segunda-feira, 13 de abril de 2015

Novamente feliz, Messi abre coração sobre filho, dias de loucura e hat-tricks

Argentino posa com bolas que levou para casa após marcar três gols, recorda elogios de Raúl e diz que Thiago o amoleceu: “Antes perdia e não falava com ninguém”


Por
Barcelona, Espanha

Messi Antonella (Foto: Reprodução/Instagram)Messi, Antonella e o filho Thiago ( Foto: Instagram)


Lionel Messi foi mal acostumado por ele mesmo ao longo de sua carreira. Os gols brotavam de algum buraco invisível do Camp Nou, as vitórias surgiam com a mesma naturalidade, os troféus foram empilhados em sua estante num estalar de dedos. Quando parou para uma reflexão, Messi se viu com 27 anos, dono de uma carreira espetacular, um relacionamento estável e duradouro com a esposa Antonella, um filho que chegou para mudar a sua vida.

Você pode imaginar que não, mas Messi teve muito do que reclamar. Exigente, confessou até mesmo passar “dias sem falar com alguém” após as derrotas. A temporada 2013/2014, quando não ganhou título algum e ainda perdeu a Copa do Mundo na final, foi, portanto, uma enorme decepção - mas transformada em aprendizado com o crescimento do filho Thiago, de dois anos e meio. Ele aprendeu a enxergar a vida além do futebol, dos gols embalados em noites que eram dia, nunca o oposto, como diz o ditado. E abriu o coração em entrevista à revista oficial do Barcelona, divulgada nesta segunda-feira.

- A chegada do Thiago mudou tudo. Primeiro, no pensamento. Primeiro penso nele e depois nos demais. Me mudou também a maneira de ver um jogo. Antes perdia ou fazia algo ruim e não falava com ninguém durante três ou quatro dias até que ficava louco. Agora perco um jogo, chego em casa e vejo o meu filho e tudo passa. A raiva segue por dentro, mas vê-lo já me muda todo. Ser pai me ajudou a crescer. Me ajudou a não ficar louco pelo futebol e a pensar em outras coisas da vida, também.

Messi posou para a foto principal da publicação com as bolas que levou para casa depois de marcar um hat-trick, o que já aconteceu 32 vezes na carreira com a camisa do Barça. O primeiro, num clássico contra o Real Madrid, em 2007, é o que traz as melhores recordações, graças aos elogios de Raúl.

- Ele me disse algumas palavras, nesse momento para mim foi muito bonito, pelo que significava Raúl e pelo que significava aquele jogo (empate por 3 a 3).


Messi Barcelona bolas hat-tricks (Foto: Reprodução / Site Oficial)
Argentino pediu para companheiros assinarem 
as bolas do jogo após hat-tricks 
(Foto: Reprodução / Site Oficial)


Confira esses e outros trechos da entrevista abaixo:

Parece feliz dentro e fora de campo. É assim?
Me sinto feliz. A verdade é que comecei a temporada de outra maneira depois do que aconteceu comigo no ano passado. Tive um ano complicado pelo que acontecia fora de campo, por minhas lesões e pelo meu rendimento. Mas neste ano comecei de outra maneira e agora me sinto muito bem.


Sente que recuperou a sua melhor versão?
No ano passado eu tive uma temporada irregular. Estive muito tempo fora por culpa das lesões e perdi muitos jogos. Quando voltei nunca consegui me encontrar. Foi um ano que tento esquecer rápido para recuperar minha melhor versão graças à alegria, ao trabalho e ao esforço, como sempre fiz, e por sorte agora me encontro muito bem.


No ano do “triplete” você tinha tantos gols como tem agora (45). É um sinal?
Tomara que sim! Deus queira que tenha alguma relação. Já temos uma final guardada que nos espera, no Espanhol dependemos de nós mesmos e na Champions sabemos que é o mais difícil. Mas também temos a vontade de chegar o mais longe possível, e lutaremos por tudo isso.


O que significa já estar numa final de Copa? É uma injeção de ânimo?
Vínhamos de um tempo que ganhávamos tudo, a cada ano conseguíamos algum título, e talvez tanto a torcida como nós mesmos não valorizávamos o que estávamos conseguindo. Passamos um ano em branco, e agora, quando chegam os êxitos, damos a importância que merecem e desfrutamos mais porque sabemos que são muito complicados de conseguir.


Você tem mais tranquilidade de ter Neymar e Suárez do seu lado, dividindo a responsabilidade de fazer os gols?
Nunca pensei desta maneira, nem me senti com a obrigação de fazer gols porque se não fizesse o time não venceria. Pelo contrário, o Barça sempre teve grandes atacantes, não apenas agora com Neymar e Luis. Mas é certo que estamos aproveitando muito a presença dos dois porque são figuras mundiais. Eles nos dão muitíssimas outras coisas além dos gols. Mas, neste sentido, estou tranquilo.


Lionel Messi Neymar Barcelona (Foto: Reuters)
Lionel Messi e Neymar comemoram gol do 
Barcelona no último sábado (Foto: Reuters)


 Quando marca um hat-trick você pede para seus companheiros assinarem a bola. É uma recordação especial?
Eu sempre peço a eles para assinarem a bola porque acho que é um reconhecimento para todo o time. Sem meus companheiros eu não teria conseguido tudo o que atingi no individual, e acho que, com um hat-trick, mais do que nunca, porque dependo muito deles para fazer o gol, por isso é uma memória agradável ter a assinatura de todos.


Onde guarda as bolas?
Guardo as bolas na minha casa, numa das vitrines, com os troféus, mas tenho pensado em fazer algo especial, algo mais bonito com todas as bolas. Quero que tenham um lugar mais especial.
Assim, agora, a verdade é que não. Preciso voltar a ver os gols ou que me digam algo para eu lembrar 
Messi, perguntado se a memória anda em dia com os hat-tricks marcados pelo Barcelona


Lembra de todos os hat-tricks?
Assim, agora, a verdade é que não. Preciso voltar a ver os gols ou que me digam algo para eu lembrar.


Perna direita
Acho que tem muito de casualidade. Esse ano voltei ao lado direito do ataque e por ali tenho muitas oportunidades para finalizar com essa perna. Treinamos muitos chutes desde fora da área tanto com a direita como a esquerda, e tento experimentar tanto nos treinos quanto nos jogos, e está acontecendo. Pode ser que haja um pouco de tudo: de treinamento, de casualidade e da maneira de jogar agora.


Algum comentário de rival mexeu com você?
Lembro justamente de um jogo contra o Real Madrid (2007). Quando terminou (empate por 3 a 3) veio o Raúl e me parabenizou. Ele me disse algumas palavras, nesse momento para mim foi muito bonito, pelo que significava Raúl e pelo que significava aquele jogo.


