domingo, 12 de junho de 2016

Para Marcelo Oliveira, desfalques não podem ser desculpa para derrotas



Treinador do Atlético-MG lamentou os erros coletivos que o time teve durante a partida, principalmente em situações treinadas, como contra-ataque e bola parada




Por
Belo Horizonte



Aos poucos, o treinador atleticano Marcelo Oliveira passa a ter mais jogadores à disposição. No clássico deste domingo, por exemplo, já contou com a volta do capitão Leonardo Silva, reforçando a defesa, e com a estreia de Fred no ataque. O Galo, teoricamente, era mais forte do que aquele que entrou em campo nos últimos jogos, mas o resultado, novamente, foi ruim: derrota por 3 a 2 para o Cruzeiro. E segue sem vencer sob o comando do treinador, que assumiu na segunda rodada.

Lance do clássico Atlético-MG x Cruzeiro no Independência (Foto: Washington Alves / Lightpress)
Marcelo Oliveira lamentou erro em lance de bola 
parada (Foto: Washington Alves/Lightpress)


Marcelo Oliveira não vence um clássico entre Atlético-MG e Cruzeiro desde julho de 2013 -  quando a Raposa goleou o Galo por 4 a 1, no Mineirão. Desde então, foram sete derrotas e cinco empates. No Independência, o treinador não ganha um clássico há oito jogos, com quatro derrotas e três empates. Desde que voltou ao Galo, comandou o time em seis jogos, com quatro empates e duas derrotas.
Marcelo lamentou mais este resultado ruim, mas disse que não dá para usar os desfalques como desculpa, já que a maior parte do time é formada por jogadores que estão jogando regularmente na temporada.

Não podemos depositar nisso (desfalques) a derrota, usar como desculpa.
Marcelo Oliveira

- Improvisamos só do lado esquerdo, o resto do time são jogadores que vinham jogando em algum momento, independente de serem titulares ou não. Não podemos depositar nisso a derrota, usar como desculpa. O cruzeiro utilizou o nosso erro. Eles vinham atrás, deixava o time sair, criavam dificuldades pra gente sair, era feito muita ligação direta. Eles usaram nosso erro pra contra-atacar e chegar. O gol de bola parada, pela capacidade de cabeceio dos nossos zagueiros, a gente não poderia levar.

Falhas coletivas
O jogo foi decidido em falhas coletivas da defesa do Atlético-MG e em lances rápidos do ataque cruzeirense. Além disso, um dos gols do time celeste foi em um lance de bola parada. Marcelo Oliveira garante que tudo isso foi passado aos jogadores antes da partida, o que não evitou a derrota.

Marcelo Oliveira, técnico do Atlético-MG (Foto: Reprodução / Premiere)Marcelo Oliveira sabe que o time ainda precisa de ajustes (Foto: Reprodução/Premiere)


- Eles utilizaram um time de mais mobilidade, velocidade, usando nosso erro. Foi assim que eles conseguiram chegar. Nós fizemos o gol, e nas duas vezes não usufruímos bem o efeito do gol. No primeiro gol, cinco minutos depois eles empataram. Depois, num momento psicológico bom, quando empatamos, logo depois levamos o gol. Os gols saíram em situações de infelicidade, coisas até primárias que a gente ensaiou, treinou. Uma era o contra-ataque do Cruzeiro, que viria muito forte. Tínhamos essa expectativa da volta do Alisson, que é muito rápido, e a bola parada. A gente conhece muito bem o Bruno (Rodrigo), sabe que ele é um ótimo cabeceador, e acabou aparecendo sozinho. O adversário fez o gol com muita facilidade, em jogadas de erro, de posicionamento, o que cabe a mim corrigir, ou de desatenção. Estamos no início do trabalho, ajustes precisam ser feitos, e nesse momento temos que ficar fortes, analisar, cobrar e organizar para tentar a reabilitação no próximo jogo.

O próximo jogo é longe de Belo Horizonte. Na próxima quinta-feira, o Atlético-MG enfrenta o Internacional, às 19h30 (de Brasília), no Beira-Rio. O time gaúcho é o atual líder do Campeonato Brasileiro, com 16 pontos.


FONTE:

Arrascaeta desequilibra, e Riascos se redime no Horto; Robinho decepciona




BRASILEIRÃO SÉRIE A 2016 

07ª RODADA



Em vitória por 3 a 2 do Cruzeiro, gringos jogam muito bem e comandam a Raposa na vitória no Independência. Fred marca gol, mas é pouco municiado no clássico




Por Belo Horizonte



Header_ATLETICO-MG_690 (Foto: Infoesporte)


Fred
O atacante mostrou estrela e oportunismo ao deixar sua marca logo na estreia. Manteve o retrospecto de sempre marcar nos primeiros jogos. Foi pouco municiado pelo meio-campo. Nota: 6,5

Robinho
Não reeditou a boa atuação da última rodada e pouco ajudou ao Atlético-MG em campo. Irregularidade é uma marca dele neste início de passagem pelo Galo. Nota:5,0

Leonardo Silva
Sentiu a falta de ritmo de jogo. Foi facilmente batido no lance do primeiro gol. E teve muito trabalho ao longo do jogo. Nota:5,0

AS NOTAS:
Victor [GOL]: 6,0
Marcos Rocha [LAD]: 5,5
Gabriel [ZAG]: 5,0
Leonardo Silva [ZAG]: 5,5
Patric [LAE]: 6,0
Rafael Carioca [VOL]: 6,5
Leandro Donizete [VOL]: 6,0
Júnior Urso [VOL]: 6,0
(Carlos César [LAT]: 6,0) 
Carlos [ATA]: 5,0
(Carlos Eduardo [ATA]: 5,0)
Robinho [ATA]: 5,0
(Clayton [ATA]: 5,5 )
Fred [ATA]: 6,5



Header CRUZEIRO  (Foto: Infoesporte)


Arrascaeta
Enfim, teve uma boa atuação no Brasileiro. E foi daquelas. Procurou o jogo o tempo todo e, quando está inspirado, faz a diferença. Deu o passe para o primeiro gol de Alisson, também assistiu Riascos no segundo e cobrou a falta para Bruno Rodrigo marcar o terceiro. Só faltou o dele para a atuação ser quase perfeita. Nota: 8,0

Riascos
Pouco mais de três anos depois, ele se redimiu no Horto. Em 2013, perdeu um pênalti nos últimos minutos, que custou a eliminação do Tijuana, do México, seu então time. Neste domingo, procurou o jogo e foi muito importante na movimentação. Premiado com o segundo gol, em cima do goleiro que havia defendido seu pênalti. Nota: 7,0

Bryan
Expulso por ter se engalfinhado com Marcos Rocha durante a confusão no segundo tempo, Bryan pecou muito na marcação pela esquerda, setor que o Atlético mais explorou da defesa cruzeirense. Foi equilibrado ofensivamente, mas perdeu as estribeiras na confusão. Nota: 6,0


AS NOTAS:

