domingo, 1 de janeiro de 2012

Com família ou com amigos, atletas curtem festas de réveillon na folga

Bruninho 'fica em casa', enquanto Leandro Vissotto, Murilo e Jaqueline viajam

Por GLOBOESPORTE.COM Florianópolis
 
Leandro Vissottopassa o reveillon na Itália (Foto: Reprodução / Twitter)Leandro Vissotto aproveita folga em Nice com a
filha e a esposa Nathália (Reprodução / Twitter)
 
Perto ou longe de casa, os jogadores da seleção brasileira de vôlei aproveitaram o curto recesso de fim de ano para festejar o ano novo com estilo. Em média com cinco dias de folga até o retorno dos treinos e dos jogos da Superliga, alguns preferiram começar 2012 ao lado da família, enquanto outros optaram por festas ao lado dos amigos.

Murilo, que se recupera de uma lesão no ombro por sobrecarga de exercícios, deixou São Paulo na companhia na esposa e também ponteira Jaqueline. Os dois  guardaram os uniformes de Sesi e Osasco, respectivamente, para passar o réveillon em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

Bruninho também comemorou no litoral, mas não deixou Florianópolis, onde mora. O levantador foi com amigos a uma festa na praia de Jurerê. O lateral-esquerdo André Santos, ex-Corinthians, encontrou o filho de Bernardinho no local.

- Feliz ano novo com muita paz ,saúde e amor para todos!! Tenho certeza que 2012 momentos mágicos estarão guardados para todos nós!!! Um grande abraço a todos!!! - postou o atleta no microblog Twitter.
Na Europa, Leandro Vissotto usou a folga no Campeonato Italiano – o oposto atualmente defende o Cúneo – para viajar para a vizinha França. Ao lado da esposa Nathália e da filha Catharina, de apenas um ano, o atacante passou a virada em Nice, na Cote D’Azur, litoral francês.

Bruninho passa o reveillon em Florianópolis (Foto: Reprodução / Twitter)Bruninho fica em Florianópolis, onde mora, e curte festa na praia de Jurerê (Foto: Reprodução / Twitter)
 
Murilo e Jaqueline passam o reveillon em Fortaleza (Foto: Reprodução / Twitter)Murilo e Jaqueline deixam São Paulo para festejar em Fortaleza (Foto: Reprodução / Twitter)
 
DONTE:

Djokovic não dá chances a Ferrer e termina 2011 com título em Abu Dhabi

Número 1 do mundo não teve dificuldades para derrotar espanhol

Por GLOBOESPORTE.COM Abu Dhabi, Emirados Árabes
 
As dores nas costas e no ombro que o atrapalharam nos últimos torneios do circuito profissional deram uma trégua. E sem elas, Novak Djokovic se torna imbatível. Depois do passeio sobre Roger Federer, o número 1 do mundo fez o mesmo com David Ferrer e assegurou o título do Mubadala World Tennis Championship, torneio-exibição disputado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes: 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 6/1. A vitória no último dia do ano em que deu as cartas, funciona para ele como um sinal de que a temporada 2012 tem tudo para começar muito bem.

Novak Djokovic tênis (Foto: Reuters)Novak Djokovic não deu chances para David Ferrer na final do torneio-exibição (Foto: Reuters)
 
Ferrer fez o que pôde para tentar evitar que o sérvio levasse para casa mais um troféu. Em vão. Djokovic abriu 3/0, viu o espanhol começar a colocá-lo para correr e tratou logo de mostrar que tinha entendido o recado. Retribuiu a gentileza com bolas curtinhas e fechou o primeiro set: 6/2.

No segundo, Ferrer teve ainda mais trabalho. Salvou três break points e fez Djokovic balançar a cabeça. O descontentamento durou pouco tempo. Nole conseguiu a quebra do serviço, confirmou o seu e seguiu mostrando força (3/0). O espanhol lutava, mas tinha uma "parede" a sua frente. Com 4/1 no placar, Djokovic pressionou o adversário, fez 5/1 e sacou para o título sem resistência, fechando a partida com um ace.