Pênaltis perdidos com frequência
Sim, me dá muita raiva. O que acontece é que tenho que cobrar muitos pênaltis, porque tanto aqui, no Barça, como na Argentina, eu sou o encarregado, e os goleiros te estudam e te conhecem mais. É verdade que dizem que um pênalti bem cobrado é muito difícil de ser defendido, mas agora está mais complicado para mim. São coisas do futebol, mas eu realmente fico muito mal quando perco, como aconteceu contra o Manchester City, quando o gol nos daria uma vantagem importante e praticamente nos colocaria na próxima fase.


Filho
A chegada do Thiago mudou tudo. Primeiro, no pensamento. Primeiro penso nele e depois nos demais. Me mudou também a maneira de ver um jogo. Antes perdia ou fazia algo ruim e não falava com ninguém durante três ou quatro dias até que ficava louco. Agora perco um jogo, chego em casa e vejo o meu filho e tudo passa. A raiva segue por dentro, mas vê-lo já me muda todo. Ser pai me ajudou a crescer. Me ajudou a não ficar louco pelo futebol e a pensar em outras coisas da vida, também.


FONTE:
http://glo.bo/1JEeHye

Com a família em primeiro lugar, Murilo e Jaque tentam jogar no mesmo clube

Para estar sempre perto do filho Arthur, casal 20 do vôlei brasileiro quer defender a mesma equipe na próxima temporada, mesmo que seja em outro pais


Por
Belo Horizonte


Jaqueline - final superliga - Cruzeiro x SESI - 2 (Foto: Danielle Rocha)
Jaqueline com o pequeno Arthur na final da 
Superliga em Belo Horizonte (Foto: 
Danielle Rocha)


Um dos grandes problemas da vida dos atletas é a distância da família. Seja por causa das viagens ou mudança de time, jogadores precisam muitas vezes se adaptar e acostumar a ficar longe dos parentes mais próximos, sejam pais, filhos ou irmãos. E assim tem sido a vida do casal Murilo e Jaqueline nos últimos meses. Mas, agora, o casal 20 do vôlei poderá curtir o tempo sem jogos para descansar e aproveitar o filho Arthur, de um ano e três meses. Neste período, no entanto, os atletas terão que tomar uma importante decisão: onde será o futuro da família.

Com Murilo em São Paulo e Jaqueline em Minas, os dois não escondem o desejo de estar sempre perto. Para isso, a ponteira do time minastenista cogita até jogar fora do Brasil, mesmo com a torcida fazendo campanha para sua permanência.


saiba mais

- A torcida começou a fazer campanha para eu ficar no Minas, mas ainda não decidi o meu futuro. Vou esperar a Superliga acabar para decidir, mas a ideia é que eu e o Murilo sigamos juntos no mesmo clube, na mesma cidade ou até fora do país – disse a jogadora, que foi até as semifinais da Superliga Feminina com o Minas.

Murilo e Jaqueline ano novo (Foto: Reprodução / Instagram)Murilo e Jaqueline querem estar juntos na próxima temporada (Foto: Reprodução / Instagram)


Do outro lado da relação, Murilo compartilha o desejo da esposa, mas lembra do sonho de representar o Brasil nos Jogos Olímpicos 2016, que será disputado no Rio de Janeiro. Passado o vice-campeonato da Superliga Masculina, agora ele vai conversar com Jaque para decidir o futuro. 

- Lógico que a gente quer ficar juntos, quer morar juntos por causa do Arthur, e a gente vai sempre priorizar a família. Mas ano que vem tem Olimpíadas, então tem que pensar nisso e talvez se sacrificar um pouco.

Com a campanha da torcida do Minas e o desejo da equipe mineira de montar um grande elenco para a disputa da próxima edição da Superliga Masculina, os boatos da mudança de Murilo para BH existem, mas ele não descarta nenhuma opção.

- Todas as cidades são opções.

Murilo, Cruzeiro x Sesi, final, vôlei (Foto: Alexandre Araújo)
Murilo bem que tentou, mas não conseguiu o 
título da Superliga com o Sesi-SP (Foto: A
lexandre Araújo)


FONTE:

Bruninho mostra habilidade com o pé em vitória do Modena no Italiano

Levantador da seleção brasileira faz passe perfeito com sua perna direita e brinca com o tamanho da sorte: "Futevôlei está em dia". Ele foi convocado nesta segunda


Por
Modena, Itália

 
O levantador Bruninho mostrou que sua habilidade não se limita às mãos. No primeiro jogo das quartas de final dos playoffs da liga italiana de vôlei entre Modena, sua equipe, e Ravenna, o brasileiro precisou utilizar o recurso do pé para evitar que a bola caísse em sua quadra. Porém, o jogador não só salvou a jogada como colocou na pinta para a cortada do central belga Pieter Verhees, que cravou no chão adversário. O lance fez Bruninho vibrar e postar em uma rede social.

Assista ao levantamento de Bruninho

- Não sei quando conseguirei fazer isso novamente na minha vida...então, tenho que postar!!! Hahaha futevôlei tá em dia hein?!?! - escreveu o levantador da seleção brasileira, que também deve estar feliz em ver seu nome na lista de 25 relacionados por Bernardinho para as disputas da Liga Mundial e do Pan-Americano, na manhã desta segunda-feira.

Segundo colocado na fase de classificação, o Modena venceu o sétimo Ravenna, em casa, por 3 sets a 1, fazendo 1 a 0 na série.

Bruninho, vôlei, Modena (Foto: Divulgação)
Com a mão na boca, Bruninho comemora 
lance inusitado (Foto: Divulgação)


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Após dar à luz, ex-miss musa do vôlei posta foto com o filho: "Meu príncipe"

Aposentada, Luciane Escouto comemora chegada do bebê, fruto do relacionamento com o fisioterapeuta Alisson Monteiro: "Sou a mulher mais feliz e completa"


Por
Rio de Janeiro


Uma das musa do vôlei brasileiro há alguns anos, Luciane Escouto deu à luz no último domingo ao seu primeiro filho. A ex-jogadora, que anunciou aposentadoria juntamente com a gravidez em outubro do ano passado, comemorou bastante a chegada do herdeiro, fruto do relacionamento com o fisioterapeuta Alisson Monteiro, com quem se casou também em 2014.

- Hoje sou a mulher mais feliz e completa. Nasceu meu príncipe! Deus é maravilhoso! Não tenho palavras para descrever esse momento - escreveu a Luciane em uma rede social.

Luciane Escouto vôlei nascimento filho (Foto: Reprodução/Instagram)
Luciane Escouto posa ao lado do filho e do marido 
na maternidade (Foto: Reprodução/Instagram)


Luciane Escouto vôlei nascimento filho (Foto: Reprodução/Instagram)Luciane Escouto mostra o filho fazendo bico em rede social (Foto: Reprodução/Instagram)


Além de atleta, a morena de 1,85m e 27 anos também já teve carreira de modelo, sendo eleita miss Rio Grande do Sul e quarta colocada no Miss Mundo Brasil. Jogadora do Barueri na temporada 2013/2014, ela afirmou ter recebido propostas para seguir no vôlei, mas optou por retomar a faculdade de fisioterapia e cuidar da família.