Fábio [GOL]: 7,0
Lucas [LAD]: 6,0
Bruno Rodrigo [ZAG]: 7,5
Bruno Viana [ZAG]: 6,5
Bryan [LAE]: 6,0
Lucas Romero [VOL]: 6,0
Henrique[VOL]: 6,5
Alisson [MEI]: 7,5
(Allano [MEI]: 6,5)
Arrascaeta [MEI]: 8,0
Élber [MEI]: 7,5
(Bruno Ramires [VOL}: 6,5)
Riascos [ATA]: 7,0
(Fabrício Bruno [ZAG]: 6,0)


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/mg/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/2016/06/arrascaeta-desequilibra-e-riascos-se-redime-no-horto-robinho-decepciona.html

Ricardo vê queda no segundo tempo e afirma: "Difícil de engolir o gol no fim"



Tento de Victor Ramos aos 46 do segundo tempo definiu a partida neste domingo. Treinador ressaltou que lesões ainda atrapalham a sequência da equipe no Brasileiro




Por
Volta Redonda, RJ



(OBS. DO BLOG:
VEJA O VÍDEO CLICANDO NO
LINK DA FONTE NO FINAL
DA MATÉRIA ABAIX



Uma atuação abaixo da média no segundo tempo e um gol de empate nos acréscimos difícil de aceitar. Assim o técnico Ricardo Gomes resumiu o empate por 1 a 1 entre Botafogo e Vitória na manhã deste domingo em Volta Redonda (reveja os gols do jogo no vídeo abaixo). A torcida ensaiou algumas vaias após o apito final e chegou a mostrar notas de dinheiro para os jogadores da equipe, que segue na lanterna do Campeonato Brasileiro. Ricardo pediu calma e demonstrou confiança em driblar a má fase.

- Difícil de engolir esse gol no fim. O segundo tempo foi muito abaixo, perdemos Airton, Leandro. O time caiu, tivemos dificuldades. Temos que trabalhar. Ainda tem muita para acontecer. Faltam 31 rodadas, muitos pontos a serem disputados. Estou muito confiante apesar do início complicado. Tivemos muitas lesões - frisou.


O técnico ressaltou que as lesões ainda atrapalham a sequência do trabalho no Glorioso durante o Brasileirão. Na última semana, três jogadores voltaram aos treinos com o restante do elenco e a tendência é que outros retornem aos poucos.

- Tivemos uma semana de trabalho para recuperar jogadores, como o Airton, Diogo e Luis Ricardo. Na próxima semana, vamos recuperar mais dois, mexemos muito nas últimas semanas e o time esta sofrendo.

Questionado sobre a qualidade de seus jogadores, o treinador foi bastante enfático. Negou que esse seja o principal problema do Glorioso, e sim a falta de experiência do elenco, que na partida contra o Vitória pesou em favor do adversário.

- Não. O futebol não é uma ciência exata. A bola não está entrando. Essa fase tem de ser diluída e acabar. Passamos a semana treinando muito. Mas ainda não deu o ar da graça em relação à quantidade de gols que precisamos.

O elenco do Botafogo volta a treinar na tarde desta segunda-feira, em General Severiano. A equipe volta a campo na próxima quarta-feira para enfrentar o América-MG, às 21h (de Brasília), novamente em Volta Redonda.


Confira outros trechos da entrevista coletiva de Ricardo Gomes:

Erros
Perdemos a bola no meio no gol, o time ainda estava saindo, se arrumando. A experiência tem um peso importante em qualquer situação do esporte. Foi o preço que pagamos no dia de hoje. Quarta-feira temos mais uma chance de recuperação.

Falta de público
É muita coisa. Tem um histórico, a torcida lembra dos anos gloriosos do passado, é exigente... Temos muitos jogadores formados no Botafogo. É o momento da recuperação esportiva e financeira do clube, em 2015 e 2016. O torcedor não precisa entender. É um processo interno para dar frutos lá na frente. Não é o caso de agora. No dia a dia ainda é difícil para todos, mas vamos sair dessa situação que não é legal. Uma vitória nos tiraria da zona do rebaixamento. Ainda tem muita para acontecer. Faltam 31 rodadas, muitos pontos a serem disputados. Estou muito confiante apesar do início complicado. Tivemos muitas lesões.

O que te faz confiar?
Estamos apenas na sétima rodada. Vocês (jornalistas) tem uma pressa... Isso não dá certo. É inimiga da perfeição. O trabalho é que me faz confiar.

Lesões
Atrapalha, mas acontece. Estamos na fase da falta de gols, das lesões. Temos que ter calma e vigor na execução do dia a dia. Seja na área médica, técnica, na diretoria... Só vamos sair dessa situação com vigor em todos os setores.

Estreia de Sidão
Ele foi bem. Mostrou personalidade e fez boas intervenções.

Renan Fonseca
Existia uma dúvida em relação ao Emerson, ele está voltando de lesão e teve uma semana pesada de treinos. Foi mais para poupar do que uma escolha em si. Mais pela continuidade dos treinos do Emerson do que uma escolha técnica.

Faltou confiança?
Isso vem com o trabalho. Se você abre 2 a 0 com 10 minutos de jogo, o time ganha confiança, o jogo flui melhor. Essa fluidez que faltou.


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2016/06/ricardo-ve-queda-na-etapa-final-e-afirma-dificil-de-engolir-gol-no-fim.html

Com pior público, Botafogo cede o empate ao Vitória nos acréscimos




BRASILEIRÃO SÉRIE A 2016 

07ª RODADA




Alvinegro tem gol marcado por Sassá no segundo tempo, mas defesa vacila, e Victor Ramos deixou tudo igual no Raulino. Resultado mantém cariocas na lanterna




Por
Rio de Janeiro




O domingo tinha tudo para ser um dia feliz para os alvinegros. Mas o que parecia ser o início de uma reação, foi por terra nos últimos minutos do segundo tempo. Após estar vencendo por 1 a 0 durante quase toda a etapa final, o Botafogo cedeu o empate ao Vitória nos acréscimos. A partida, que terminou em 1 a 1, teve gols de Sassá e Victor Ramos, respectivamente. O duelo foi dominado pelos donos da casa durante a maior parte do tempo, mas no fim, a defesa alvinegra bobeou e ficou só olhando os rubro-negros balançarem as redes. O resultado manteve o Bota na lanterna do Campeonato Brasileiro.

Jogador do Botafogo lamenta gol perdido contra o Vitória (Foto: André Durão/Globoesporte.com)
Jogadores do Bota lamentaram o resultado 
após a partida (Foto: André Durão/
Globoesporte.com)


O Bota teve as melhores chances de marcar no primeiro tempo. Apesar disso, foi o Leão que começou levando perigo. Já aos 4 minutos, Kieza quase balançou as redes após pegar Luis Ricardo desatento. Aos 17, Anderson Aquino recebeu lançamento de Airton e finalizou, mas Fernando Miguel saiu bem. O goleiro rubro-negro foi providencial mais uma vez aos 36, ao defender chute difícil de Ribamar, lançado por Leandrinho. No minuto seguinte, Kieza respondeu tocando para Marinho no meio da área. Emerson colocou para fora. Bruno Silva teve a última chance da etapa, quando sozinho e em condição legal, recebeu diante do gol. O volante, porém, cabeceou para a linha de fundo.