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/tenis/noticia/2011/12/djokovic-nao-da-chances-ferrer-e-termina-2011-com-titulo-em-abu-dhabi.html

Walsh quer final em Londres contra Juliana e Larissa: 'Seria um sonho'

Jogadora de vôlei de praia elogia dupla brasileira e relembra época em que a parceria com May quase acabou: 'Ela não queria mais jogar'

Por SporTV.com Texas, Estados Unidos
 
Bicampeã olímpica, a jogadora de vôlei de praia Kerri Walsh quer vencer nos Jogos de Londres para se tornar, ao lado de May, a única dupla tricampeã. Mas para isso, elas têm pela frente a dupla brasileira número um do ranking mundial: Juliana e Larissa. A americana, porém, não poupa elogios às duas e garante que sonha em uma final contra as brasileiras. Com vitória americana, é claro.

- Agora, Juliana e Larissa estão firmes no primeiro lugar. Elas merecem. Elas têm batalhado há muito tempo. São um time fantástico. E me inspiram todos os dias a trabalhar duro. Na sala de musculação, quando estou fazendo pilates, quando estou na quadra de vôlei, estou pensando nelas. E no quanto quero ganhar delas. Eu as respeito tanto. E acho que seria um sonho enfrentá-las na final - disse em entrevista exclusiva ao "SporTV News".

Walsh e May (Foto: Divulgação/FIVB)Walsh e May vencem Juliana e Larissa na final da etapa de Moscou do Circuito Mundial de Vôlei de Praia
(Foto: Divulgação/FIVB)
Walsh e May: uma parceria de sucesso
Há dez anos elas formaram a dupla mais vitoriosa da história das Olimpíadas. O primeiro ouro veio nos Jogos de 2004. Em Atenas, elas derrotaram as maiores rivais na decisão, as brasileiras bicampeãs mundiais Adriana Behar e Shelda.

- Eu amo muito a Adriana e a Shelda. Elas eram as melhores entre as melhores por tanto tempo. E são tão merecedoras. Respeito tanto essas mulheres e jogar contra elas a final em Atenas foi como tinha que ser. Os dois melhores times. Nos enfrentamos tantas vezes nos anos anteriores a Atenas. Foi uma honra dividir a quadra com elas.

Quatro anos depois, em Pequim, as principais adversárias eram novamente brasileiras: Juliana e Larissa. Mas, devido a uma lesão no joelho, Juliana desistiu das Olimpíadas três dias antes dos jogos começarem e foi substituída por Ana Paula. Walsh e May derrotaram as brasileiras nas quartas de final e seguiram vitoriosas até o segundo ouro, conquistado sem perder um set sequer em duas Olimpíadas.

walsh may crianças (Foto: Alfredo Bokel / Globoesporte.com)A dupla vitoriosa com os filhos
(Foto: Alfredo Bokel / Globoesporte.com)
Após Pequim, as duas decidiram dar um tempo na parceria de sucesso para se dedicar mais à família. Walsh teve dois filhos e relembra que chegou a acreditar que a dupla tinha acabado.
- Depois das Olimpíadas de Pequim, nós dissemos: agora, vamos ter bebês e depois estaremos juntas novamente para jogar. Mas as prioridades mudaram, as coisas mudaram e chegou uma hora em que ela não queria mais jogar. Por um momento, eu realmente acreditei que tinha acabado. Mas, para dizer a verdade, na minha subconsciência, lá no fundo, eu sabia a competidora que ela era e eu sabia que não era o fim.

Com a desistência de May, Walsh arrumou outra parceira. Após conversarem no início de 2011, as duas decidiram reeditar a parceria. Agora, elas se preparam para buscar o terceiro ouro consecutivo em Olimpíadas.

FONTE:
http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-news/noticia/2011/12/walsh-quer-final-em-londres-contra-juliana-e-larissa-seria-um-sonho.html

Cristiane espera volta por cima em Londres: 'Não aguento mais ser vice'

Atacante fala sobre o momento da seleção, os tabus do futebol feminino, da parceria com Marta, elege o goleiro Fábio o jogador mais bonito do país

Por Fabrício Costa Rio de Janeiro
 
Cristiane jogadora da Seleção (Foto: Clícia Oliveira / GLOBOESPORTE.COM)Atacante Cristiane na concentração da seleção
(Foto: Clícia Oliveira / GLOBOESPORTE.COM)
 
Uma das estrelas da seleção feminina de futebol, Cristiane lamenta ainda não ter ganhado um título de expressão à frente da Seleção Brasileira. A geração da atacante chegou muito perto algumas vezes. Levou a medalha de prata nas Olimpíadas de 2004 e 2008. Ficou com o vice no Mundial de 2007, na China. Agora em 2012, uma nova chance em Londres.