- O vôlei me trouxe muitas felicidades, sou muito grata por tudo que aconteceu na minha vida, mas já estou com 27, meu ombrinho não é o mesmo, sentia muitas dores, então percebi que a hora de parar tinha chegado - disse à época.

Luciane Escouto vôlei nascimento filho (Foto: Reprodução/Instagram)
Filho recém-nascido de Luciane Escouto 
(Foto: Reprodução/Instagram)


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Após despedida em Londres 2012, líbero Serginho volta à seleção

Aos 39 anos, campeão olímpico está entre os relacionados do técnico Bernardinho para a disputa da Liga Mundial. Foram anunciados 25 nomes nesta segunda-feira


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Rio de Janeiro
 
  1. 01.

O adeus foi dado nos Jogos de Londres 2012, mas não do jeito que ele imaginava. A medalha de ouro que parecia nas mãos acabou no peito dos russos. Serginho foi às lágrimas. Não apenas por ter visto seu segundo ouro olímpico escapar, mas porque aquela partida seria a última de sua carreira defendendo a seleção. Saiu de quadra chorando, pedindo para que quem fosse vestir a sua camisa cuidasse com carinho. Depois dali virou torcedor, mas vivia dizendo para Bernardinho que, se preciso fosse, estaria à disposição do "patrão". No início deste ano, Bernardinho falou publicamente que o líbero de 39 anos estava sendo observado e não descartava seu retorno à equipe nacional. Nesta segunda-feira, veio a confirmação. O nome de Serginho aparece na lista de inscritos para a disputa da Liga Mundial, anunciada pelo técnico nesta segunda-feira, num evento num hotel da Barra, no Rio.

Além de Serginho, outros 24 nomes fazem parte da relação que tem poucas surpresas. A estreia do Brasil na competição será no dia 29 de maio, contra a Sérvia, em Belo Horizonte, pelo Grupo A, que conta ainda com Itália e Austrália.


vôlei serginho brasil polônia liga mundial (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
Serginho voltará a defender o Brasil na Liga 
Mundial (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)


-  Conversei com ele e agora não é hora de teste. Fazendo uma análise das Olimpíadas, não  queremos cometer erros do passado com relação a condição física. Serginho me disse que se tivesse dúvida sobre sua condição, falaria: "Não me chame porque posso prejudicar o trabalho". Ele nunca se afastou e sempre nos ajudava no feedback. Teremos uma programação especial para ele e vamos usá-lo de forma inteligente, em alguns amistosos e na Liga, de uma forma mais consistente para ver como reage. Claro que a programação de um jogador de quase 40 anos não é igual a de um mais jovem. Isso é bom senso. Lido diariamente com uma de 45 (Fofão) que é a alma de um time. Olimpíada no Brasil é uma hora em que experiência pode ser fundamental para nós. Que ele possa, de alguma forma, nos ajudar a mostrar o caminho. É um jogador que venceu pela necessidade e liderou pelo exemplo. Alguém que se dispõe a ir para Saquarema, com soldados que estão iniciando, mostra que quer pagar o preço - disse Bernardinho.

O treinador diz que o vôlei é cada vez mais um esporte para jogadores experientes. Deu como exemplo o caso do levantador Lloyd Ball, que nas Olimpíadas de Pequim 2008, então com 37 anos, "foi campeão e o grande cérebro dos Estados Unidos". Nos 12 anos em que defendeu a seleção brasileira, o experiente líbero conquistou uma medalha de ouro e duas de prata nos Jogos, foi bicampeonato Mundial, hepta da Liga Mundial, campeão da Copa do Mundo (2003), o bicampeonato no Pan. Foi eleito também o melhor do mundo em sua posição.  

- Estou muito feliz. Uma convocação é sempre especial, é um chamado. Fiquei longe desde Londres, estava como torcedor durante esse tempo todo, e sei bem o tamanho da responsabilidade que é defender o Brasil. É bom estar de volta, estou jogando em alto nível, vindo de uma temporada muito boa pelo Sesi-SP (foi vice-campeão neste domingo) e vou dar o meu melhor. Vou jogar pela minha família, pelos meus amigos e pelo povo brasileiro, que sempre me deu muito apoio e carinho - afirmou. 

Bernardinho, vôlei, Liga Mundial (Foto: Alexandre Arruda / Divulgação CBV)
Bernardinho anuncia a relação de jogadores 
para a disputa da Liga Mundial (Foto: 
Alexandre Arruda / Divulgação CBV)


Como a fase final da Liga Mundial irá coincidir com a disputa do Pan de Toronto, em julho, alguns jogadores terão de atuar nas duas competições. Certos mesmo no Canadá estão Lucas Loh, Maurício Borges,  Murilo Radcke e Fernando, o mais jovem da lista, com 19 anos. A ideia é que uma parte do grupo seja testada como protagonista e outra parte prove sua competência para seguir almejando um lugar no elenco principal.

Caso a Federação Internacional (FIVB) mantenha a punição imposta a Bernardinho, suspenso por 10 jogos por episódios ocorridos no Mundial da Polônia, o treinador só poderá estar na lateral da quadra na última rodada da fase classificatória da Liga Mundial. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) entrou com recurso e aguarda a resposta do painel da entidade. Se a decisão for mantida, Rubinho assumirá o comando. O assistente de Bernardinho também estará no Pan, mas só a partir da terceira rodada.  

Com o impedimento de disputar a Copa do Mundo do Japão - a Confederação Sul-Americana justificou a decisão alegando que a equipe já está classificada para as Olimpíadas do Rio 2016 - a CBV programou amistosos no exterior contra Estados Unidos e França, no fim de agosto. Outros dois torneios serão realizados no Brasil, com equipes que não participarão da Copa do Mundo, já que a seleção também não participará do Sul-Americano. 

- Não é ano de revolucionar para 2016 e espero que algumas surpresas aconteçam.

Ficando fora da Copa a gente perde um teste para jogadores que precisam jogar sob pressão. É a primeira vez que isso acontece e não cabe a nós discutir ou debater. Do ponto de vista técnico é uma perda muito grande e significativa. 


Questionado sobre a possibilidade de naturalização do cubano Leal, Bernardinho afirma que seria um jogador interessante para a seleção. Após a final da Superliga, o ponteiro do Cruzeiro admitiu o desejo de voltar a defender a camisa de seu país, mas se houvesse possibilidade de obter a cidadania brasileira, ele gostaria de jogar as Olimpíadas.