Na etapa final, Ribamar foi substituído por Sassá. Com faro de gol, o atacante brilhou já aos 6 minutos. Após cobrança de escanteio, Luis Ricardo tentou desviar no primeira trave, e a bola sobrou para o camisa 18 abrir o placar. Aos 13, Kieza - artilheiro da equipe baiana no Brasileiro - chegou com liberdade pela esquerda e chutou cruzado. A bola foi para fora ao bater no segundo pau. No fim do duelo, porém, o Vitória conseguiu empatar com Victor Ramos. O zagueiro recebeu cruzamento de Diego Renan, aproveitou a defesa desatenta, e deixou tudo igual. 


Cenas fortes no Raulino de Oliveira
Aos 5 minutos da primeira etapa, uma cena deixou todos preocupados no Raulino de Oliveira. Em um choque com Bruno Silva durante o jogo, o rubro-negro Flávio levou um chute na cabeça e teve uma convulsão cerebral. Com o nariz sangrando por conta da pancada, o meia ficou desacordado deitado no gramado, enquanto recebia atendimento. Logo depois, ele foi tirado de campo e os médicos optaram pela substituição. No momento em que a decisão foi comunicada ao árbitro da partida , o camisa 15 – já consciente – chegou a acenar fazendo gesto negativo com as mãos, mas teve que acatar a decisão do corpo médico do Vitória.

Na próxima rodada, o Alvinegro enfrenta o América-MG, na quarta-feira, novamente no Raulino de Oliveira. Já os baianos encaram o São Paulo, no mesmo dia, no Morumbi.


FONTE:



Ramón Díaz pede demissão após eliminação do Paraguai nos EUA



COPA AMÉRICA 2016



Argentino deixa o comando da seleção depois de derrota para donos da casa




Por
Filadélfia, Estados Unidos



O argentino Ramón Díaz pediu demissão do cargo de técnico da seleção do Paraguai, após a derrota por 1 a 0 para os Estados Unidos, sábado, e a eliminação da equipe na fase de grupos da Copa América Centenário.

"Após a eliminação do Paraguai na Copa América, Ramón Díaz anunciou que pedia demissão de maneira imediata do cargo de técnico da equipe nacional paraguaia ao presidente da federação, Robert Harrison, na Filadélfia", anunciou a entidade em um comunicado oficial.

O Paraguai terminou no último lugar do Grupo A da competição com apenas um ponto somado, uma campanha com um empate com a Costa Rica (0 a 0) e duas derrotas diante de Colômbia (2 a 1) e Estados Unidos (1 a 0).

Díaz havia assumido a seleção paraguaia em 4 de dezembro de 2014 e liderou a equipe às semifinais da Copa América de 2015, no Chile, eliminando inclusive o Brasil nas quartas de final. Ex-jogador, o argentino é um dos maiores ídolos da história do River Plate, onde foi revelado e depois atuou também como técnico.

Ramon Diaz Paraguai x Estados Unidos (Foto: AFP)
Ramón Díaz durante a derrota do Paraguai 
para os Estados Unidos: demissão após 
eliminação precoce (Foto: AFP)


FONTE:

Schweinsteiger ganha confiança com gol e ainda guarda carinho pelo Brasil




EUROCOPA 2016 



Jogador, que perdeu o primeiro semestre devido a graves lesões no joelho, tem ótimas lembranças da Copa de 2014. Schürrle não se surpreende com a Ucrânia na estreia




Por
Lille, França




Bastian Schweinsteiger Alemanha Ucrânia (Foto: Ivan Raupp)Bastante simpático, Bastian Schweinsteiger abre sorriso ao falar do Brasil (Foto: Ivan Raupp)


Duas lesões sérias no joelho deixaram Bastian Schweinsteiger praticamente inativo neste primeiro semestre. Enfim recuperado, o meio-campista voltou a estar à disposição e entrou no fim do jogo de estreia da Alemanha na Eurocopa, neste domingo. E a sorte sorriu para ele, que logo depois apareceu na área para fazer o segundo gol de sua seleção, decretando a vitória por 2 a 0 sobre a Ucrânia. Após uma temporada pelo Manchester United muito aquém do que ele esperava, o camisa 7 da Alemanha ganhou confiança, algo de que realmente precisando.

- É um sentimento ótimo. Claro que para mim é mais importante o fato de termos vencido e conquistado os três pontos. Mas óbvio que ter feito um gol é ainda melhor. (O gol) Me dá muita confiança. Mas a próxima partida será mais difícil, contra a Polônia. Temos que ver como vamos jogar contra eles - disse.

Schweinsteiger passava rapidamente pela zona mista do estádio em Lille quando foi abordado pelo GloboEsporte.com e mais uma veículo da imprensa brasileira. Bastante simpático, o jogador a princípio negou educadamente a entrevista, mas aceitou prontamente ao ouvir que era para o Brasil. O país traz grandes lembranças para ele e todo o grupo alemão, que conquistou a Copa do Mundo de 2014. Schweinsteiger mostrou que guarda um carinho especial.

- Tivemos um ótimo período no Brasil. Sempre tivemos conexão com jogadores brasileiros, como Élber, Dante, Zé Roberto, Lúcio, vários atletas. Sempre tive boa relação com eles, então estou feliz de te ver aqui - afirmou.


Schürrle não se surpreende com Ucrânia
Outro jogador alemão que parou na zona mista foi André Schürrle, que também entrou no segundo tempo e quase marcou um gol. O meia-atacante disse não ter se surpreendido com a Ucrânia, que fez grande primeiro tempo e deu muito trabalho a Neuer - mas caiu de rendimento no segundo.

Schweinsteiger Neuer Alemanha x Ucrania (Foto: Reuters)
Schweinsteiger abraço Neuer ao marcar o 
segundo gol da Alemanha contra a Ucrânia 
(Foto: Reuters)


- Não fiquei muito surpreso, porque sabíamos como eles jogariam, e eles jogaram exatamente como pensamos, trazendo Yarmolenko e Konoplyanka para o jogo. Foi o que eles fizeram. Foram perigosos em alguns momentos. Sabíamos o que vinha, mas acho que fomos bem.

A Alemanha cresceu na segunda etapa para garantir o triunfo, e Schürrle assumiu que o time tem a responsabilidade de ser favorito. O camisa 9 enalteceu o time.

- Sim, somos campeões no mundo, então somos favoritos. E temos um time incrível. Então, sim, somos um dos favoritos - declarou Schürrle, que desconversou na sequência sobre a Alemanha ser a principal favorita, dizendo que "as pessoas podem ver como quiserem".