- Quero ser campeã de algo grande! - diz.

Em entrevista exclusiva ao GLOBOESPORTE.COM, Cristiane fala sobre alguns tabus do futebol feminino como a homossexualidade. Comenta a parceria com Marta na Seleção e torce para a companheira levar novamente o prêmio de melhor do mundo pela Fifa. Elege o goleiro Fábio como o jogador mais bonito do país e volta a reclamar da falta de apoio para o esporte no Brasil.

GLOBOESPORTE.COM: O assunto é repetitivo. Mas a situação do futebol feminino no Brasil melhorou? O que você acha do trabalho desenvolvido pela CBF?
CRISTIANE:
A CBF podia divulgar mais a seleção feminina. Nós estamos em terceiro no ranking e não temos o merecido reconhecimento. O ideal era ter uma pessoa para cuidar só da gente. Nós fazemos parte de uma seleção principal, não de base. Precisamos disputar mais amistosos internacionais. Só viajamos quando outra seleção paga tudo. Nesse ano, por exemplo, não jogamos fora.

Falta organização ao futebol feminino no Brasil?
Tem que ter um calendário pronto, com a previsão dos nossos treinamentos e amistosos até as Olimpíadas.

O que você achou da escolha do técnico Jorge Barcellos?
Espero que a nossa caminhada seja melhor com ele. O que erramos pode ser consertado. Ganhamos o Pan-Americano e muitas medalhas em Olimpíadas e Copa do Mundo.
O que acontece com o futebol é que ele é visto como um esporte masculino. Mas o atleta tem que ser respeitado, ter seu trabalho reconhecido. Vivemos num país muito preconceituoso."
Cristiane
 
Você pretende disputar as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro?
Quero ser campeã de algo grande. Não aguento mais ser vice. Muitas meninas vão jogar só no ano que vem. Eu tenho 26 anos, acho que tenho mais três Olimpíadas pela frente. Quem sabe vou até 2020.

Você gostou de ser fotografada para o catálogo sensual do Santos?
Lá fora é feito bastante isso. É um tipo de divulgação para chamar a torcida para os estádios. No Santos, também apoiamos o combate ao câncer de mama. Por que não usar nós no lugar das modelos? Muita gente comprou os calendários nas lojas e nós distribuímos nos jogos. É bom para as pessoas tirarem da cabeça que o futebol é só para homem
.
Como deve ser tratada a homossexualidade no futebol feminino?
Acontece em todos os ambientes. Mas o que acontece com o futebol é que ele é visto como um esporte masculino. Mas o atleta tem que ser respeitado, ter seu trabalho reconhecido. Vivemos num país muito preconceituoso.

cristiane meninas brasil futebol feminino  (Foto: Clícia Regina de Abreu / Globoesporte.com)Jogadoras da seleção feminina com produtos de beleza (Foto: Clícia Regina de Abreu / Globoesporte.com)
 
É possível ser vaidosa no meio futebolístico?
Infelizmente, cuidar do cabelo é muito difícil. Ou ele está com barro ou com grama e neve. Tenho marcas pelo corpo todo. Mas não posso deixar as unhas encravarem. Já perdi unhas várias vezes. No futebol, não dá para ter tanta vaidade como as meninas que jogam vôlei. O importante é se sentir bem.

Você gosta de jogar essas peladas nas férias junto com os homens?
Jogo com os homens também. Já estou com agenda lotada. Aos 12 anos, eu fui inscrita num campeonato para jogar ao lado dos homens. Como eu deixava todo mundo no chão e fazia muitos gols, o treinador decidiu me tirar da equipe e criar um time feminino com medo de os adversários me machucarem. Eu apanhava muito mesmo. Muitos queriam me bater e me ver fora do time.