- Se ele se tornar cidadão, com a capacidade dele, vamos olhar com bons olhos. Lógico que um jogador como Leal interessa, mas não sei quanto tempo esse processo de naturalização levaria. Nem sei se o processo de abertura de Cuba pode mudar algo com relação à seleção deles.


01
a lista

Levantadores - Bruninho, Fernando Kreling, Murilo Radcke, Rapha e William Arjona
Ponteiros - Lipe, Lucarelli, Lucas Loh, Maurício Borges, Murilo e Samuel
Opostos -  Evandro, Renan, Vissotto e Wallace
Centrais - Éder, Isac, Lucão, Maurício Souza, Riad e Sidão
Líberos - Felipe, Mario Jr, Tiago Brendle e Serginho


FONTE;
http://glo.bo/1Nya7r4

Temas de 2016 e dueto misto no Brasil são atrações de evento no Maria Lenk

Brazil Synchro Open será de sexta a domingo e terá entrada gratuita para o público


Por
Rio de Janeiro

 
De sexta-feira a domingo a piscina do Parque Aquático Maria Lenk será palco de competições em que a plasticidade é tão valorizada quanto a execução perfeita de movimentos. Na quarta edição do Brazil Synchro Open, o público brasileiro poderá ver pela primeira vez os temas que o nado sincronizado brasileiro apresentará nos Jogos de 2016, além de uma apresentação de dueto misto – disciplina inclusa no programa do Mundial de esportes aquáticos de Kazan, na Rússia, em agosto. A entrada na arena na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, é gratuita.

Maria Eduarda e Luisa Borges - Sul-Americano de Desportos Aquáticos 2014 (Foto: Satiro Sodré / SSpress)
Maria Eduarda e Luisa Borges no Sul-Americano 
de Desportos Aquáticos de 2014 (Foto: 
Satiro Sodré / SSpress)


O dueto formado por Luísa Borges e Maria Eduarda Micucci se apresentará com o tema capoeira, enquanto a equipe entrará com o tema “motoqueiros”. De acordo com a técnica da seleção adulta, Maura Xavier, as coreografias sofreram várias alterações em relação ao que foi executado em torneios na França e na Alemanha em março.

- A Julie (técnica canadense Julie Sauvé) já mudou quase tudo em função do que foi apresentado. A ideia é elevar o grau de dificuldade e tornar as rotinas cada vez mais competitivas. As provas livres ainda são segredo. Ainda estamos trabalhando nelas e só serão mostradas nos Jogos Pan-Americanos de Toronto e no Mundial dos Esportes Aquáticos de Kazan.

A maior novidade para o público, no entanto, será a realização de uma apresentação de um dueto misto ucraniano após a realização do dueto técnico. Aprovada pela Federação Internacional de Natação (Fina) em novembro de 2014, a inclusão de homens nas provas de nado sincronizado promete incrementar a popularização do esporte no mundo. Supervisora da modalidade na Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Sônia Hercowitz acredita que a disputa tem muito a acrescentar ao esporte.

- Esta prova vai trazer um novo olhar para modalidade. Além de celebrar a diversidade, o dueto misto será uma disputa de extrema plasticidade, pois vai explorar outras possibilidades técnicas nas rotinas apresentadas. No Mundial de Kazan sete países estarão na prova, entre eles vários dos mais fortes como Rússia, França, Estados Unidos, Ucrânia e Japão.


Confira a programação completa do evento (horários de Brasília)

10/04

9h00 - Cerimônia de abertura
9h15 - Dueto técnico e apresentação de dueto misto
12h15 - Rotina Combinada
18h10 - Solo Técnico
 

11/04
9h15 - Equipe Técnica
12h15 - Solo Livre


12/04
9h15 - Dueto Livre
12h15 - Equipe Livre


FONTE:
http://glo.bo/1Ckuw8i

Com 1,59m e 80kg, atleta paranaense desafia padrões do nado sincronizado

Flávia Dell'Acqua lida com críticas sobre tipo físico e espera servir de exemplo: "Ser acima do peso claro que dificulta, mas estou muito feliz com meu desempenho"


Por
Rio de Janeiro

 
Flavia dall'acqua, Mayra, Nado Sincronizado (Foto: Satiro Sodre/SSPress)Flavia Dall'acqua, durante apresentação no Brazil Synchro Open (Foto: Satiro Sodre/SSPress)


Os bastidores de uma competição de nado sincronizado se assemelham aos do mundo da moda. Na correria para ajeitar maquiagem, figurinos e cabelos, predominam as atletas altas e magras. Em um esporte em que o estereótipo corporal é extremamente rígido tanto por padrões técnicos quanto estéticos, uma atleta de 1,59m e 80kg desafia qualquer padrão. Após anos lidando com críticas, Flávia Dall’Acqua entendeu que, se sua vida como nadadora profissional não teria futuro, sua continuidade no esporte se fazia necessária pela superação pessoal e como exemplo para outras meninas que também amam o balé das piscinas.

A mãe de Flávia, Josiette, foi atleta de nado sincronizado e hoje é técnica da equipe da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFP). Assim, a menina que hoje tem 24 anos conviveu com o esporte desde a infância. Quando veio a adolescência, porém, um problema na tireoide aflorou e desencadeou um significativo ganho de peso. Quanto mais quilos a balança indicava, mais críticas a jovem atleta ouvia.

Apesar de sofrer com algumas das colocações, principalmente de treinadores de outras equipes, Flavia decidiu que seguiria no esporte a qualquer custo. Se o biótipo não facilitava a evolução a um nível mais profissional, ela dedicou-se na área acadêmica e adotou uma rotina puxada para conciliar com os treinos. Hoje é formada em Educação Física, dá aulas de natação e auxilia a mãe com a equipe da universidade paranaense – e também atua como atleta.

- Eu nem sempre fui dessa forma física em que estou. Quando comecei a engordar fui muito criticada. Nosso esporte é muito visual, tem um estereótipo bem classificado, meninas altas, magras, e não me encaixo eu nenhum desses padrões. Mas acho que não tem por que não praticar, porque é saúde física e mental. Esse esporte é minha vida e nunca pararia por isso. Eu sendo provavelmente a pessoa com estereótipo mais diferente pode chamar atenção para o lado positivo também. Eu mostro que as pessoas podem sim praticar e até participar de uma competição grande. Por que não? Acho que esse esporte é muito bonito para se reduzir a uma parcela tão pequena da população – disse Flávia.

De maiô, ucraniano de dueto misto dribla preconceito: "Sou casado"

Flavia dall'acqua, Mayra, Nado Sincronizado (Foto: Satiro Sodre/SSPress)
Flavia, à direita, mergulha na piscina do 
Parque Aquático Maria Lenk 
(Foto: Satiro Sodre/SSPress)


No nado, busca-se a maior uniformidade possível entre as atletas, não apenas nas características físicas, mas sobretudo na sincronia dos movimentos. Assim, é fundamental que todas executem os elementos com os mesmos graus de flexibilidade, altura e velocidade. Para manter-se na água nos mesmos parâmetros das companheiras, Flávia precisa fazer um esforço muito maior do que as demais.