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/eurocopa/noticia/2016/06/schweinsteiger-ganha-confianca-com-gol-e-ainda-guarda-carinho-pelo-brasil.html

Ainda sem boas ondas, etapa de Fiji chega a uma semana sem competição




MUNDIAL DE SURFE



Previsões de melhores ondas são para os últimos dias da janela, que fecha no dia 17




Por
Tavarua, Ilhas Fiji



Mais um amanhecer nas Ilhas Fiji, mais um lay day. Não foi neste domingo que a quinta etapa do Circuito Mundial de 2016 foi retomada. Ainda à espera das melhores ondas, a organização da Liga Mundial de Surfe (WSL) decretou que os atletas não vão para o mar, marcando o sétimo dia consecutivo sem competição. Enquanto isso, os surfistas seguem treinando e aproveitando as atrações do paraíso.

fiji, surfe (Foto: Divulgação/Twitter WSL)
Etapa de Fiji está parada há sete dias 
(Foto: Divulgação/Twitter WSL)


- Tem algumas pequenas ondas sobrando lá. Teve um pequeno swell neste fim de semana, mas ele foi fatiado a partir do vento onshore, então realmente não estava bom o suficiente. Novamente, esta manhã está super limpa, mas não há o suficiente para partir para as disputas - declarou o ex-surfista Kieren Perrow, comissário da WSL.

A próxima chamada para avaliar as condições do mar será nesta segunda-feira, às 16h30 (de Brasília). As previsões são melhores para os últimos dias da janela, que se encerra no dia 17.


+ Algoz de Fanning em Fiji, Wiggolly traça estratégia pela 1ª vitória na elite
+ Medina se defende em polêmica de onda com Jordy: "Nós dois erramos"
+ Vídeo: Filipe Toledo joga repórter na água+ Vídeo: Surfistas fazem pescaria na folga
+Confira o ranking da temporada de 2016


O Brazilian Storm permanece com oito de seus 10 representantes com chances de erguer o troféu nas Ilhas Fiji. Campeão do evento em 2014 ao vencer na final o americano Nat Young, conquista importante na corrida pelo inédito título mundial do Brasil no surfe naquele ano, Gabriel Medina abre as disputas pela terceira fase. Ele terá pela frente o australiano Matt Banting.

Na bancada de Fiji, a experiência fez a diferença. Restam apenas dois estreantes ainda vivos na disputa: os americanos Kanoa Igarashi e Conner Coffin. Igarashi enfrenta o taitiano Michel Bourez no segundo duelo do dia, enquanto Coffin terá como rival o paulista Wiggolly Dantas no round 3 na bateria 5. Guigui foi o algoz do tricampeão mundial Mick Fanning na primeira fase, derrotando também o australiano Kai Otton no confronto não eliminatório.

Ao menos um brasileiro já está garantido na quarta fase, pois a sétima bateria do round 3 coloca frente à frente os potiguares Italo Ferreira e Jadson André. Wiggolly Dantas, Filipe Toledo, Alejo Muniz, Miguel Pupo e o campeão mundial Adriano de Souza são os outros membros da Tempestade Brasileira no arquipélago do Oceano Pacífico.

Com a classificação do líder do ranking mundial, o australiano Matt Wilkinson, apenas o potiguar Italo Ferreira, vice-líder, e o havaiano John John Florence, em terceiro lugar, ainda tirar Wilko do topo do mundo nas Ilhas Fiji. Isso só acontecerá caso eles cheguem à final e Matt seja eliminado antes das quartas. Wilkinson encara Alejo Muniz na bateria 12 do round 3. O havaiano Sebastian Zietz (3º) também poderia estar na briga, porém, foi eliminado precocemente na segunda fase (repescagem) pelo americano Kanoa Igarashi e perdeu as chances de lutar pela liderança.



BATERIAS DA TERCEIRA FASE

1. Gabriel Medina (BRA) x Matt Banting (AUS)
2. Michel Bourez (TAH) x Kanoa Igarashi (EUA)
3. Filipe Toledo (BRA) x Dusty Payne (HAV)
4. Jordy Smith (AFS) x Kelly Slater (EUA)
5. Wiggolly Dantas (BRA) x Conner Coffin (EUA)
6. Adriano de Souza (BRA) x Keanu Asing (HAV)
7. Italo Ferreira (BRA) x Jadson André (BRA)
8. Jeremy Flores (FRA) x Josh Kerr (AUS)
9. Mick Fanning (AUS) x Adam Melling (AUS)
10. John John Florence (HAV) x Taj Burrow (AUS)
11. Adrian Buchan (AUS) x Miguel Pupo (BRA)
12. Matt Wilkinson (AUS) x Alejo Muniz (BRA)


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/radicais/surfe/mundial-de-surfe/noticia/2016/06/ainda-sem-boas-ondas-etapa-de-fiji-chega-uma-semana-sem-competicao.html

Hamilton aproveita vacilo de Ferrari com Vettel, vence e cola em Rosberg



Inglês vence no Canadá e homenageia lenda do boxe, Muhammad Ali, morto no início do mês. Com problema no motor, Massa abandona e não pontua pela 1ª vez no ano




Por
Montreal, Canadá



"Flutue como uma borboleta, ferroe como uma abelha". Fã de boxe, Lewis Hamilton citou a famosa frase da lenda Muhammad Ali, que morreu no início do mês, ao vencer o GP do Canadá deste domingo, válido pela 7ª etapa da temporada 2016 da Fórmula 1. Assim como Ali na “Luta do Século” contra George Foreman, o britânico começou em desvantagem. Foi engolido por Sebasitan Vettel, terceiro colocado no grid, logo na largada e caiu para segundo. Mas a Ferrari bobeou ao optar por uma estratégia de dois pit stops, contra um das Flechas de Prata. E aí Hamilton não perdoou a guarda aberta. Reassumiu a ponta depois da segunda parada de Vettel e levou o rival à lona, administrando a prova até a bandeira quadriculada, cruzando 5s à frente do alemão. Ao sair do carro, Hamilton ainda imitou os socos e a dancinha que Muhammad Ali fazia no ringue. Com a segunda vitória seguida no ano, ele está mais forte do que nunca na briga pela liderança do campeonato contra o companheiro de time, Nico Rosberg. Confira a classificação completa.

A TV Globo exibe um compacto da prova neste domingo, após o jogo da Seleção Brasileira.

Lewis Hamilton imita Muhammad Ali após vencer GP do Canadá de Fórmula 1 (Foto: Getty Images)
Lewis Hamilton imita Muhammad Ali após 
vencer GP do Canadá de Fórmula 1 
(Foto: Getty Images)


Isso porque foi Rosberg o nocauteado do dia. Líder do campeonato, o alemão teve um domingo para esquecer. Começou em segundo, levou a pior em um toque roda a roda com o próprio Hamilton na primeira curva e caiu para décimo. Na parte final, precisou fazer mais uma parada nos boxes por causa de um leve furo de pneu e, na última volta, ao tentar passar Max Verstappen (RBR), rodou, chegando apenas em quinto e marcando 10 pontos. Restando 12 etapas para o fim, a diferença entre Rosberg e Hamilton caiu de 24 para 9 pontos.