Qual o jogador mais bonito do Brasil? O Fábio, o Ronaldinho Gaúcho e o Fred foram os finalistas do troféu Largo Tudo...Voto no Fábio, goleiro do Cruzeiro. Não há preconceito com o pessoal de trás (risos). O Ronaldinho é simpático, bonito não. O Fred faz muitos gols.

Cristiane com Cristiano Ronaldo na premiação da FIFA (Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal)Cristiane com Cristiano Ronaldo na premiação da
FIFA (Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal)
 
Você admira a beleza de outros jogadores que atuam no exterior?
O Cristiano Ronaldo é boa pinta. O Beckham e o Piqué também chamam a atenção. Conheci o Cristiano Ronaldo no prêmio da Fifa. Só nos cumprimentamos. Não deu para conversar direito porque ele só anda cercado de seguranças. O Kaká também é lindo e muito simpático.

O Neymar é seu amigo? Vocês jogaram no mesmo clube em 2011...
Não o conheci pessoalmente. Mas as meninas da seleção, que também são Atletas de Cristo, iam à igreja com ele. Eu adoro futebol. Vejo tudo o que passa na televisão. Não tem o que se falar dele. É um excelente atleta, lindo de se ver jogar. Estava na Vila Belmiro quando aconteceu aquele Flamengo x Santos. Foi a melhor partida que já assisti.

Em qual jogador(a) você se inspira?
Atacante admira atacante. Sempre gostei do Ronaldo e do Ronaldinho. Mas a preparação entre homens e mulheres é bem diferente. O trabalho nosso não é tão forçado. Há diferença no testes e no percentual de gordura.

Cristiane e Marta comemoram gol da Seleção (Foto: Getty Images)Cristiane e Marta comemoram gol pela seleção
brasileira (Foto: Getty Images)
 
Você acha que a Marta vai ser eleita a melhor jogadora do mundo novamente pela Fifa?
Se eles (Fifa) colocarem como requisito a Copa do Mundo, acho que a Homare Sawa tem grande chance de levar o título, justamente porque o Japão foi campeão e ela o grande destaque. Agora se a Fifa analisar pelos clubes, o que a atleta fez durante o ano, a Marta tem tudo para levar (o prêmio). O problema é que a gente nunca sabe como eles (os dirigentes da Fifa) contam.

Cristiane comemroa gol da Seleção (Foto: Reuters)Cristiane dá uma cambalhota ao vibrar com um dos gols pela seleção brasileira (Foto: Reuters)
 
Você a Marta se completam em campo?
Não tenho a velocidade dela, mas consigo aplicar bons dribles dentro da área. Não dá para comprar. São estilos bem diferentes.

Como é a sua relação com a Marta?
Conversamos muito na seleção. Fora isso, perdemos um pouco o contato por causa da distância. A gente se dá muito bem no ataque, mas cada uma tem suas melhores amigas na equipe.

Cristiane jogadora da Seleção (Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal)Cristiane está jogando na Russia
(Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal)
 
Como é jogar na Rússia?
Para mim está sendo diferente porque é uma equipe que se coloca muito para baixo. Perguntam o que eu e mais duas brasileiras estamos fazendo lá. Mas, na verdade, é uma equipe boa. A gente está tentando mudar um pouco a mentalidade das meninas. Tentamos passar que elas são capazes. O frio atrapalha um pouco. Não tem jeito. Não consigo me adaptar com isso. Elas falam que são ruins, mas eu não consigo chutar como elas chutam. Elas batem com a esquerda, direita. Eu só consigo com a canhota. São fortes e se posicionam muito bem. Mas não dá para comparar o brasileiro ou a brasileira com nenhum outro atleta. Somos diferenciados. Temos jogo de cintura e facilidade de jogar. Talvez até uma técnica maior. O Campeonato Russo é forte, mas o nosso maior objetivo é a Liga dos Campeões.

Você pretende continuar no futebol russo?
Pretendo renovar até quando eles (os russos) quiserem. Quero ficar lá pelo menos por mais 10 meses, até as Olimpíadas de 2012. Estamos nas quartas de final da Copa da Uefa e em primeiro no Campeonato Russo, com seis pontos de vantagem para o segundo colocado. Não tenho do que reclamar.