- Na minha equipe só tem meninas do estereótipo, e para elas fazerem um movimento precisam de uma força "x". Eu tenho que ter a mesma altura que elas na água, porque é uma questão técnica, então preciso de uma força "2x" para me sustentar, então é complicado. Se for colocar em números, eu provavelmente sou a mais forte dali, porque sou quem tem que levantar mais peso. Eu vejo gente treinando com caneleira, mas querendo ou não é como se eu fizesse competição com caneleira (risos). Dentro da água influencia bastante a questão de flexibilidade e força. Ser acima do peso claro que dificulta. Mas mesmo assim estou fazendo dueto, estou muito feliz com meu desempenho da forma que é.

A satisfação pessoal da atleta, no entanto, se refere mais ao sentimento de dever cumprido do que às notas que sua equipe recebe dos jurados. Como o IV Brazil Synchro Open é aberto a clubes, a UTFP participou dos eventos no Parque Aquático Maria Lenk. Na sexta-feira, na rotina técnica, Flavia fez dueto com Mayra Paes e ficou na nona e última colocação com 57.0659 pontos, quase 13.000 pontos atrás do oitavo colocado.

Neste sábado, a UTFP apenas se apresentou, sem competir, na disputa da rotina técnica por equipes. A nota 53.2200 colocaria o time na última colocação, enquanto a Ucrânia liderou com 88.4631, seguida por Espanha (87.1811) e Brasil (81.7000). Para a técnica e mãe Josiette, os números refletem não apenas a defasagem técnica de um time amador em relação a seleções profissionais, mas também o preconceito existente na modalidade.

Flavia dall'acqua, Nado Sincronizado (Foto: Helena Rebello)Flavia com sua mãe e técnica, Josiette
(Foto: Helena Rebello)


- É complicado porque o esporte prefere ainda atletas com outro tipo de biótipo. A gente geralmente vê isso nas notas. Mas a gente não se importa por isso. Dentro da universidade a gente faz mais um projeto social e aceita todo tipo de atleta. (...) Muita gente pensa que o problema (da Flávia) está relacionado à comida, mas é muito mais profundo. A tireoide dela não funciona. Como mãe, é muito duro ouvir isso porque vejo que ela faz sacrifícios, faz dieta, mas é difícil. Apesar de ter o peso, ela treina muito mais do que a maioria das minhas atletas, apesar de que os árbitros não olham ela como olhariam para uma atleta mais magra. Tem esse preconceito, tanto é que na própria seleção tem esse critério.

O critério a que Josiette se refere é sobre a utilização do percentual de gordura das atletas como um fator de grande influência em um possível corte na seleção brasileira. Treinadora da seleção, Maura Xavier afirma que o biótipo é fundamental na busca pelo alto rendimento e comentou que a técnica canadense Julie Sauvé, que hoje também trabalha com a seleção brasileira, se surpreendeu com o tipo físico médio que encontrou por aqui.

- A Julie chegou no Brasil e viu bundinha, viu coxinha, tudo maior. Não é só porque o biótipo é magro, mas a pessoa mais leve vai sair mais da água. Você perde em velocidade e em execução (com mais peso). Além disso é um esporte estético sim. Não é só uma questão estética, mas de performance. Hoje em dia o biótipo é bem forte em cima, braço forte e perna leve, como um triângulo. A gente gosta de percentual bem baixo. Hoje na seleção temos percentual de 6%, 7% de gordura. O mais alto, que é muito alto, é 13%.

Na rotina livre do dueto, neste sábado, a UTFP foi representada por Stefani Bhorer e Jessica Spitz e terminou na nona colocação com 53.0333 pontos. A Ucrânia venceu com 90.9667, com Canadá (89.0667) e China (88.2000) na sequência. Neste domingo, Mayra Paes representará a instituição paranaense no solo, e Flávia Dall’Acqua voltará à piscina do Maria Lenk na disputa por equipes na rotina livre.


FONTE:
http://glo.bo/1JzGFeu

Pelos Jogos, Bia e Branca abrem mão de até 30% da renda com vida artística

Agenda rígida de treinos e competições limita contratos das gêmeas, que recolocaram a vida de atletas em primeiro plano em prol da preparação para 2016


Por
Rio de Janeiro

 
Ouvir que o sonho olímpico tem um preço alto é algo comum em entrevistas de atletas de alto rendimento. Para cumprir a agenda de treinos e competições, é preciso abrir mão de compromissos pessoais, seguir rotinas físicas puxadas, vigiar o sono e a alimentação. Mas para duas atletas do nado sincronizado brasileiro, a frase ganhou sentido literal devido à priorização da preparação para os Jogos de 2016. Divididas por anos entre a carreira de nadadoras e a vida artística, Bia e Branca Feres estão recusando ofertas de trabalho para se concentrarem exclusivamente na seleção. Segundo o empresário das gêmeas, gerando uma perda de receita de até 30%.

Bia e Branca Feres, Nado Sincronizado (Foto: Helena Rebello)
Bia e Branca Feres preparadas para competir 
no Parque Aquático Maria Lenk (Foto: 
Helena Rebello)


Até 2013 as irmãs tiveram uma rotina intensa no meio artístico. Eram presença constante em festas e eventos, estrelavam campanhas e até integraram o staff do programa Vídeo Show, da Rede Globo. Em outubro daquele ano, no entanto, elas decidiram que voltariam a priorizar a carreira de atletas para integrarem a seleção que competiria nas Olimpíadas do Rio de Janeiro. Como país sede, as vagas do dueto e por equipes já estavam garantidas para o Brasil.

- A gente nunca parou de nadar, sempre continuamos o treinamento no clube. Em outubro de 2013 a gente decidiu que ia voltar a treinar para as Olimpíadas. O foco da nossa vida agora é esse, e tudo além disso seria nas horas vagas, em segundo plano. Agora chegamos numa reta final, num momento em que não deu mais para conciliar. O tempo que temos livre queremos usar para descansar ou para fazer atividades complementares ao nado sincronizado – disse Bia.


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De maiô, ucraniano de dueto misto dribla preconceito: "Sou casado"

Essa limitação de horários é um dos principais impedimentos para o fechamento de novos contratos. Com seis horas de treinos diários e necessidade de dormir cedo, as duas não podem se dar ao luxo de acertar qualquer proposta que envolva grande deslocamento. Atualmente, os trabalhos que transcendem as barreiras do esporte precisam se encaixar no fim da tarde de sábado ou no domingo.