Confira a classificação completa.

Massa abandona e não pontua pela 1ª vez no ano. 
Bottas sobe ao pódio

Quem agradeceu foi Valtteri Bottas. O companheiro de Felipe Massa na Williams fez uma corrida impecável e, apostando em uma tática de apenas uma parada, abocanhou um lugar no pódio, em terceiro. Já Massa não teve motivos para comemorar. Abandonou na 36ª volta por um problema no sistema de arrefecimento que provocou o superaquecimento do motor. Ele se encontrava na 7ª colocação e deixou de pontuar pela primeira vez no ano. O domingo, definitivamente, não foi bom para os brasileiros. Felipe Nasr, da Sauber, foi tocado por Kevin Magnussen (Renault) na primeira volta, caiu para último e chegou em 18º, à frente apenas de Rio Haryanto (Manor) dentre os que completaram a prova. Destaque para Carlos Sainz Jr. (STR), que largou em 20º e terminou em nono. A Fórmula 1 volta já na semana que vem, com o GP da Europa, disputado pela primeira vez nas ruas de Baku, capital do Azerbaijão.


Veja o calendário completo.
+ Pane no sistema de refrigeração do motor provocou abandono de Massa
FÁBIO SEIXAS: Hamilton, flutuando e ferroando. Foi bonito de ver


Com problemas no motor, Felipe Massa recolheu para os boxes e abandonou o GP do Canadá 2016 (Foto: Divulgação)
Com problemas no motor, Felipe Massa recolheu 
para os boxes e abandonou o GP do Canadá 2016 
(Foto: Divulgação)


RESULTADO DO GP DO CANADÁ DE FÓRMULA 1 DE 2016 (Foto: Reprodução)
RESULTADO DO GP DO CANADÁ DE 
FÓRMULA 1 DE 2016 (Foto: Reprodução)


A CORRIDA


Sebastian Vettel passou Lewis Hamilton e Nico Rosberg na largada do GP do Canadá (Foto: Getty Images)
Sebastian Vettel passou Lewis Hamilton e Nico 
Rosberg na largada do GP do Canadá 
(Foto: Getty Images)


Largada: 
Partindo de 3º, Vettel surpreendeu as duas Mercedes e pulou para a ponta. Pole, Hamilton acabou tocando roda com roda com Rosberg ao tentar defender o segundo lugar. Quem levou a pior foi o alemão da Mercedes, que saiu da pista e acabou despencando para nono, atrás de Alonso. Massa, que largou em oitavo, subiu para sétimo. Já Nasr, que começara em 18º, foi tocado por Magnussen, rodou e caiu para último.

Após toque roda a roda com Lewis Hamilton, Nico Rosberg saiu da pista no GP do Canadá (Foto: Getty Images)
Após toque roda a roda com Lewis Hamilton, 
Nico Rosberg saiu da pista no GP do Canadá 
(Foto: Getty Images)


1/70: Líder da corrida, Vettel errou a freada da última curva do circuito e teve que cortar a chicane. Mesmo assim, conseguiu se manter na frente. Hulk ganhou as posições de Alonso e Rosberg e subiu para oitavo. Após a primeira volta, a classificação era a seguinte: Vettel, Hamilton, Verstappen, Ricciardo, Raikkonen, Bottas, Massa, Hulkenberg, Rosberg e Alonso.

3/70:
Rosberg ultrapassou Alonso e passou para nono.

7/70:
Lá na frente, Vettel mantinha uma vantagem de cerca de 1s para Hamilton. Mais atrás, Rosberg, o nono, saiu da pista na chicane final e perdeu contato com o oitavo colocado Hulkenberg. Enquanto isso, Massa se distanciava na sétima posição.

10/70:
RBR pede para Max Verstappen, 3º colocado, dar passagem para Daniel Ricciardo. Mas pilotos não trocam de posição.

11/70: Com um princípio de incêndio no motor, Jenson Button (McLaren) abandonou. O safety car virtual foi acionado.

Com princiípio de incêndio no motor da McLaren, Jenson Button foi o primeiro a abandonar GP do Canadá 2016 (Foto: Divulgação)
Com princiípio de incêndio no motor da McLaren, 
Jenson Button foi o primeiro a abandonar GP do 
Canadá 2016 (Foto: Divulgação)


12/70: Vettel aproveitou o período de safety car virtual, onde os pilotos precisam respeitar um limite de velocidade, para antecipar seu primeiro pit stop. Alemão trocou os ultramacios (faixa roxa) por supermacios (faixa vermelha) e retornou em quarto. Assim, Hamilton assumiu a ponta, seguido por Verstappen e Ricciardo. Vale lembrar que, como os pneus macios (amarelo) são obrigatórios na prova, Vettel ainda precisaria parar mais uma vez. Sexto, Raikkonen também parou e voltou em 14º e adotou tática igual ao do companheiro. Com isso, Massa subiu para sexto. Rosberg, por sua vez, deixou Hulk para trás e passou para oitavo.

Ferrari apostou em tática de dois pit stops para Sebastian Vettel no GP do Canadá (Foto: Divulgação)
Ferrari apostou em tática de dois pit stops para 
Sebastian Vettel no GP do Canadá (Foto: Divulgação)



17/70: Com um pit stop a mais, Vettel coloca por dentro de Ricciardo no hairpin e assume o terceiro lugar.

18/70: Um giro depois, alemão da Ferrari engoliu Verstappen na reta oposta e pulou para segundo. Enquanto isso, Raikkonen escalava posições e já aparecia entre os dez primeiros. Já Rosberg tentava pressionar Massa na briga pelo sexto lugar.

19/70: Jolyon Palmer (Renault) recolheu para a garagem. Fim de prova para o britânico.

21 a 24/70: Verstappen, Ricciardo, Bottas, Massa e Rosberg fazem suas paradas e colocam pneus macios (faixa amarela). Hamilton prefere seguir na pista e lidera, seguido por Vettel, Verstappen, Raikkonen, Ricciardo, Bottas, Pérez, Rosberg, Massa e Hulk.

25/70: Hamilton, enfim, faz seu pit stop e retorna em segundo. Vettel reassume a liderança, com 13s de vantagem para o britânico. Rosberg passa Pérez e sobe para sétimo.

34/70:
Raikkonen para mais uma vez nos boxes e coloca os pneus macios (faixa amarela). Finlandês da Ferrari retorna em oitavo, atrás de Massa.

36/70: Mais veloz que Vettel, Hamilton reduziu a desvantagem para o alemão para menos de 10s.

37/70: Felipe Massa, que estava em sétimo, recolheu para a garagem e abandonou a corrida.