Tem como comparar a evolução do futebol feminino no Brasil e nos Estados Unidos?
Joguei dois anos nos Estados Unidos, em 2009 e 2010. No primeiro ano fui muito bem. Mas no segundo tive um pouco mais de dificuldade, jogava de meia e de lateral. Venho realizando aos poucos os meus sonhos. O melhor campeonato que se tem hoje é a Liga Americana, justamente por reunir as melhores jogadoras. Aqui ainda falta muita coisa, inclusive gente preparada para trabalhar no futebol feminino. Parece que você acaba até regredindo no que você faz. Você tem que ter o apoio merecido e gente profissional mesmo para trabalhar com as mulheres. A realidade do futebol nos Estados Unidos é bem distante da nossa. Infelizmente.

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2012/01/cristiane-espera-volta-por-cima-em-londres-nao-aguento-mais-ser-vice.html

Em longa entrevista, Antônio Carlos diz que jogo com o Santos foi 'crucial'

Com passagens por grandes clubes do futebol brasileiro, o zagueiro Antonio Carlos, de 28 anos, é considerado um dos líderes no atual elenco do Botafogo. O defensor chegou na equipe de General Severiano em 2010, ano no qual conquistou o título do Campeonato Carioca. Em entrevista exclusiva à Super Rádio Tupi e ao Super Esportes, o atleta falou um pouco sobre a sua vida e sobre assuntos do mundo da bola.
 
CONFIRA ABAIXO OS TRECHOS DA ENTREVISTA:
 
GRUPO DO BOTAFOGO
 
“Dos grupos que eu trabalhei, este era um dos mais unidos onde todo mundo se dava bem. Está entre um dos melhores. Nós estávamos bem no campeonato, com chance de título, o jogo atrasado com o Santos deu uma desestabilizada na gente.Tínhamos que pensar como se fosse apenas mais um jogo, pensamos como se fosse uma final”.
 
CAIO JUNIOR
 
“O Caio é um grande treinador e entende muito de futebol. Particularmente não tenho o que falar, sempre me deu apoio, queria que eu fosse capitão da equipe. Todo mundo o respeitava bastante. Ele tem um estilo diferente do Joel Santana, que é mais brincalhão. Tínhamos que saber levá-lo, respeitando a sua maneira. Entendemos o lado clube ao demiti-lo”. 
 
CAPITÃO DO FOGO
 
“Eu fico feliz por ser amigo de todo mundo. Procuro ajudar os meninos que estão subindo da base. Tiveram clubes que eu fui capitão, converso sempre com os mais jovens para que eles não se vislumbrem e comentam erros no inicio da carreira.”
 
JOBSON
 
“O Jobson é um cara que merece nossa atenção e vai estar com a gente em mais uma ano. Quando ele saiu do Botafogo nós sentimos, porque sabíamos que ele é um cara que ia nos ajudar muito, independente do que ele faz fora de campo. O que não falta é gente para conversar com ele. Espero que possa entrar numa linha de comportamento, tem muitas crianças que tiram o jogador de futebol como exemplo. Desejo que 2012 seja um ano positivo para ele com muitas conquistas”.
 
FAMÍLIA
 
“A família pode ajudar bastante, minha mãe sempre conversou muito comigo e falar sobre as coisas boas da vida. Me falou da importância que eu poderia ter para um amigo. Nós ficamos longe dos nossos familiares em datas importantes, e as pessoas só falam que nós ganhamos muito dinheiro e não veem o sacrifício que fizemos”. 
 
PÓS-CARREIRA
 
“Eu só não quero ser treinador, de resto estou vendo o que eu posso fazer. Penso em montar uma escolinha de futebol com algum jogador, mas nada pago e sim para ajudar as pessoas. Eu queria fazer educação física, mas não estudei para isso e assim fica difícil (risos)”.
 
MELHOR AMIGO DO FUTEBOL
 
“Em cada clube que passei tenho grandes amigos. Na época que joguei no Fluminense têm o Fernando Henrique, Allan, Diego Souza. Aqui no Botafogo tem o Somália. São pessoas que a gente leva para a vida inteira”.
 