Bia e Branca Feres, do nado sincronizado (Foto: Reprodução/Instagram)Bia e Branca Feres: Rio 2016 é prioridade paraasgêmeas(Foto:Reprodução/Instagra)


Como forma de compensar parcialmente essa perda financeira, as irmãs agora tornaram-se uma marca mais forte na internet. O empresário que gere a carreira delas desde 2008, Marcello Magalhães, afirma que houve um incremento nas postagens comercializadas nas redes sociais, por exemplo. Além disso, as duas têm contratos vigentes com um fornecedor de material esportivo, uma empresa de intercâmbios e um banco.

- (A renda) deve ter diminuído uns 30% principalmente pela questão de agenda, porque qualquer presença VIP ou campanha tem que se enquadrar em uma rotina muito pesada que elas têm. A gente perde nas presenças mas ganha em outra proporção, porque o atleta vende saúde, bem estar... Então hoje focamos muito mais nas vendas online, para elas não precisarem se deslocar. A web é uma plataforma mais voltada para esse momento. Então não prejudica os treinos e nem a estrutura financeira – explicou Marcello.

 (A renda) deve ter diminuído uns 30% principalmente pela questão de agenda, porque qualquer presença VIP ou campanha tem que se enquadrar em uma rotina muito pesada que elas têm
Marcello Magalhães

Para Branca, a opção por abrir mão de um retorno financeiro imediato foi perfeita por se tratar de um momento histórico para o esporte brasileiro. A musa acredita que as duas terão um saldo mais que positivo no futuro.

- (O dinheiro) Não entra numa hora, mas mais para frente entra. Perde de um lado, mas ganha de outro. O dinheiro era uma consequência, estávamos muito felizes e muito bem na parte artística. Mas o Brasil é um país em que as pessoas são mais imediatistas, e com certeza vamos colher frutos agora mais perto das Olimpíadas. A escolha foi total feita em cima do nosso coração e do sonho de nadar em casa.

Com a seleção brasileira, neste fim de semana, as gêmeas participaram de duas disputas no IV Brazil Synchro Open, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro. Na rotina livre combinada, Ucrânia (86.700), Brasil (84.9333) e seleção brasileira júnior (77.400) foram ouro, prata e bronze, respectivamente. Na rotina técnica por equipes a Ucrânia liderou com 88.4631, seguida por Espanha (87.1811) e Brasil (81.7000).

Além de Bia e Branca, a equipe brasileira no evento contou com Maria Bruno, Pamela Nogueira, Juliana Damico, Lara Teixeira, Sabrine Lowe, Maria Clara Coutinho, Priscila Japiassu, Giovana Stephan, Luisa Borges e Maria Clara Micucci. 


FONTE:
http://glo.bo/1CxX2U6

Brasil disputa torneio na Polônia como preparação para o Pan de Toronto

Competição que contará com a participação de Egito e Romênia, além dos donos da casa, também servirá como teste para o Mundial Júnior da modalidade, em julho


Por
Santo André, SP
 

De olho nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, de 10 a 26 de julho, no Canadá, a seleção brasileira masculina de handebol se prepara para mais uma disputa internacional. De 25 de abril a 5 de maio, os brasileiros estarão na Polônia para a disputa de um Torneio amistoso, que, além dos donos da casa, contará com a participação de Romênia e Egito, adversário do Brasil na estreia, dia 1º de maio. Dia 2 a seleção brasileira enfrenta os romenos e, no último compromisso em solo polonês, no dia 3, a equipe dirigida pelo espanhol Jordi Ribera encara os poloneses.

João Pedro foi um dos jogadores convocados para o torneio na Polônia (Foto: Wander Roberto/Photo&Grafia)
João Pedro foi um dos jogadores convocados 
para o torneio na Polônia (Foto: Wander 
Roberto/Photo&Grafia)



Diante de três adversários de ponta, a competição também serve como preparação para o Mundial Júnior da modalidade, que será disputado em julho, em Minas Gerais. Por isso, dos 17 atletas convocados por Jordi Ribera, cinco são da categoria: os armadores José Guilherme de Toledo e Leonardo Sampaio Santos, os centrais Acácio Marques e João Pedro Silva, e o pivô Rogério Moraes.

Um dos principais jogadores do Brasil no Mundial do Catar, em janeiro deste ano, João Pedro, destacou a importância de enfrentar adversários de ponta na reta final de preparação da seleção masculina visando a disputa dos Jogos Pan-Americanos.


Felipe Borges foi um dos jogadores convocados para o torneio na Polônia (Foto: Wander Roberto/Photo&Grafia)
Felipe Borges também foi chamado por 
Jordi Ribera para a disputa do torneio 
em solo polonês (Foto: Wander 
Roberto/Photo&Grafia)


- É o momento de reunir o grupo de novo e buscar entrosamento, porque alguns jogadores estão chegando agora. Tendo em vista o nível técnico e a tradição dos participantes do torneio, a importância principal é enfrentarmos equipes superiores às que podemos esperar no Pan e, assim, estarmos melhores preparados para a competição - analisou o atleta que atua no Ademar León, da Espanha.

O central acredita que o torneio polonês pode contribuir ainda para a preparação do Brasil no Mundial Júnior, em casa, no fim de julho.


- Tanto o torneio quanto o Mundial serão com equipes muito qualificadas e espero me sentir emocionalmente mais preparado para lidar com algumas situações dentro de quadra. O Mundial vai ser no Brasil e queremos fazer uma ótima competição. Apoiados pela nossa torcida e familiares, vamos buscar não só melhorar nossa última colocação (6° lugar), como também uma medalha inédita. Estamos muito confiantes - afirmou.


Confira a lista dos convocados:


Goleiros
- César Augusto de Almeida (BM Guadalajara/ESP), Luiz Ricardo do Nascimento (Taubaté-SP) e Maik Ferreira (Taubaté-SP).

Armadores - Guilherme Valadão (BM Granollers/ESP), José Guilherme de Toledo (BM Granollers/ESP), Leonardo Santos (Pinheiros-SP), Oswaldo Guimarães (BM Villa de Aranda/ESP) e Thiagus Petrus dos Santos (Naturhouse La Rioja/ESP).

Centrais - Acácio Marques Moreira Filho (São Bernardo-SP), Henrique Teixeira (Taubaté-SP) e João Pedro da Silva (Ademar León/ESP).

Pontas - Claryston Novais (Vila Olímpica Manoel Tubino-RJ), Fábio Chiuffa (BM Guadalajara/ESP), Felipe Borges (Montpellier Agglomération/FRA) e Wesley Freitas (FC do Porto/POR).

Pivôs - Alexandro Pozzer (BM Guadalajara/ESP) e Rogério Ferreira (Vila Olímpica Manoel Tubino-RJ).


