gávea voltou melhor, criou chances, duas delas para Damião completar de cabeça. De falta, Mancuello também não conseguiu. Na frente no placar, o time de Milton Mendes aguardava chances de contra-ataque. A grande chance foi nos acréscimos. Pará teve espaço na área até para finalizar, preferiu o passe para Damião que, livre, furou de forma bisonha de frente para Jordi.

nenê gol vasco flamengo (Foto: Tiago Vieira / Metrópoles)
Nenê comemora com Pikachu o gol do Vasco 
no primeiro tempo em Brasília 
(Foto: Tiago Vieira / Metrópoles)


O segundo tempo começou quente, com o Flamengo partindo para cima e o Vasco ainda perigoso nos contra-ataques. Mas tudo virou confusão aos oito, quando Luís Fabiano se irritou ao receber um amarelo por falta em Márcio Araújo. Foi peitar o árbitro Luís Antônio Silva Santos, que se desequilibrou e aplicou o vermelho. O atacante saiu furioso do gramado.

Logo em seguida, em cobrança de falta, Réver, de cabeça e em posição legal, mandou para a rede. Mas a arbitragem considerou que Damião, impedido, participou da jogada e anulou o gol. Aos 14, com um a mais, o Flamengo empatou. Mancuello cobrou escanteio e Arão, de cabeça, igualou o placar. O time de Zé Ricardo passou a dominar as ações e pressionar pela virada, que não tardou. Aos 19, Berrío fez o segundo, em chute forte após limpar a marcação. Aos 44, Douglas ainda carimbou o travessão em chute forte da intermediária. Já nos acréscimos, o árbitro enxergou pênalti em uma bola que bateu na barriga de Renê. Nenê cobrou e empatou. Dessa vez, a revolta foi dos rubro-negros: 2 a 2.


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/rj/futebol/campeonato-carioca/noticia/2017/03/arbitro-rouba-cena-no-classico-e-apos-virada-fla-empata-com-vasco.html