OSWALDO DE OLIVEIRA
 
“Os jogadores que conhecem ele me falaram que é um cara muito respeitador e que sabe trabalhar. Espero que dentro de campo ocorra tudo bem, pois ele já passou por diversos clubes grandes, trabalhou fora do Brasil e por isso tem bagagem. Espero que ele ajuda a gente com o sucesso que ele teve nos outros clubes”.
 
PROPOSTA DO PALMEIRAS
 
“Eu tenho contrato até 2014 e estou com o pensamento no Botafogo. Espero que eu possa permanecer aqui”.
 
MENSAGEM PARA O TORCEDOR DO BOTA
 
“Desejo tudo de bom para as pessoas neste novo ano e que em 2012 as coisas se realizem”.
 
Fonte: Superesportes 

FONTE:
http://www.fogaonet.com/noticia.asp?n=23598&t=em+longa+entrevista+antonio+carlos+diz+que+jogo+com+o+santos+foi+crucial

Botafogo contrata zagueiro gaúcho de 18 anos que estava no Inter

A temporada estava vivendo a última semana quando, num treino realizado no Engenhão, ele apareceu junto aos demais jogadores. Passou despercebido. Não para o VA. A tentativa de obter informações deu em nada no primeiro momento. Porém, foi correr atrás e descobrir. Clacson Stefanello, 18 anos, gaúcho, joga de zagueiro pelo lado direito. O vínculo com o Botafogo tem validade até 23 de novembro de 2013.
 
Naturalmente uma aposta pela idade. Revelado nas categorias de base do Internacional. O motivo pelo qual a diretoria colorada o deixou sair não deu para saber. Entretanto, pode estar ligado ao fato dele estar ligado a um poderoso grupo de investimento do Rio Grande do Sul.
 
A Sport Quattro. Na página da empresa os dados de Clacson são mínimos. O básico e nada mais. O VA tentou ouvir fontes para saber como se deu a chegada de Clacson. Não deu. Final de ano e todos estão em viagem com as respectivas famílias sem atender ao celular. No enunciado sobre a empresa, está bem claro o objetivo: levar novas promessas do futebol brasileiro para o exterior. A Sport Quattro se gaba de ter um camarote privado no estádio do Internacional (Beira Rio em obra para o Mundial do Brasil, em 2014) e negocia ter também no futuro novo Estádio Olímpico (Arena Grêmio).
 
Fonte: Vestiário Alvinegro

FONTE:
http://www.fogaonet.com/noticia.asp?n=23596&t=botafogo+contrata+zagueiro+gaucho+de+18+anos+que+estava+no+inter



'Noche de locura': Loco Abreu ataca de apresentador de TV no Uruguai

Esporte Espetacular acompanha dia de gravações do atacante do Botafogo
em seu programa de televisão no país vizinho. Atração está na 2ª temporada

Por GLOBOESPORTE.COM Montevidéu, Uruguai
 
Ídolo da torcida do Botafogo, símbolo da seleção uruguaia, pai de família, cidadão honorário do estado do Rio de Janeiro, jornalista e também apresentador de TV. Este é Sebastian "El Loco" Abreu, dono da camisa 13 do Glorioso e de várias facetas. O Esporte Espetacular foi até Montevidéu acompanhar um dia de gravações do programa de entretenimento de Loco, o "Noche de Locura", que está na segunda temporada.

O programa vai ao ar em datas esporádicas, já que seu apresentador mora no Brasil e não pode participar com frequência. Quando a seleção uruguaia voltou da Copa do Mundo, os jogadores receberam uma homenagem no Palácio Legislativo, e Loco mostrou toda sua simpatia em frente a milhares de pessoas. Com isso, veio o convite do canal de TV para virar apresentador.

A estreia do especial aconteceu no dia do primeiro jogo do Uruguai na Copa América. Foi o programa de tv mais assistido no país naquela noite. Depois, a seleção nacional ganhou a competição, o apresentador ficou mais popular, e a audiência foi boa. Partiram então para a segunda temporada. Loco Abreu responde se ainda sente um frio na barriga:

- Nas primeiras duas vezes sim porque a gente não sabia o que ia acontecer mas hoje já está mais tranquilo - disse o craque.

O programa
Apesar de todo o carisma, a falta de experiência de Loco Abreu na TV pesou. Pensaram o programa para ser conduzido por Jorge Piñerua, o outro apresentador. Ele é quem anuncia as atrações e chama os comerciais. Uma espécio de meio-campo para Loco.