38/70: Por causa da obrigatoriedade do uso dos pneus macios, Vettel precisou parar mais uma vez nos boxes. Antes com cerca de 10s de vantagem para Hamilton, o alemão retornou 8s atrás do britânico, novo líder. Agora com pneus novos, ele teria 31 voltas para caçar o piloto da Mercedes

39/70: Ricciardo errou a freada da chicane final e acabou perdendo o quarto lugar para Bottas na curva 1. Perdendo ritmo, o australiano fez outro pit stop na volta seguinte. E perdeu mais tempo pois a RBR demorou novamente nos boxes. Piloto voltou em sétimo.

41/70: Com pneus mais novos, Vettel passou a imprimir ritmo mais forte que Hamilton e reduziu a diferença para 6 segundos.

46/70: Em quinto, atrás de Bottas, Rosberg perguntava à Mercedes a respeito de algum problema em seu carro, já que diversos alertas piscavam em seu volante.

47/70:
Em quinto, mas com vantagem segura para Raikkonen, Verstappen preferiu fazer mais um pit stop e colocou um novo jogo de pneus macios.

50/70: A 20 voltas do fim, Vettel reduziu a desvantagem para Hamilton para menos de 5 segundos.

52/70: Por causa de um pequeno furo no pneu, que o fazia perder pressão a cada volta, Rosberg precisou ir para os boxes, colocou outro jogo de compostos macios e voltou em 7º.

57/70:
Com a faca nos dentes para tentar se aproximar de Hamilton, Vettel perdeu o ponto de freada da chicane final, passou reto e viu a vantagem subir para quase 6s.

58/70: Com pneus mais novos, Rosberg ultrapassa Raikkonen e sobe para quinto.

60/70:
Enquanto Hamilton administrava a ponta com tranquilidade, Vettel tentava desesperadamente alcançar o inglês. O alemão, porém, voltar a errar a chicane final e viu a diferença subir para 7s. Após mais um erro, o piloto da Ferrari parece ter aberto mão da luta pela vitória.

65/70: Rosberg colou no quarto colocado Verstappen. O alemão tentou dar o bote, mas encontrou um jovem holandês encrespado, que não queria vender a posição barato.

69/70:
Partindo para o tudo ou nada, Rosberg tentou passar Verstappen por fora na última curva e acabou rodando.
70/70: Lá na frente, Hamilton cruzou a linha de chegada com 5s de vantagem para Vettel. Bottas completou o pódio 45 atrás do britânico.

Sobe e desce de posições no GP do Canadá (Foto: Divulgação)
Sobe e desce de posições no GP do Canadá 
(Foto: Divulgação)


FONTE:

Bárbara e Ágatha perdem para alemãs e ficam com a prata em prévia olímpica





CIRCUITO MUNDIAL DE VÔLEI DE PRAIA



Brasileiras caem diante de Ludwig/Walkenhorst, quarta colocada no ranking, e são
vice-campeãs em Hamburgo. Talita/Larissa bate Walsh/Ross e conquista o bronze




Por
Hamburgo, Alemanha



Uma prévia olímpica. Assim pode ser considerada a etapa de Hamburgo do Circuito Mundial de Vôlei de praia. Melhor para as alemãs Ludwig e Walkenhorst (4ª do ranking), que bateram as brasileiras Ágatha e Bárbara (2ª) por 2 a 1, parciais de 21/19, 19/21 e 15/12. Na disputa do bronze, Larissa e Talita (1ª), derrotam as americanas Walsh e Ross (3ª) por 2 a 0. Horas antes, Bárbara e Ágatha levaram a melhor contra Talita e Larissa, em partida válida pela semifinal, por 2 a 1 (19/21, 21/15 e 15/11). Os quatro times estão classificados para a Olimpíada do Rio.

Bárbara e Ágatha ficaram com a prata em Hamburgo (Foto: Divulgação/FIVB)
Bárbara e Ágatha ficaram com a prata em 
Hamburgo (Foto: Divulgação/FIVB)


- Foi um bom torneio, melhoramos a cada jogo, sempre estivemos juntas e isso é bom para nossa confiança. Na final, acho que defensivamente não funcionamos tão bem. Elas mereceram a vitória. Estávamos bastante cansadas mentalmente. Lutamos até o final e vamos trabalhar muito para que da próxima vez possamos vencê-las - disse Bárbara.

No duelo que valeu a medalha de ouro, as alemãs começaram um pouco melhor na partida, com ótimos ataques de Walkenhorst, que colocou a dupla europeia na frente por 7 a 5. As duas duplas seguiram trocando virada de bolas, em um duelo marcado por ótimos ataques. Nenhuma equipe abriu mais de dois pontos e, no 17 a 17, Walkenhorst conseguiu um belo bloqueio em Ágatha, colocando as alemãs na frente.

Ágatha e Bárbara comemoram muito a vitória em Hamburgo (Foto: Divulgação/FIVB)
Ágatha e Bárbara ficaram com a prata em 
Hamburgo (Foto: Divulgação/FIVB)


A torcida tentava fazer a diferença, festejando cada ponto da equipe da casa. A arena fez muita pressão nas brasileiras no momento em que as alemãs tinham o set point, com 20 a 19 no placar, e as visitantes pediram tempo técnico. Ludwig sacou, Bárbara errou a recepção e o primeiro set ficou com as alemãs, 21/19.

A segunda parcial começou com um ace de Bárbara, fazendo com que o Brasil abrisse 2 a 0. Em um contra-ataque de Ágatha, o time abriu 5 a 2, na maior vantagem de uma equipe sobre a outra até aquele momento. Com uma boa atuação defensiva, as alemãs conseguiram igualar o duelo em 9 a 9. O placar seguiu incrivelmente igual, até que Bárbara anotou um contra-ataque para abrir 19 a 17 para as brasileiras. As visitantes fecharam a parcial em 21/19.

No terceiro set, as alemãs passaram a forçar o saque, algo que não fizeram no início da partida. Com isso, conseguiram abrir 6 a 3 e comandaram o tie-break. A vantagem foi sempre das anfitriãs até o fim do set, fechando em 15/12.

LARISSA/TALITA BATE WALSH/ROSS E LEVA O BRONZE

Larissa e Talita se abraçam após vitória sobre americanas (Foto: Divulgação/FIVB)Larissa e Talita se abraçam após vitória sobre americanas (Foto: Divulgação/FIVB)


Em uma reedição da final da etapa do Grand Slam de Moscou, disputada há duas semanas, Talita e Larissa derrotaram Walsh e Ross por 2 a 0, parciais de 21/15, e garantiram a medalha de bronze no torneio alemão. Agora, são quatro confrontos entre os dois times, com vantagem verde-amarela de 3 a 1. Larissa e Talita fizeram a dupla mais constante do ano passado, enquanto Walsh é tricampeã olímpica (sempre ao lado de May) e Ross foi prata nos Jogos de Londres 2012, com Kessy.
- Tínhamos que limpar a mente e acredito que conseguimos fazer isso, fomos muito bem à disputa do bronze. Sempre chegamos em busca do ouro nos torneios, mas Ágatha e Bárbara tiveram méritos, jogaram melhor na semifinal. É um bronze importante, realizamos um bom torneio - disse Larissa após o bronze.
No primeiro set, as brasileiras começaram muito melhor e abriram 6 a 1 no placar, com dois aces de Larissa e um bloqueio de Talita. A tricampeã olímpica Walsh cometia vários erros de ataque e a vantagem brasileira só crescia. No fim, as americanas até conseguiram bons ataques, mas ficaram distantes de buscar o placar. Vitória brasileira por 21/15.