FONTE:
http://glo.bo/1DBMaZp

Obras do Velódromo e do Estádio Aquático avançam no Parque Olímpico

Instalações são as menos adiantadas na principal área de competição dos Jogos. Em Deodoro, construtora Queiroz Galvão retira aviso prévio de operários


Por
Rio de Janeiro
 

Novas fotos das obras das arenas esportivas das Olimpíadas apontam avanços visíveis em duas instalações do Parque Olímpico menos avançadas do que as outras: o Estádio Aquático e o Velódromo. Este última era a instalação que mais preocupava após a empreiteira Tecnosolo ter entrado em recuperação judicial e ter sido notificada duas vezes pela prefeitura por um atraso que chegou a três semanas. A obra está uma semana adiantada, de acordo com o prefeito Eduardo Paes. A estimativa de custo é de R$ 118,8 milhões e o prazo para conclusão é o último trimestre deste ano. 

Infográfico: confira o andamento das obras olímpicas!

Velódromo obras abril 2015 (Foto: Gabriel Heusi/brasil2016/ME)
Obras do Velódromo em abril de 2015 
(Foto: Gabriel Heusi/brasil2016/ME)


Já no estádio aquático as montagens da estrutura metálica e da cobertura da piscina principal estão em fase final. Estão em andamento os serviços de instalação, alvenaria e escavação da piscina de aquecimento. A instalação temporária tem capacidade para 18 mil pessoas e está orçada em R$ 225,3 milhões. Vai receber a natação olímpica e paralímpica e as finais do pólo aquático. O prazo de entrega é o primeiro trimestre de 2016. 

Estádio Aquático Parque Olímpico abril 2015 (Foto: Gabriel Heusi/brasil2016/ME)
Estádio Aquático do Parque Olímpico em 
abril de 2015 (Foto: Gabriel 
Heusi/brasil2016/ME)


Parque Olímpico obras abril 2015 (Foto: Gabriel Heusi/brasil2016/ME)
Parque Olímpico em abril de 2015 
(Foto: Gabriel Heusi/brasil2016/ME)


Em Deodoro, as obras seguem duas semanas após a Queiroz Galvão ter demitido 70 operários e ter colocado os 1.000 restantes sob aviso prévio, alegando atraso nos repasses da prefeitura. Paes chamou de "burra" a estratégia da empresa para receber pagamentos adiantados. Na última sexta-feira a Queiroz Galvão retirou o aviso prévio de todos.  

No Centro de Tiro as obras para a construção de um stand provisório para as finais começou. A estrutura poderá receber duas mil pessoas e foi a solução encontrada diante da impossibilidade de ampliar a capacidade dos outros stands. Também começam os primeiros trabalhos para reforma na pista de saltos do Centro de Hipismo. A pista de cross country segue sendo ampliada e reformada, assim como a construção de novas baias para os cavalos. 

Circuito de Canoagem Slalom abril de 2015 (Foto: Gabriel Heusi/brasil2016/ME)
Circuito de Canoagem Slalom: obra segue após 
ameaça de construtora (Foto: Gabriel 
Heusi/brasil2016/ME)


Centro de Tiro Deodoro obras 2015 (Foto: Gabriel Heusi/brasil2016/ME)
Terreno começa a ser preparado para o stand 
provisório no Centro de Tiro (Foto: Gabriel 
Heusi/brasil2016/ME)


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Sem tempo para lamentar, Bota esquece Flu e foca na Copa do Brasil

Antes do jogo contra o Tricolor que decidirá uma vaga na decisão do Campeonato Carioca, Alvinegro enfrenta o xará paraibano, na quarta-feira, de olho na próxima fase


Por
Rio de Janeiro


Tempo é um artigo de luxo no futebol brasileiro. Com um calendário apertado, o Botafogo, que não pôde celebrar a conquistar da Taça Guanabara na semana passada, é o mesmo que não tem tempo para lamentar a derrota para o Fluminense. Afinal, o Alvinegro tem um compromisso importante, nesta quarta, pela Copa do Brasil, diante do Botafogo-PB. Em jogo, uma vaga na próxima fase.

- Temos que esquecer, por ora, o Campeonato Carioca e focar no próximo jogo, contra o Botafogo-PB. Precisamos avançar na Copa do Brasil. Já conversamos sobre o jogo e já temos ideia do que vamos fazer. Precisamos ter concentração total nesse jogo para passarmos de fase – alertou o volante Willian Arão.

Bill, Fluminense X Botafogo (Foto: André Durão)
Bota tenta esquecer derrota para o Fluminense 
na primeira semifinal do Campeonato Carioca 
(Foto: André Durão)


Com a derrota por 2 a 1 para o Fluminense, o Botafogo perdeu a vantagem de jogar por dois empates e precisa vencer o Tricolor, no próximo sábado, por dois gols de diferença, para avançar à decisão do Campeonato Carioca. Uma vitória simples levará a disputa para os pênaltis. É difícil esquecer o Fluminense no momento, mas o Alvinegro tem um jogo perigoso pela frente e uma derrota contra o xará paraibano, por exemplo, elimina o time carioca da competição.

- Não chega a ser em um momento inoportuno, mas temos que ganhar. Todos falam nesse negócio de trocar o chip, mas na verdade não há um chip. Precisamos do resultado na quarta para nos classificarmos. Temos que entrar e ganhar contra o Botafogo-PB. Estamos preparados – concluiu Arão.

Treino Botafogo, Engenhão (Foto: Marcelo Baltar)
Botafogo treino na manhã desta segunda-feira, 
no Engenhão, de olho no jogo da Copa do 
Brasil (Foto: Marcelo Baltar)


Na primeira partida, há duas semanas, o Botafogo empatou por 2 a 2 com o Botafogo-PB, em João Pessoa. O Alvinegro avança para a próxima fase com qualquer vitória ou empates por 0 a 0 ou 1 a 1. Caso o resultado da primeira partida se repita, a vaga será decidida nos pênaltis.


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Herói do título de 1989, Maurício injeta ânimo no Bota: "Vai passar pelo Flu"

Ex-atacante prestigia treino no Estádio Nilton Santos, diz que gostaria de ver Jobson e Rodrigo Pimpão juntos e afirma: "Perdemos o jogo, mas não perdemos a guerra"


Por
Rio de Janeiro

 
Foi com um toque de incentivo e uma dose de inspiração que o Botafogo começou a semana de jogos decisivos na Copa do Brasil e no Campeonato Carioca. Autor do gol do título estadual de 1989, o ex-atacante Maurício compareceu ao Estádio Nilton Santos e acompanhou o intenso treino técnico comandado por René Simões. Após a atividade, ele conversou com alguns atletas e com membros da comissão técnica. A mensagem foi otimista.
- Quando o time mais precisa, a gente tem que estar aqui. Perdemos o jogo, mas não perdemos a guerra. Temos 90 minutos para disputar, e o Botafogo tem plenas condições de ganhar e superar a equipe do Fluminense. Tem que ter essa mentalidade vencedora. O Botafogo vai passar pelo Fluminense - analisou Maurício, com um toque de otimismo.