- A estrela do programa é ele. Meu trabalho é deixá-lo confortável - disse o apresentador.

Loco Abreu programa de TV Uruguai (Foto: Reprodução/TV Globo)Loco Abreu entrando em cena em seu programa especial na televisão uruguaia (Foto: Reprodução/TV Globo)
 
Piñerua começa o programa sozinho. Quando Loco entra em cena, é puro carisma. Primeiro, um bate-papo com convidados, depois o quadro "O Sonho". A produção vai atrás de alguém com uma história emocionante e procura ajudar aquela pessoa.

- Nosso país tem muita necessidade, então você pode ajudar no crescimento de uma criança é muito legal - disse o jogador.

Na hora do fute-tênis, os convidados se dividem em dois times. Uma dupla enfrenta Loco e mais um. O jogo começa como brincadeira, mas depois fica sério:

- O Loco não gosta de perder nem na bolinha de gude. Fecha a cara, fica bravo - revelou Alejandra Trucidos, árbitra da Fifa que participou do programa.

O programa acaba com uma atração musical. Loco Abreu sai de cena, descansa por uma hora, aí começa tudo de novo: retoca a maquiagem, entra em cena novamente, mais convidados, fute-tênis, atrações musicais, e o fim da jornada, com dois programas gravados em mais de nove horas de trabalho. Cansado, Loco Abreu?

- Não, tranquilo. Isso aqui é mole. Difícil é lá no campo. É difícil mas não tem que estar correndo, não tem que estar com a necessidade de buscar o gol, pressionar o time rival, aqui vai devagar, você tem tempo de ir lá no camarim, tomar banho, se recuperar e fazer a gravação - explicou o ídolo do Botafogo.

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/programas/esporte-espetacular/noticia/2012/01/noche-de-locura-loco-abreu-ataca-de-apresentador-de-tv-no-uruguai.html

Joia 2012: apelidado de Mini Mago, Vitinho curte a bonança pós-guerra

Com trajetória relâmpago e morador do Complexo do Alemão, atacante, comparado a Maicosuel, será integrado aos profissionais na pré-temporada

Por Thales Soares Rio de Janeiro
 
Há pouco mais de um ano, o Complexo do Alemão foi transformado em um palco de guerra. Policiais invadiram o local e imagens da fuga de dezenas de bandidos correram o mundo. Ali, começava a pacificação de um dos pontos mais perigosos do Rio de Janeiro. Bem de perto, o garoto Vitinho acompanhou as cenas. Do alto do morro, ele se cercava de cuidados para evitar balas perdidas, ao lado do pai Rinaldo e do irmão Vagner, de apenas oito anos.

Depois do sufoco e ainda sem saber o que futuro reservava para a sua vida, Vitinho também começou uma trajetória relâmpago. Contratado por empréstimo pelo Botafogo, em janeiro deste ano, passou a receber tratamento de jóia nas categorias de base do clube. Rapidamente, teve seus direitos comprados junto ao Audax Rio e o compromisso assinado até o dia 10 de outubro de 2016. Agora, no dia 4 de janeiro de 2012, inicia uma nova etapa, quando estará no grupo principal, aos 18 anos, durante a pré-temporada.

Vitinho revelação do Botafogo (Foto: Fernando Soutello / Divulgação AGIF)O atacante Vitinho conduz a bola no confronto com o Flamengo (Foto: Fernando Soutello / Divulgação AGIF)

- Era uma situação muito complicada, com guerra e tiro para todos os lados. Deixei de ir a vários treinamentos por causa disso. Na época, eu estava no Sendas (que mudou o nome para Audax Rio). Pensei em sair de lá e morar com um ti. Minha casa é bem no alto e cercada por várias outras. Mesmo assim, a gente ficava no quarto, com medo de que acontecesse alguma coisa. Às vezes, ficava deitado para diminuir o risco – disse Vitinho.

Ao contrário de vedetes do futebol atual, os contratos da jovem promessa ainda não permitiram uma mudança radical em sua vida. Vitinho ainda mora no Complexo do Alemão. A dificuldade nunca o impediu de sonhar com um futuro melhor para ele e sua família, que sofreu um baque em 2009, quando sua mãe Fernanda se separou do seu pai e foi morar em Caxias.