Na segunda parcial, a estratégia das brasileiras foi sacar em Walsh, que não viveu um bom dia. A tricampeã cometeu alguns erros, foi bloqueada por Talita e não conseguiu elevar o nível do time americano. Pelo lado das brasileiras, Larissa converteu quase


FONTE:
http://sportv.globo.com/site/eventos/circuito-mundial-de-volei-de-praia/noticia/2016/06/barbaraagatha-perde-para-alemas-e-fica-com-prata-em-previa-olimpica.html

Alison e Bruno Schmidt sofrem virada e ficam fora do pódio de Hamburgo




CIRCUITO MUNDIAL DE VÔLEI DE PRAIA



Favoritos ao ouro olímpico, campeões mundiais caem diante de americanos e russos no último dia do Major alemão




Por
Hamburgo, Alemanha




O domingo não foi bom para Alison e Bruno Schmidt. Favoritos ao ouro olímpico, os campeões mundiais chegaram invictos à semifinal do Major de Hamburgo, mas acabaram perdendo para os americanos Lucena e Dalhausser e ainda sofreram uma virada na disputa pelo bronze, diante dos russos Semenov e Krasilnikov. Assim, os brasileiros, que vinham de uma prata da etapa de Moscou do Circuito Mundial, ficaram fora do pódio na Alemanha.

- Começamos bem no primeiro set, mas erramos bastante e acabamos colocando eles no jogo. Perdemos um pouco a concentração. Vamos nos concentrar para as próximas partidas. Ficamos entre os quatro melhores, temos que melhorar um pouco a concentração, chegar mais perto do nosso 100%, sei que podemos ter melhores resultados - disse Bruno.

+ Bárbara e Ágatha perdem para alemãs e ficam com a prata em prévia olímpica

Alison Major de Hamburgo vôlei de praia (Foto: Divulgação/FIVB)
Alison não conseguiu parar a dupla russa no 
Major de Hamburgo (Foto: Divulgação/FIVB)


No primeiro jogo do dia, Alison e Bruno não conseguiram fazer frente a Lucena e Dalhausser, que precisaram de apenas 35 minutos para vencer por 2 sets a 0 - parciais de 21/16 e 21/15. Os campeões mundiais melhoraram na disputa pelo bronze, mas acabaram sofrendo uma virada - parciais de 15/21, 22/20 e 15/10. Depois da vitória, os russos Semenov e Krasilnikov contaram que o segredo para o bronze foi comer hambúrguer.

- Depois de perder a semifinal, fomos a uma hamburgueria e nos deu muita força (risos). Jogamos melhor - brincou Semenov.

Lucena e Dalhausser ficaram com o título de Hamburgo ao superar os holandeses Brouwer e Meeuwsen. O Circuito Mundial agora vai para a Polônia. Entre os dias 15 e 19 de junho, o país sedia o Grand Slam de Olsztyn.


FONTE:]
http://sportv.globo.com/site/eventos/circuito-mundial-de-volei-de-praia/noticia/2016/06/alison-e-bruno-schmidt-sofrem-virada-e-ficam-fora-do-podio-de-hamburgo.html

Após lesões, Zé anuncia corte de Carol: "Não dava tempo de recuperar"



Central, que brigava por um lugar na equipe, torceu o tornozelo esquerdo durante treino antes do Grand Prix no Rio. Antes, havia lidado com problema nas costas




Por
Rio de Janeiro




Carol amistoso República Dominicana (Foto: Divulgação/CBV)
Carol atuou apenas no segundo amistoso contra a República Dominicana (Foto: Divulgação/CBV)


Em meio às vitórias pela primeira rodada do Grand Prix, o Brasil sofreu uma baixa importante rumo à Olimpíada. A central Carol, que estava na briga por uma vaga na equipe que vai para os Jogos, foi cortada do grupo antes da viagem para Macau. A jogadora sofreu duas lesões durante os treinos da seleção: primeiro, nas costas; depois, no tornozelo esquerdo, que a tirou das partidas no Rio de Janeiro.

O corte foi anunciado oficialmente após a vitória contra a Sérvia. José Roberto Guimarães comunicou a jogadora no sábado, dia sem jogos pela competição. Segundo ele, não haveria tempo hábil para testar a central na equipe.

- Não dá tempo de recuperar. Ela torceu o pé, mas teve um problema nas costas antes. Teve de parar. Agora, voltou e torceu o pé. Ela iria começar a ser liberada na segunda-feira. Para colocar em forma de novo e começar a jogar, só na terceira ou quarta semana. Não dava para fazer isso. Infelizmente. Não dava. O tempo corria contra ela. Precisamos pensar em montar o time, trocar uma ou outra peça. Se eu ficar revezando, não vou conseguir montar uma unidade de time – explicou o treinador.
A conversa, segundo o técnico, foi dolorosa. Ela, no entanto, entendeu os motivos do treinador e ficou com o grupo até a noite de sábado, quando se despediu.




- Ela sentiu, chorou. Mas ela entendeu. Depois, ficou até o jantar. Para a gente, é muito duro. Ela estava na briga. Ela tem coisas importantes. Carol tem um saque fantástico e bloqueio. Mas ela estava correndo contra o tempo. Infelizmente, aconteceu em um momento complicado. 

Carol brigava com Adenízia e Juciely pela terceira vaga de central para os Jogos. Por conta das lesões, a central jogou apenas o segundo amistoso contra a República Dominicana, em São José dos Pinhais. Logo depois, torceu o pé. Zé Roberto esperava testar mais a jogadora, destaque do Rio de Janeiro durante a Superliga, para ver como ela se comportaria diante de adversários mais complicados.

- Uma coisa é Superliga. Outra é jogar internacionalmente. Só vamos ter o parâmetro contra Rússia, China, EUA. Esses times que vão exigir mais. Muda um pouco de figura. Esse momento, agora, é que vamos começar a fazer isso.

Carol é a segunda baixa de Zé Roberto rumo aos Jogos. Antes, Monique havia pedido dispensa do grupo por motivos pessoais.