Maurício e Rodrigo Pimpão Botafogo (Foto: Marcelo Baltar)
Maurício e Pimpão conversam após o treino do 
Botafogo (Foto: Marcelo Baltar)


Maurício lamentou o tropeço diante do Fluminense após a vitoriosa campanha na Taça Guanabara, mas reiterou sua confiança no Botafogo.

-O Botafogo superou a todos. Chegou devagarzinho, buscando seu espaço e conquistou a Taça Guanabara com méritos...Teve um pequeno deslize contra o Fluminense, mas espero que consiga reverter essa situação no jogo decisivo

O herói do título Carioca de 1989 ainda elogiou os atuais atacantes alvinegros e deu pitaco na escalação. O ex-jogador revelou que gostaria de ver Jobson e Rodrigo Pimpão atuando juntos do ataque alvinegro.

- Não tenho acompanhado os treinamentos, então fica um pouco difícil opinar, mas sei que o René vai escolher o melhor para o Botafogo. Não sei se minha opinião vai valer nada. Mas gosto muito do Jobson e do Pimpão. Jogaria com os dois para tentar algo novo, apesar do entrosamento do Bill com o Jobson. Mas quem sabe uma mudança radical não dá certo? – instigou Maurício.

Maurício é o segundo ídolo alvinegro que visita o elenco em menos de uma semana. Na sexta-feira passada, Jairzinho esteve com os jogadores para motivá-los antes do clássico contra o Fluminense. Na ocasião, o Furacão da Copa de 70 foi convidado por René Simões.


FONTE:
http://glo.bo/1JEhTtO

Leitura labial: jogadores do Fla teriam ofendido árbitro; súmula não registra

Após clássico com o Vasco pela semifinal, Canteros teria xingado João Batista de Arruda; Wallace, o chamado de "palhaço", e Bressan usado o termo "sacanagem"


Por
Rio de Janeiro


A arbitragem de João Batista de Arruda no Clássicos dos Milhões de domingo, no Maracanã, pela semifinal do Campeonato Carioca, desagradou tanto o Flamengo quanto o Vasco, mas foi o Rubro-Negro quem ficou na bronca por último. Tudo por conta de um contra-ataque que teria quando o juiz encerrou a partida pouco depois dos 47 do segundo tempo - ele concedeu apenas dois minutos de acréscimo. Na saída de campo, alguns jogadores do time de Vanderlei Luxemburgo ficaram revoltados e ofenderam o árbitro, segundo leitura labial feita pelo especialista Luis Felipe Ramos Barros. Canteros, o mais próximo do homem do apito no momento do encerramento, teria o xingado com "vai tomar no c..."; logo depois outros rubro-negros o cercam, e Bressan teria reclamado com "você está de sacanagem"; e Wallace, no meio do bolo, teria usado o termo "palhaço" (veja no vídeo abaixo).


João Batista de Arruda não relatou nenhuma ofensa na súmula da partida. O clássico foi cercado de polêmicas e teve lances ríspidos que mereciam o cartão vermelho na opinião de Leonardo Gaciba, comentarista de arbitragem da TV Globo. Dos oito cartões amarelos mostrados no jogo, seis foram justificados "por jogar de maneira brusca"; a advertência para Luan em Marcelo Cirino foi classificada como "por agarrar o adversário"; e apenas Everton foi qualificado como "por reclamação por palavras".

Mesmo com a violência dos lances, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro só poderia punir algum jogador que tivesse sido expulso no jogo. Para que haja o julgamento, depende da Procuradoria do TJD fazer a denúncia, baseado no parágrafo único do artigo 58-B do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (veja abaixo). O Procurador Geral do TJD-RJ, André Valentim, já confirmou que vai prestar queixa contra o zagueiro Wallace, do Flamengo, por criticar a atuação de João Batista de Arruda, classificando-a como "molecagem" nas entrevistas pós-jogo.

Art. 58-B. As decisões disciplinares tomadas pela equipe de arbitragem durante a disputa de partidas, provas ou equivalentes são definitivas, não sendo passíveis de modificação pelos órgãos judicantes da Justiça Desportiva. (Inclusão dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009).

Parágrafo Único. Em caso de infrações graves que tenham escapado à atenção da equipe de arbitragem, ou em caso de notório equívoco na aplicação das decisões disciplinares, os órgãos judicantes poderão, excepcionalmente, apenar infrações ocorridas na disputa de partidas, provas ou equivalentes.



FONTE:
http://glo.bo/1NyYksC

Aidar brinca com o Santos e fala em comer "dupla peixada" no domingo

Presidente do São Paulo convoca torcida para jogo do futebol feminino e depois sugere peixe no almoço e vitória sobre o rival pela semifinal do Paulista


Por
São Paulo


Carlos Miguel Aidar, presidente São Paulo (Foto: Marcelo Prado)Carlos Miguel Aidar, presidente São Paulo, brinca com adversário da semi (Foto: Marcelo Prado)


O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, já começou a apimentar o duelo contra o Santos, pela semifinal do Campeonato Paulista, marcado para domingo, às 18h30, na Vila Belmiro. Com seu jeito folclórico, o mandatário brincou com os rivais durante coletiva nesta segunda-feira, no Morumbi.

- Quero o torcedor primeiro em São Bernardo, às 11 horas. Ele assiste ao futebol feminino do São Paulo, desce para Santos, come uma peixada, depois vê o jogo e come outra peixada (risos), com todo o respeito ao meu amigo Modesto Roma – disse o dirigente, referindo-se ao presidente alvinegro.

Nesta segunda, Aidar recebeu a visita do ministro do Esporte, George Hilton, e ambos falaram  sobre investimentos na criação do time feminino de futebol do Tricolor, que enfrentará o São Bernardo, também no domingo, na estreia pelo estadual da categoria. 

Mesmo sem a definição de um técnico para o comando do São Paulo – Milton Cruz segue como interino – Aidar mostrou bastante entusiasmo para o confronto do final de semana.

– Gostei muito do time nas partidas contra Portuguesa e RB Brasil. Foi um time alegre, um time competitivo. Gostei muito, muito mesmo do time do Milton Cruz – ressaltou o mandatário.
Só que para ter sucesso e "comer a peixada" duas vezes, como deseja o presidente, o São Paulo terá de quebrar um jejum de 12 anos. O time foi finalista do estadual pela última vez em 2003. 
Na ocasião, perdeu para o Corinthians e ficou com o vice-campeonato. Entre os grandes, a equipe do Morumbi é a que está há mais tempo na fila: dez anos. Foi campeã em 2005, mas sem a existência de uma final, pois a fórmula de disputa era por pontos corridos. 


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