Até me colocaram o apelido de Mini Mago, sei que ele é um jogador que tem características parecidas com as minhas, mas não gosto de ficar me comparando a ninguém"
Vitinho
- Meu sonho agora é poder jogar bem, em alto nível para chegar em grandes clubes do futebol europeu e poder ser convocado para jogar uma Copa do Mundo – comentou Vitinho, sem se intimidar com a proximidade da próxima edição da competição, que será em 2014, no Brasil. - Para o futebol, não é tão cedo assim.

Vitinho começou cedo. Aos seis anos, quando ainda morava em Bonsucesso, foi descoberto no campinho de um conjunto habitacional. Passou a integrar o time de futsal do Mello Tenis Clube. Aos 12 anos, recebeu a chance de fazer a mudança para o campo e não hesitou em aceitar o convite do Sendas, atual Audax Rio. Ficou lá até os 17 anos, quando acabou derrotado pelo Botafogo na semifinal do Campeonato Carioca juvenil de 2010, nas cobranças de pênaltis. O maior incentivo para seguir na carreira foi do pai.

- Na época, estava mal nos estudos e minha foi contra eu fazer o teste. Mas fiz, passei por várias peneiras e fiquei – comentou Vitinho, fã de Robinho. – Meu pai me levou para assistir a um jogo dele contra o Flamengo, em 2003, no Maracanã. O Santos ganhou (2 a 0). Hoje, sempre que posso, vou ao Engenhão acompanhar o Botafogo.

No time principal atual, a comparação é inevitável com Maicosuel. Com a camisa 7 e um corte de cabelo parecido, Vitinho brilhou nos juniores com um estilo parecido ao do Mago, um dos principais ídolos da torcida do Botafogo. Agora, terá a chance de jogar ao lado dele nos profissionais, mas tentando se desvencilhar das semelhanças com o craque, inclusive com muito bom humor.

 - Ele é feio para caramba. Eu sou muito mais bonito – brincou Vitinho. – Até me colocaram o apelido de Mini Mago, sei que ele é um jogador que tem características parecidas com as minhas, mas não gosto de ficar me comparando a ninguém.

Consciente da história da camisa 7, a jovem revelação mostra até uma certa superstição, bem no clima dos botafoguenses. Quando Cidinho ainda estava no time de juniores, Vitinho usava a 11. Com a promoção do companheiro para os profissionais, mudou de número e viu a sua vida mudar junto.

- O Cidinho era o 7. Quando ele subiu, passei a usar a camisa dele e começou a dar sorte. Depois, até pensei em voltar a usar a 11, mas o meu técnico (Eduardo Húngaro) falou que eu estava fazendo com gol com a 7. Pensei bem e achei melhor deixar como estava – comentou Vitinho, que foi um dos destaques do Campeonato Brasileiro Sub-20, quando o Botafogo chegou na semifinal da competição, fato inédito para o clube.

Este ano, Vitinho chegou a participar de um jogo pelos profissionais, mas a experiência não foi boa. Quando o time principal não se classificou para as semifinais da Taça Rio, os juniores foram chamados e sofreram uma goleada de 5 a 2 do Boavista na disputa do Troféu Carlos Alberto Torres. Ele marcou um dos gols.

- Na hora em que eu fiz o gol, o nosso time ainda estava ganhando (o Botafogo chegou a fazer 2 a 0). Foi muito legal ter essa chance. Ainda mais com o meu pai assistindo. Não tem sensação melhor do que essa - contou Vitinho, que hoje pode curtir a vida no Complexo do Alemão com mas tranquilidade, com direito a uma vista inesperada no passeio de teleférico.

Nome: Victor Vinícius Coelho dos Santos (Vitinho)
Nascimento: 09/10/1993, no Rio de Janeiro (RJ)
Idade: 18 anos
Altura e peso: 1,78m / 71kg
Último clube: Audax Rio
Títulos: Campeão Estadual de Juniores (2011)

FONTE?
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2012/01/joia-2012-apelidado-de-mini-mago-vitinho-curte-bonanca-pos-guerra.html