Carol treino seleção vôlei (Foto: Divulgação/CBV)
Carol durante trabalho de musculação da seleção 
(Foto: Divulgação/CBV)


FONTE:

No embalo de Gabi, Brasil despacha a Sérvia e fecha 1ª etapa do GP invicto



Ponteira, que tem recebido atenção especial por conta de lesão no tornozelo esquerdo, entra bem durante a partida, e seleção bate rivais por 3 sets a 0 no Rio




Por
Rio de Janeiro



(OBS. DO BLOG:
VEJA O VÍDEO CLICANDO NO
LINK DA FONTE NO FINAL
DA MATÉRIA ABAIX


O tornozelo esquerdo, que tanto incomodou durante os últimos meses, não atrapalhou. Maior preocupação de José Roberto Guimarães rumo aos Jogos, Gabi havia entrado em quadra nas últimas partidas apenas para sacar. Neste domingo, porém, não voltou mais para o banco. Com um sorriso no rosto, saltou, atacou e bloqueou. Solta na partida, a ponteira ajudou a seleção a bater a Sérvia por 3 sets a 0, parciais 25/20, 25/18 e 25/18, fechando de forma invicta a primeira rodada do Grand Prix na Arena Carioca 1.]

Gabi ataca pelo meio na vitória do Brasil sobre a Sérvia (Foto: JAYSON BRAGA/BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
Gabi solta o braço: camisa 10 mostrou força  
(Foto: JAYSON BRAGA/BRAZIL PHOTO 
PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)


No Rio de Janeiro, a seleção bateu Itália, Japão e Sérvia. Agora, embarca para Macau, na China, para a segunda rodada da competição. Lá, encara Sérvia, Bélgica e as donas da casa. Depois, encerra a fase de classificação contra Itália, Bélgica e Turquia, na cidade turca de Ankara. A fase final será em Bangcoc, na Tailândia, entre 6 e 10 de julho.

Gabi saiu de quadra com sete pontos. Natália, com 14, e Sheilla, com 11, foram os outros destaques da seleção. Do outro lado, Brakocevic fez 13. No outro jogo do dia, a Itália bateu o Japão por 3 sets a 2, parciais 25/20, 25/20, 23/25, 25/27 e 15/8.

No intervalo para o terceiro set, jogadoras que participaram de edições dos Jogos Olímpicos desde a primeira participação, em 1980, foram homenageadas. Estrelas de antigamente, como Vera Mossa, Ida e Sandra, até as campeãs olímpicas em Pequim e em Londres, como Walewska e Paula Pequeno, receberam uma medalha da CBV.
Domingo sem sustos

Com um público bem maior que o dos primeiros dias, o barulho extra parece ter empolgado a seleção. Logo de início, 3/0, sem chances para as sérvias. As europeias melhoraram, mas no ataque de Natália por cima do bloqueio rival, o Brasil foi para o primeiro tempo técnico em vantagem: 8/4. Aos poucos, a Sérvia encaixou melhor seu jogo. Assim como nas partidas anteriores, Brakocevic aparecia como principal arma. Por suas mãos, a diferença caiu para apenas um ponto (10/9).

Brasileiras vibram após ponto contra a Sérvia (Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto/CBV)
Brasileiras vibram após ponto contra a Sérvia 
(Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto/CBV)


Foi ela quem colocou a Sérvia pela primeira vez à frente no placar (13/12). Zé Roberto, então, parou o jogo e tentou acertar a casa. Deu certo: a seleção logo voltou à frente. No bloqueio de Fabiana, o Brasil foi para o tempo técnico em vantagem, com 16/13. O domínio, então, era absoluto. Depois de uma bola quase perdida, Natália aproveitou boa defesa de Leia para fuzilar e ampliar para 20/14. No saque errado das sérvias, o fim do primeiro set: 25/20.

Natália, de bloqueio, abriu a contagem da segunda parcial. E a seleção voltou melhor. Logo, abriu 7/1 no placar com extrema facilidade. A Sérvia acordou e encostou no placar, mas as donas da casa foram para o primeiro tempo técnico com 8/5. Gabi, que, até então, havia entrado apenas para sacar, foi para a quadra por mais tempo, no lugar de Fê Garay. Maior preocupação de Zé para os Jogos, a ponteira mostrou desenvoltura no ataque e, de bloqueio, fez o Brasil chegar ao tempo técnico em vantagem: 16/14.

Com dois pontos de saque em sequência, Sheilla ampliou a vantagem para o Brasil. Do outro lado, a Sérvia parecia não ter muita força para mudar o parâmetro do jogo.  Com Roberta e Tandara em quadra, a seleção não teve muitos problemas para fechar a parcial em 25/18

Após a homenagem às jogadoras com participações em Olimpíadas, a seleção voltou à quadra com o mesmo ritmo. Sem dar chances à Sérvia, construiu o placar do set final com tranquilidade. No bloqueio de Roberta e Thaísa, o Brasil fechou a partida em 25/18, para a festa do ginásio.


FONTE:

A carraspana moral de Janot em Gilmar veio em boa hora. Por Kiko Nogueira



FONTE:
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-carraspana-moral-de-janot-em-gilmar-veio-em-boa-hora-por-kiko-nogueira/


Rodrigo Janot, como qualquer brasileiro decente, parece ter se cansado definitivamente de Gilmar Mendes.
Seu discurso na sexta, 10, um desabafo feito com o fígado, tem endereço certo, e é o ministro do STF. Chama-lo de “indireta” é uma ofensa.
“Nunca terei transgressores preferidos, como bem demonstra o leque sortido de autoridades investigadas e processadas por minha iniciativa perante a Suprema Corte. Da esquerda à direita, do anônimo às mais poderosas autoridades, ninguém, ninguém mesmo, estará acima da lei, no que depender do Ministério Público”, disse ele no final de um encontro de procuradores eleitorais.
“Figuras de expressão nacional, que deveriam guardar imparcialidade e manter decoro, tentam disseminar a ideia estapafúrdia de que o Procurador-Geral da República teria vazado informações sigilosas para, vejam o absurdo, pressionar o Supremo Tribunal Federal e obrigá-lo a decidir em tal ou qual sentido, como se isso fosse verdadeiramente possível. Ainda há juízes em Berlim, é preciso avisar a essas pessoas”.
Essa expressão tem origem numa história, que não se sabe se verdadeira, muito usada quando o estado de direito é ameaçado pelo mais forte. Um camponês prussiano, no século XVIII, é coagido a derrubar seu moinho na vizinhança do palácio real. O próprio rei vai pressioná-lo. Ele resiste dizendo ao monarca aquela frase, ou seja, que confiava na isenção da Justiça.
Gilmar Mendes, em mais uma conversa absolutamente indefensável com jornalistas, havia criticado o vazamento dos pedidos de prisão de Cunha, Jucá, Sarney e Renan.
É o mesmo GM que aplaudiu quando o Jornal Nacional e a torcida do Flamengo tiveram acesso aos grampos de Lula.
“Isso tem ocorrido e precisa ter cuidado. Porque isso é abuso de autoridade claro”, falou.
Desde que assumiu uma cadeira no Supremo, indicado por Fernando Henrique Cardoso, Gilmar Mendes se transformou, nas palavras do jurista Dalmo Dallari, numa “figura lamentável”, alguém que “degrada” a imagem da corte. O papel dele protegendo Aécio já extrapolou o limite de ética, da moral e mesmo da inteligência.
Essa treta promete.